Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
O Sentimento Sem Nome
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.
A matrix tenta qualificar o autismo como uma doença mas não é, e sim uma supercapacidade atemporal de atenção, foco e velocidade. A inicio quase sempre todo portador desta capacidade, silencia se por que está de certa forma aprendendo consigo mesmo, a acalmar a mente no complexo processo de ir e vir, múltiplas vezes. Pois só depois deste aprendizado interior, cada um conseguirá dar saltos quânticos celebrais e voltar, sem perder a própria identidade afetiva e emocional, tão importante a eles, dos diferentes encorajadores ao seu redor.
Desde o começo, nunca consegui ver a arte em simplicidade como um mero comercio estético, de ter, ver, fazer, comprar e vender. Sempre vi a arte com incontáveis complexidades, tais como uma plataforma, ferramenta, meio e caminho de expansão dos diversos estados de consciência, exercício de dialogo sensorial, linguagens simbólicas coloridas não verbais e códigos milenares de aprendizado, inclusão, questionamentos e aperfeiçoamentos vibracionais, espirituais e "etéricos" perante todos, tudo e a todos multiversos.
Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.
Existe o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), tanto em meninos como em meninas. No entanto o numero de casos entre meninos é considerado oito vezes maior do que em meninas. Isto ocorre, não por alguma razão neurobiológica mas sim, por uma questão adaptativa e camuflada, que a menina desde cedo consegue suprimir suas verdadeiras emoções. O que acarreta, que nas maiorias das vezes, passa despercebido dentro das mares fisiológicas, inerentes da natural feminilidade humana.
Não estamos diante de novos transtornos infantis mentais como Esquizofrenia, Autismo, Borderline, Savant, Psicose, como muitos imaginam e ate inadvertidamente comentam. Na verdade, tudo sempre existiu, só que os indivíduos menores não eram notados, devemos lembrar que fora do circulo aristocrático familiar, as crianças de um modo geral do século XIX e anteriores, eram consideradas um estorvo social um grupo de sub gente que só davam problemas e trabalhos. A própria historia universal da pediatria, nos diz que consolidou-se como especialidade no final do século XIX, originada da necessidade de reduzir a alta mortalidade infantil e tratar crianças não mais como "pequenos adultos". Sendo assim popularizou-se por volta de 1880.
Só na noite escura que encontraremos a Verdadeira Luz assim como só se encontra a Água Viva quando estiveres perdido no deserto. Só encontraremos as respostas exatas quando esvaziamos nossa mente assim como só encontraremos o justo valor de ser, quando estivermos abandonados dentro de nos mesmo. A plenitude deriva se da escassez pois a abundancia só nos entorpece. Devemos ser sempre potes vazios para com cautela preenche los com sabedorias e quando estiver quase cheio, jamais permita que transborde, espalhe o que aprendeu pelos caminhos a quem precisa ouvir.
O autismo ou Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA, é uma condição especial de cunho neurológico e a literatura cientifica sempre aponta maior incidência em meninos mas de forma alguma, isola o mesmo aspecto do autismo em meninas. No entanto, pela própria natureza biológica da mulher, entre ciclos de humor, diferenças de temperatura e transformações, tensões e ansiedades pré menstruais, ocorrendo pela proliferação de uso de hormônios alimentares, vem acontecendo cada vez mais cedo, dificultando o diagnostico claro e objetivo, neste sentido. A própria mídia da internet dificilmente apresenta uma menina autista como exemplo.
A liberdade do pensamento, reside na estrutura consciente e plena dos saberes. Assim como na independência plena das escolhas, que por hora, acha que é a melhor. O livre pensador, jamais afirma que está certo definitivamente, pois o conhecimento caminha e quando erra, volta atrás por humildade humana do conhecimento, desprovida de vaidade. Reformula, desdiz e corrige para chegar mais próximo da verdade, que nunca será soberana e absoluta.
O Autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é sempre visto como uma condição do neurodesenvolvimento que afetam e se manifestam pela dificuldade na comunicação, interação social, comportamentos e interesses. No entanto, não concordo muito com a dificuldade na interação social, por que na fase infantil, o portador do TEA, até tenta, a aproximação com outras crianças de comportamentos padrão, quase que camuflando seu jeito personalíssimo de ser mas ao primeiro sinal de interesse sobre temas e questões fora da caixa, o grupo dos novos amiguinhos se afastam. A partir desta experiência o autista começa a desenvolver uma camuflagem, que o acompanhará até a vida adulta.
As diversas condições divergentes do neurodesenvolvimento padrão, infantil e adulto, tais como o TOD, Transtorno Opositivo Desafiador. O TEA, Transtorno do Espectro Autista e o TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, não são mais vistos como doenças e sim como maneiras diferentes comportamentais de verem e se comunicarem com o mundo, fora da caixa. Alguns autores chegam a falarem, em comportamentos com diferentes freqüências fora do comum. Outros autores mais espiritualizados, os colocam como indivíduos estrelares pertencentes a um novo DNA dentro do processo evolutivo biológico vindouro, da pós sociedade que ocorrerá, nos próximos anos, uma humanidade mais branda, espiritual, sensível e emocional perante a vida.
O principio da transubstanciação, como dogma católico, que define a conversão de toda a substância do pão e do vinho na substância do corpo e do sangue de Jesus Cristo, durante a consagração, se assemelha ao mesmo principio da reencarnação, na ciência doutrina espirita como a lei divina do sagrado, que consiste em nascer novamente em um corpo físico ou etéreo, permitindo ao espírito imortal multidimensional evoluir ou servir, aprender ou ensinar, assim como reparar erros ou espalhar virtudes derivadas de vidas passadas.
Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.
A verdadeira liberdade social universal é a digna e natural receptividade, de como qualquer individuo se apresenta, em todos os lugares.
LAÇO:
O silêncio é gritante
E o tempo vil.
As horas são infindas
Como infinito é o mar.
Todos que me rodeiam
Não são meus
E os meus
Não me dizem seus.
E em meio a todo esse
Paradoxo de emoções
O tempo esquiva-se
A dizer quem sou eu
Apraz-me o relógio
Com o tempo seu.
Aflige-me o tempo seu
Que segrega o meu.
o despertador tocou,
alguém chamou:
ponho-me de pé.
como será o meu dia?
corrido? calmo? rotineiro?
um curso ordinário
— sem tempo para divagações —
visto-me,
alimento-me,
faço outras e diversas preparações.
saio, caminho: caminhante e passageiro.
passos, pessoas,
passam...
cada coisa em seu devido lugar?
cada coisa só no lugar que está.
passaram, espaços, pessoas e então chego,
ponto.
posso?
agora recomeço:
estou sentado — poderia estar de pé —
há uma música,
há uma voz e
as ouço!
mas compreendo?
sem olhar o outro me preencho com vazio:
este é o meu momento (eu só me pertenço),
sem outros e
sem teorias,
nem sei se tenho pensamentos.
pronto!
que se faz dos meus cabelos?
se os toco,
parece-me que só assim os percebo.
e dos olhos? fechados: parados ou em movimento?
lábios cerrados.
não há palavras:
viva o momento!
ouvidos aguçados, atentos!
agora sou capaz de me sentir por inteiro:
qual o limite do meu corpo?
possuo forma além do conteúdo.
quando me fere, dói,
mas quando me curo não percebo.
— quanta ingratidão!
prossigo...
... para além dos limites do meu corpo.
como estou?
sou eu neste espaço-tempo.
e sei que sou bem vindo ao agora.
(PRIparação — poema musicado com three visions: II, summerland por william grant still e jeneba kanneh-maron).
Não se prenda a definições.
Perceba a existência como uma energia que se expressa no universo por meio de leis naturais.
A compreensão nasce daquilo que se observa, se sente e se vivencia.
É na experiência direta que o sentido se revela, além de conceitos prontos.
A espiritualidade está nesse encontro silencioso com o que é —
simples, presente e em constante movimento.
A chuva começou como um sussurro, depois se transformou em uma cortina densa que tamborilava nas janelas.
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