Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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⁠Que sua existência seja como se fosse palavras escritas no caderno com significados, e que nunca se acabe, apesar do tempo.

O presente é como uma semente plantada em seu coração, você precisa regá-la para dar bons frutos ou "Flores".

Como, quando e onde, nos tornamos tão pobres, diria até, paupérrimos? E não me refiro a posses nem dinheiro.

A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.

A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.

É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.

O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.

O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.

⁠”Enquanto você estiver do lado errado, jamais saberá como é está do lado certo”.

Só quem vê o samsara como uma prisão poderá escapar desse ciclo de reencarnações, os outros seguirão sonhando com vidas que nunca lhe pertenceram...

E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.

Perdoar não é esquecer. Mas é viver como se esquecido tivesse.

Cuidado. É possível que aquilo que você veja como defeito na pessoa amada, outros enxerguem como raridade.

Antes de sentir-se injustiçado, considere a hipótese de que a forma como você foi tratado tenha mais haver com reciprocidade do que com indelicadeza.

O homem é a causa da corrupção, não o poder. O poder é uma ferramenta. E como qualquer outra, nas mãos erradas pode ser trágico.

Não é sobre escolher entre amar ou ser amado, mas entender que um dá sentido ao outro — é como perguntar a uma gaivota qual asa é mais importante: a esquerda ou a direita.

Quando não tenho notícias dele, é como se o ar fosse retirado dos meus pulmões.

Muitos adultos frios não nasceram sem amor; apenas cresceram sem saber como recebê-lo.

Encare cada momento como uma semente de prosperidade, pois ao nutrir seus projetos com a Visão Trilionária, você colhe resultados que transcendem gerações e inspiram o mundo.

Assim como a lua, a mulher é bela e cheia de fases.


Já o homem é como o Sol, é estável, não demonstrando nada, e guardando tudo pra si.

Olhos de jabuticaba, um olhar sereno.


Olhos negros, redondos e brilhantes,
Como jabuticabas colhidas no pé,
Guardam mistérios de instantes,
E uma doçura que a gente até crê.
É um olhar que descansa a alma,
Sereno como um fim de tarde,
Traz o silêncio, traz a calma,
Sem que nenhuma pressa alarde.
Nessas esferas de puro cetim,
O mundo parece encontrar seu lugar,
Um brilho profundo, que não tem fim,
E faz a gente querer apenas olhar.⁠

Como diziam no séc VII a. c.: a juventude está perdida...

Para ficar sem pensar, é preciso compreender as palavras apenas como uma pequena parte da percepção, que é captar o imediato, sem memória e sem objetivo. Assim nos tornamos parte da paisagem.

Os seres nulos


Caminho pela rua velha e escura, como de costume, mas, esta noite é diferente. Posso perceber a vida, os seres em toda a parte. Sob os meus pés, as lajes de pedra, acima de mim, os prédios se elevando no céu cinzento. As árvores se estendendo para me proteger, os postes, segurando a calçada, os homens a gritar no breu, sem nada, sem rumo. Quem me dera eu fosse antes alguém que pudesse ordenar a vida que se esvai, se eu vivesse a redimir o quanto se chorou por não haver consciência daqueles que ninguém nunca deu valor.

Os maus são como crianças. Precisam de carinho.