Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Embrulho
Como vou escrever poemas,
como vou redigir cartas
Meu coração está tomado de tristeza
Sinto que ele foi embrulhado por um saco plástico
Esse embrulho aperta meu coração, cruza ele por dentro
Aperta tão apertado que ele não bombeia sangue
Não tem sangue no meu cérebro, como vou escrever poemas sem a cabeça funcionar?
O máximo que posso fazer é lamentar
lembrar de quando meu coração era virgem sem embrulho
De quando meu cérebro tinha sangue pra ficar ocupado pensando em poemas sobre você
Lembro como se fosse agora…
o mundo seguiu, mas pra nós dois, tudo silenciou.
Foi naquele instante que o tempo decidiu parar,
só pra contemplar algo raro: o nascimento do nosso amor.
Que amor é esse…
que desacelera o universo,
que faz o coração falar mais alto que qualquer razão,
que transforma segundos em eternidade só de estarmos juntos?
É um amor que não se explica… se sente.
Que não se mede… se vive.
E que mesmo se o tempo voltar a correr,
sempre vai encontrar a gente no mesmo lugar:
um no coração do outro.
Conselhos deveriam ser como remédios amargos em uma prateleira de farmácia.
Pois só quem busca esses medicamentos são pessoas que realmente necessitam e buscam a cura do mal que os aflige.
Conselhos são para quem realmente os segue e querem mudança.
A bela bailarina
gira no ar, leve como o vento,
obra prima
movimento, encantamento.
beleza feminina
SEUS pés desenham círculos de luz,
sua dança seduz.
A bela bailarina
mágica, mística,
movimento e poesia,
pura simetria
pura Delicadeza,
Disciplina
Rara porcelana
Dança divina
(Trecho da canção A Bailarina de Eddie Paes)
O Nosso Pai é tão Bom
Lindo como é
É maravilhoso o Dom
Que Ele nos deu a Fé
Seguir o caminho de beleza
Para onde ele vai
"Quem maltrata a natureza
Está ferindo Nosso Pai!"
Todos os dias magoando
Desrespeitando seu irmão
Destruindo,derribando e assustando
Quem é puro de coração
Se arrependam agora
Façam a transformação
Pois Ele vem sem demora
Para dar a retribuição!
A perda não leva apenas o que amamos. Ela deixa em nós o espaço exato da ausência, como um molde invisível. E é nesse vazio que a saudade planta raízes, transformando o silêncio em memória viva.
As pessoas boas estão partindo em silêncio, como se o mundo já não soubesse acolhê-las. E, em nós, deixam saudades que não se pagam com o tempo, porque nenhuma ausência substitui o calor da companhia, nem o abrigo de uma palavra amiga.
Como um barco sem leme girando ao sabor das ondas, é o tolo repetindo os ciclos da própria ignorância
Não finja amor,
Distribua-o.
Trate a cada um como for,
Retribua-o!
No reino da falsidade,
Não impera o valor.
O que predomina é a maldade,
Um fogo sem calor!
É preciso parar de preocuparem-se com tantos problemas, eles existem, não há como negá-los, mas concentrar-se neles, apenas desgasta a alma e bloqueia sua visão para o que pode acontecer de melhor na sua vida. O momento é de entrega: Se não entregarmos nossos problemas,
Ficaremos sempre com eles, batendo na porta de nossa consciência!
Quem não acompanha a evolução incomoda-se ao ponto de desaconselhar o avanço, como se a escolha de todos deveria ser ficar parado de olhos fechados para os avanços que ocorrem no mundo.
Acredito que temos que lutar para termos condições para fazer o melhor e sendo assim, aprender com o grande ALBERT EINSTEIN que defendeu que o tempo é mais devagar na velocidade da luz ou escolher a estagnação e testemunhar somente o tempo passar rápido.
Eu, porém, escolho viver na "velocidade da luz" e este é o meu conselho: mova-se faça acontecer!
Nascemos para brilhar!
"O Café"
O lavrador planta a semente,
Assim como cuida da esperança.
Com zelo, amor benevolente,
Como quem protege uma criança.
O tempo passa, a planta cresce,
Belas flores, promessa de fruto.
Na colheita ninguém amolece,
No labor do trabalho bruto.
O sol seca então o grão,
No terreiro inspirador.
Vira e mexe como um refrão,
Pelas mãos do lavrador.
Depois se torra o grão,
Na torrefação escaldante.
No calor, o suor no chão,
Num trabalho árduo e constante.
Segue então para o moinho,
Moído em tamanho diferente.
Coador, prensa ou cafezinho,
Ou expresso para nossa gente.
Embalados e transportados vão,
Seguem rumo à nossa cidade.
Na viagem, cuidado e atenção,
Carregando história e dignidade.
Nos mercados ficam à espera,
Com sua história ainda acesa.
De uma cadeia que prospera,
Do suor do campo à nossa mesa.
Preparamos então o café,
Num ritual quase sagrado.
Com carinho, paciência e fé,
Tomado só ou acompanhado.
Conhecendo agora esse labor,
Do cultivo ao legado sagrado.
Como ousa mudar seu sabor,
Tomando café adoçado?
Nilton César Cavenaghi
Outubro 2022
Uso autorizado desde que não retire ou acrescente nada e NÃO omite nome do autor.
Doce Prisão
Me sinto como uma peneira com blocos de gelo,
tentando não deixar escapar o que sinto
para que você não perceba, porém,
isto é mais fervoroso que o sol de meio-dia.
Tento não alimentar o sentimento que me aprisiona
e, ainda assim,
não resisto ao feitiço que me envolve.
Vivo nesta doce prisão
de esperar que aconteça
aquilo cujas chances são ínfimas.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Tenho medo de virar a maçaneta
e, nessa nova vida,
você não fazer parte dela como eu gostaria.
Assusta-me que meus olhos não brilhem
como brilharam por você naquele dia.
Tenho medo que a felicidade da espera não passe
e você nunca venha.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Tenho medo que esse sentimento nunca suma
e eu me aprisione às lembranças
do que nunca aconteceu.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Tenho medo de partilhar minha vida
Com esse sentimento constante de fuga
correndo desse bicho-papão que me persegue.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Tenho medo das gérberas, pois só queria
te dar três destas flores,
no sentido mais puro de cada uma:
eu amo você.
Tenho medo que você saiba desse sentimento
e nos apartemos de vez.
Tenho medo de você virar apenas uma lembrança
daquilo que aconteceu
e do que poderia ter acontecido.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Tenho medo de nunca retornar
a ter a liberdade da qual gozava
a liberdade de não sentir isso,
de não imaginar nós,
de não desejar que fique,
de não ser você,
o meu primeiro e
o meu último pensamento do dia
Tenho medo, tenho medo, tenho medo
Tenho medo de conseguir
a liberdade que anseio,
e não saber com o que ela fazer,
de remover o pedaço de mim
que é você
e não ser mais completo
tenho medo, tenho medo, tenho medo.
Você me desarma,
você faz me sentir indefeso
você, você, apenas você
Mas...
mesmo com todo esse medo,
ainda há você em cada canto do meu peito,
e, de algum modo,
não consigo — e talvez não queira — deixar de te querer.
ninguém terá o que é bom, somente negando o ruim.
Assim como não garante estar com Deus, aquele que apenas nega ao diabo...
O tempo se arrasta quando se espera; e no deserto, ele parece ainda mais lento, como se a eternidade coubesse em cada instante
O tempo se alonga quando se espera; no deserto, ele se veste de silêncio e se derrama como uma eternidade em cada grão de areia.
Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como guia da alma e luz em nossos caminhos.
Falar de amor é falar do que é bom e aprazível aos nossos corações. Que possamos ter esse amor como força para seguir, perdoar e recomeçar.
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