Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Um jovem escritor.
Minha vida é como uma imensa praia de muito areal e pouca maré. Preciso de água: as dislexias em semântica, passarinhos a miar nas sentinelas dos caranguejos, sóis a formar plebe em nome da lua. Dispo-me. Não tenho vergonha de me expor. Salve Drummond que compreendeu toda precisão do mundo: pessoas, cafés, livrarias. As notas estrugem como vulcões: música, versos, pelicanos e outras delicadezas tímidas do dia. Há em mim enxaquecas dos byronianos, a vontade de encontrar o que perdi (despretensiosamente), fichas de carrossel. E essa manhã que ainda não raiou... Volta?
....e a vida como uma caixinha de surpresas! Uma verdade esquecida! Precisa sim, ser mais valorizada, preservada e retomado o seu verdadeiro sentido.
Render graças e dar glória ao nosso Deus é o que nos cabe fazer à Ele, que já não se mostra tão tolerante a esse suicídio coletivo! E não adianta culpá-lo pela chuva forte, pelos tremores, vendavais ou deslizes de terras, nem pela elevação das marés, pois tudo está depositado e debitado em nossa conta conjunta. Ah!, ...e por nós mesmos!!!
As pessoas entram na minha vida sem avisar, naqueles momentos de distração e acabam por sair como num passe de mágica.
Eu nunca senti vontade de impedir que partissem... Também não sei dizer que seria melhor se ficassem... passei a acreditar que foi melhor assim... A maioria saiu sem deixar saudades... Algumas vezes foi diferente no início, mas o final foi inevitavelmente igual.
Eu ainda não sei dizer se isso é uma benção ou uma maldição.
Eu já estou tão cansado de tudo isso.
UMA VIDA
Esta é a história de um garoto pobre como tantos que aqui vivem neste país que, com o seu suor e o seu sangue, ajudam a construir o nosso tão desolado e desacreditado Brasil.
Aquele garoto, filho de um lavrador de mãos e pés calejados pelo uso da enxada, da foice e pelas longas caminhadas, levantava-se todos os dias bem cedo para levar a marmita com a comida para ele, o seu pai, num dos pontos mais distantes de uma enorme fazenda, onde trabalhava enfrentando o sol causticante e a chuva às vezes inclemente.
Todos os dias a mesma rotina. O cão vira-latas, magro e desnutrido ficava à porta da casinha com os olhos fixos naquele menino pobre esperando poder, junto dele, caminhar até próximo do seu dono para aplacar a sua fome. A felicidade e a fidelidade estavam estampadas no seu semblante alegre enquanto percorriam a longa estrada de terra.
Aquele pai com toda simplicidade e experiência adquiridas durante longo tempo, usava a enxada para desbastar a terra, aplainá-la tirando dela as impurezas, as ervas daninhas que pudessem prejudicar a sua tão importante missão. Ele o fazia todos os dias, durante anos a fio como o maçom de fato, o faz também. Com o malho e o cinzel, com toda a paciência do mundo, vai desbastando as arestas da pedra bruta que prepara para a construção do seu tempo interior. Faça chuva, faça sol lá está ele sobre ela aplainando-a, alisando-a até que um dia ela se torne uma pedra polida.
Aquele garoto passara pelo mesmo caminho durante vários anos sem se dar conta do que compunha e embelezava aquela viagem que fazia com amor, pelo seu velho e já cansado pai...
Certo dia, vendo uma vaca, passou a observá-la e começou a pensar. Esta aí, além de fornecer o leite tão importante para as crianças deste mundo de Deus, nos dá o couro, e também, a carne que nos alimenta. Aqui na fazenda, ainda colabora com o esterco que deixa as plantações verdinhas e a horta sempre bonita e produtiva.
Olhando mais adiante viu um grande e fogoso cavalo e logo pensou também na sua utilidade. Além de um excelente meio de transporte para levar o seu dono a lugares inacessíveis aos carros, ele também ajuda a levar para a cidade parte de nossa produção, puxando carroças e mais carroças cheias de arroz, feijão, verduras e muitas coisas mais. Também ele colabora com a sua parte de adubo para robustecer e embelezar as plantas.
Mais à frente ainda, encontrou uma quantidade enorme de galinhas e lembrou-se dos ovos, das penas e da saborosa carne que durante muitos anos servia de alimento somente para pessoas doentes ou ricas, mas que agora, conforme dizem por aí, todo brasileiro, principalmente os pobres, estão comendo muito, até demais...
E assim, foi aquele menino estrada afora conduzindo no bornal a marmita que continha a comida do seu pai que já devia estar ansioso para comer, dado o tempo que saíra de casa para trabalhar...
Lá chegando, abraçou o velho amigo e passou-lhe aquela marmita que ainda estava quentinha e, enquanto o seu pai saboreava tão necessário manjar, ele afastou-se um pouco e começou a observar aquele que era o responsável pela sua existência terrena... Olhava firme e carinhosamente para ele e pensava, pensava, pensava... Mas, o que poderia estar pensando naquele momento tão sublime? O que poderia ele estar pensando?
Somente parou de pensar quando recolheu a marmita e, despedindo-se beijando o rosto do pai, voltou pelo mesmo caminho que tantas vezes trilhara e que, outras tantas continuaria trilhando.
Será que aquele caminho poderia ser chamado de caminho da esperança? Caminho da desilusão? O nome talvez não importasse muito para aquele garoto... E para o seu velho, cansado e corajoso pai?... O que poderia significar também, para aquele cãozinho magro e descolorido?
Divertir-se - seja lá como for - ajuda a ter uma vida mais plena mesmo que as sombras não aceitem isso.
O ciclo de cada existência é como a vida de uma árvore, desde o inicio de suas raízes. Quando se perde parte das raízes, a árvore jamais volta a ser o que era antes, assim como o ser humano que esquece sua essência, mascarando sua verdadeira face, esquecendo que na vida ele não é dono de nada e sim parte do todo. A terra que pisamos não é nossa e sim parte do que somos, cuidamos dela e ela cuida de nós.
Tirei alguns minutinhos pra escrever o que estou a viver . Olhe sua vida como se fosse única pra sua saúde veja dentro de você o que precisa pra ser melhor.
O teu olhar é como a luz do luar q in candeia a escuridão trazendo luz vida e emoção a tua voz é como harmonia em uma canção q alegra o coração seu sorriso é algo q encanta e deixa sem ar quero tanto te amar
"É incrível como a vida sempre nos leva para caminhos diferentes. A gente acerta, erra, foge, volta, mas não adianta, é sempre assim, do jeito que a vida quer."
Nós nos achamos especiais
Pensamos que somos os melhores
Pensamos que a vida é como um filme, que teremos um final feliz, e vários amigos leais
Nós pensamos que somos os mocinhos da história, que a verdade caminha ao nosso lado, que fomos escolhidos para algo
Achamos que em determinado momento da vida alguém vai achar nossa normalidade ou esquisitice fofo e vai caminhar ao nosso lado
Achamos que merecemos mais e não nos contentamos com pouco, mesmo vendo que talvez esse pouco seja demais
Corremos contra o tempo, choramos com canções, controlamos o vento, despedaçamos corações como se não importasse, como se aquela pessoa fosse menos pessoa que nós
E esperamos, esperamos alguém que nos veja por de trás da armadura que a vida nos fez vestir
Não somos maus por natureza
Somos tolos por pensar que sabemos tudo, que precisamos ter tudo, que a felicidade é um hiate e sorrisos falsos, como diria Malu "A felicidade está nos microssegundos", naqueles breves momentos de riso espontâneo, naquele abraço gratuito
Nós nos achamos especiais, porque é dito que somos o tempo todo, e ser especial é ser diferente, mas na realidade a diferença virou moda, hoje em dia o diferente é ser normal.
A vida de um poeta é como um livro mas um livro diferente de todos os outros, um livro mágico e incrível, tão perfeito que a cada novo segundo; pode ser mudado!
OS RIOS
Rios,
Águas correntes,
As margens,
Fazem lições de vida:-
Nascemos tênue
Como um fio,
Eternizamos-nos
Como as pororocas!
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