Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
HETEROCONHECIMENTO:
Regra de Ouro – trate os outros como você gostaria de ser tratado.
Regra de Diamante – trate as pessoas como elas desejam ser tratadas.
Muitos dirão que a religião é boa
Mas, no fundo, estarão se perguntando
Para quem?
Assim como a política é uma coisa estúpida
Mas sempre há pessoas estúpidas governando você.
A religião, assim como a política, são apenas sistemas entre tantos sistemas que criamos para nos escravizar...
Passas,
indiferente, não me diriges o olhar.
Como posso esquecer teu sorriso menino,
Teus lábios tocando aos meus,
A paixão que nos envolvia,
Como posso esquecer nossas noites,
nossas aventuras, o corpo vibrando de prazer...
Agora a vida não tem mais sentido,
Estou solta pelo mundo,
Esperando pela vida,
Por ti que me queres fazes sofrer,
Domina-te e não me faças morrer,
Só quero te amar, ser feliz e viver...
Sabe o que dar a você querer ajudar todo mundo, ser bonzinho demais?
No fim, você sai como o ruim da história, o falso, o intrometido, o chato, o isso e o aquilo.
Então o negócio é trocar o foda-se. aprender a ser bonzinho consigo mesmo, e se colocar em primeiro lugar antes de tudo e todos.
É incrível como uma pessoa pode nos trazer tanta alegria: pequenos gestos, alguns sorrisos, doses de carinho, abraços apertados, uma pitada de compreensão e muito respeito, assim, está aí o resultado: Boas amizades
O 'felizes para sempre' pode ser todos os dias, depende de como você aproveita os momentos que recebe.
Errar não só é humano, como necessário. O desenvolvimento e a aprendizagem ocorrem muito mais através da análise de nossos erros do que pelo louvor de nossos acertos. É preciso ter a coragem de errar.
Evite entregar-se excessivamente aos outros; do contrário, corre o risco de ser tratado como um objeto.
A chuva chegava sem pressa, como quem volta para casa depois de muito tempo. Cada gota parecia hesitar antes de tocar o chão, suspensa numa dúvida que só o céu entendia. E lá embaixo, as nuvens subiam do asfalto quente — não eram de vapor, eram de memória, de coisas que a gente deixa para trás sem perceber.
No meio dessa confusão de águas, havia um espelho velho, encostado em nada. Ele não refletia rostos, refletia saudade. Você olhava e via a versão de si que não escolheu, parada do outro lado, também te olhando. Doía um pouco. Doía bastante, na verdade.
E o relógio? Ele não tinha ponteiros, só tinha paciência. Marcava horas que a gente não viveu, minutos que escorregaram entre os dedos enquanto distraímos. Às vezes eu pegava ele no colo e sentia o peso do tempo perdido — não é culpa, é só... vida.
O amor é como apreciar o pôr do sol, você não tenta possuir esse momento e nem mesmo teme que ele se acabe…
Você deixa fluir, admirado, desapegado e apenas vivencia o instante!
Assim como a borboleta nasce de um casulo, o amor também nasce de processos silenciosos que transformam quem somos.
Ele veio sem ruído,
belo como o silêncio que antecede a resposta.
Chamava-se Azzael,
e em seus olhos não havia fim,
apenas passagem. O seu rosto era igual ao meu.
Mostrou-me portas,
não eram de madeira,
eram feitas de tempo.
Algumas eu atravessei,
outras respeitei com distância,
porque nem toda lembrança pede retorno.
Nas portas que abri,
vi rostos que amei
e vozes que ainda moram em mim.
Vi os que partiram
não como ausência,
mas como presença amadurecida em saudade.
Cada entrada era um espelho:
não do que perdi,
mas do que me tornei.
E entendi, enfim,
que a morte ali não encerrava nada,
apenas organizava a eternidade do afeto. Ele partiu e eu perguntei se ele iria voltar, olhou para trás e sorriu igual ao meu sorriso e me disse que talvez, mas naquele momento por ele parecer comigo, senti que iria voltar.
Quando acordei,
as portas não estavam mais diante de mim,
mas continuavam dentro.
Seja raro pelo que habita dentro de você.
Pela forma como enxerga o mundo,
como trata o outro, como permanece luz
mesmo em dias nublados.
Tem gente que brilha por ostentação.
Mas há aqueles cuja luz vem da alma,
e esses, ah… esses são inesquecíveis.
Contra a Corrente
No tempo em que tudo escorre,
em que laços se desfazem como névoa
e palavras duram menos que um clique,
há quem fique.
O mundo ensina a ir embora.
Ensina a trocar,
a substituir,
a não insistir.
Mas dois passos seguem no mesmo ritmo
sobre a calçada da realidade.
Sem espetáculo.
Sem promessas gritadas ao vento.
Apenas presença.
Braço que envolve.
Mão que permanece.
Silêncio que entende.
O amor, quando amadurece,
deixa de ser chama inquieta
e vira brasa firme,
aquecendo sem alarde.
Num mundo líquido,
permanecer é rebeldia.
Caminhar junto é resistência.
E enquanto tudo ao redor se dissolve,
há quem transforme o tempo
não em desgaste,
mas em raiz.
A pele negra é quente…
quente como a terra que guarda o sol mesmo depois do entardecer.
É quente de história, de resistência, de memória que pulsa.
Carrega a ancestralidade de um continente que ensinou o mundo a dançar, a lutar, a sobreviver.
É quente porque não é ausência de luz,
é excesso de vida.
É cor que abraça, que envolve, que acolhe.
A pele negra é quente como abraço demorado,
como tambor que vibra no peito,
como raiz que não se curva ao vento.
E quem aprende a enxergar além da superfície
descobre que essa temperatura não queima,
aquece.
Quem ama no espírito não precisa de pressa para provar o que é; assim como Pedro, descanso na certeza de que 'Tu sabes tudo'. O amor verdadeiro apenas 'é', e o que nasce de Deus floresce na calmaria de quem conhece o coração do outro
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