Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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⁠Se Deus expulsou Adão do Éden por causa de um pecado, como é que podes tu esperar entrar no paraíso com os teus?

Teologia Arminiana

⁠Como um navio é movido pelas águas e soprado pelos ventos, assim os escritores bíblicos foram movidos pelo impulso do Espírito Santo.

Arminianismo Brasil

Como identificar os falsos doutores (2º Pedro 2.1)? São aqueles que ousam tagarelar em passagens onde a Bíblia se cala.

Marcelo Rissma

⁠A Graça é como um oceano. Nós somos os peixes. O peixe não tem o oceano. O oceano, no entanto, tem o peixe. Portanto, minha segurança é porque creio que vivo num oceano onde tudo é Graça.

⁠O processo de Deus é como o trabalho de um Escultor (Jeremias 18) divino esculpindo Seu Filho Jesus em nós.

⁠Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo!

⁠Marcos 7.6-8: Jesus respondeu: Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: Este povo Me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão Me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens. Jesus não deixou nenhuma duvida nesse tema. Por causa da tradição, anulamos no decorrer da história muitas experiências neotestamentárias. As novas gerações de lideres devem evitar as tradições vãs dos homens, como também as novas doutrinas e os modismos dos novos “apóstolos”. Devemos voltar ao caminho antigo, como certa vez alertou o profeta: Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma. (Jeremias 6.16). Caminharemos no caminho antigo? Ou continuaremos seguindo as tradições de homens? Vamos abraçar as novas doutrinas e modismos ou vamos perseverar na Sã Doutrina? Voltemos a simplicidade do Evangelho.

⁠2ª Timóteo 2.15: Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da VERDADE. Manejar bem a palavra da VERDADE é não distorcer o texto para proveito próprio, é não violentar o texto para enganar o povo, é não interpretar o texto para manipular a fé do povo, é não fazer uma exegese demoníaca para tomar o dinheiro do povo, isso é manejar bem a palavra da VERDADE!

⁠Deus não é linear! Deus não está condicionado na linha do tempo como os humanos; Deus não cabe em pacotes teológicos; Deus não pode ser sistematizado; Deus não tem começo e nem fim; Deus não existe, Ele É.

Ideias são como sementes, uma hora elas germinam.

"Como a realidade deve ser chata, para quem não tem o dom da imaginação."

O fundo é o que menos espera.
O futuro é agora.
O mar é como um vento.
Nada se encontra, mas você o pode sentir. ★
Então o que estamos esperando? Nada, só se aprofundar nele. †

⁠Será que ainda me AMAS como antes?

Entre as lacunas dos dias cinzentos,
Teus vácuos me envolvem, me consomem.
Cada ausência tua é um golpe,
Que minha alma silente não nomeia.

No vazio das tuas não-respostas,
Minha mente vagueia, inventa dores.
Imagino cenários de tua indiferença,
Crio fantasmas de antigos amores.

Teu silêncio é um mar que me afoga,
Um abismo que me puxa para o fundo.
Cada ausência tua é um grito mudo,
Ecoando incertezas pelo mundo.

E nos labirintos da minha mente,
Surge a dúvida cruel que me devora.
Será que ainda me amas como antes,
Ou teu amor se perdeu, foi-se embora?

Cada vácuo teu é uma punhalada,
Uma sombra que assombra meus dias.
Tua ausência é dor constante e fria,
Que esmaga esperanças, rouba alegrias.

No silêncio, meu coração grita,
Num desespero que tu não escutas.
Teus vácuos são feridas abertas,
Que sangram medos e amargas dúvidas

memória apagada


me apagou da sua memória feito arquivo,
como quem fecha uma janela sem olhar o céu.
fui palavra que não coube na tua página,
fui verso que não rimou com teu tempo.

e no teu gesto simples, quase sem peso,
desinstalou-se o que em mim era inteiro.
não houve drama, nem despedida
só o silêncio de quem não quer lembrar.

mas eu, que ainda guardo tua voz em pastas invisíveis,
sigo abrindo arquivos que você renomeou como nada.
sigo lendo entre linhas o que você quis esquecer,
como quem revisita cartas que nunca foram enviadas.

porque há amores que não se apagam,
mesmo quando deletados.
eles ficam —
em cache, em sombra, em sonho.
em mim.

24/10/25

trazer pra vista o que não se traduz

há coisas que não cabem em palavras,
como o silêncio entre dois olhares,
ou o peso leve de uma saudade que não se nomeia.

há gestos que falam mais do que a língua alcança,
como o toque que diz “fica”
sem nunca ter dito “vem”.

trazer pra vista o que não se traduz
é como tentar mostrar o cheiro da infância,
o som da ausência,
a cor de um pensamento que nunca foi dito.

é desenhar com vento,
escrever com pele,
falar com olhos.

é fazer do sentir uma linguagem,
mesmo que o mundo não saiba ler.

porque há verdades que só o coração entende,
e há presenças que só se revelam
quando o verbo se cala.

Tentar adquirir experiência apenas com teoria, é como tentar matar a fome apenas lendo o cardápio

Oração de Força e Propósito



“Deus, assim como sustentaste José em cada desafio, sustenta-me também.



Dá-me saúde para continuar, coragem para enfrentar as injustiças e sabedoria para agir com excelência, mesmo nos momentos difíceis.



Que eu nunca perca a fé nos sonhos que colocaste no meu coração,



e que cada passo, mesmo nos vales, me leve ao propósito que preparaste para mim.

Amém.”

A ganância do homem raramente começa como maldade.
Ela nasce como medo.

Medo de faltar.
Medo de ser pequeno.
Medo de voltar a ser ninguém.

No início, é só cuidado. Depois vira acúmulo.
O problema é que o limite quase nunca chega — porque a ganância não quer coisas, quer controle.

Quanto mais o homem tem, mais ele teme perder.
E quanto mais teme, menos ele confia.
Aos poucos, troca relações por vantagens, princípios por conveniência, caráter por resultado.

A ironia é cruel:
a ganância promete segurança, mas entrega prisão.
Promete poder, mas produz vazio.
O homem ganha o mundo e perde o senso de “basta”.

E quando tudo vira meio — pessoas, tempo, até a própria alma —
ele já não sabe mais se vive para possuir
ou se possui apenas para não encarar o que falta dentro.

A ganância não é excesso de desejo.
É falta de sentido.

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

Raízes aladas do morro rasgam o solo seco, voando pro fundo do céu como samba enlouquecido no carnaval. Espelhos devoram sombras próprias, refletindo vazios que gingam frevo bêbado nas ladeiras. Flores de ipê brotam em bolsos de relógios parados, ticando silêncios eternos sob o sol de Copacabana. O peso de uma asa de papagaio esmaga galáxias de pó de purpurina, enquanto rios do Amazonas invertem o fluxo, subindo em espirais de névoa úmida. O eco de um pandeiro constrói muralhas de vidro frágil, como promessas de político em ano de eleição. De repente, o caos se aquieta no batuque da vida: essas raízes são os laços da favela ao firmamento, voando pro abismo celeste da alma brasileira. No fundo do céu, o samba-enredo revela o lar — frágil, mas eternamente nosso.