Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Mesmo cansada, eu me ergo em Deus,
Pois quem me sustenta é o Eterno.
A alma pode até chorar no travesseiro,
Mas há Céu por perto.
Não vou me entregar às vozes da dor,
Nem aos medos que tentam me parar.
Serei forte, não por mim mesma,
Mas porque o Senhor me faz caminhar.
Não é sobre o que sinto, é sobre o que creio.
E eu creio que há sol, promessa e calor.
Mesmo quando tudo parece sombrio,
Então ergo meus olhos, não para o que muda,
mas para o Deus que é constante e fiel.
O céu pode nublar, a alma até chorar,
mas meu coração está voltado para o Céu.
“Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.”
— 2 Coríntios 5:7
Eu o vi no caminho da dor,
Com os olhos cansados, sem direção.
Já não andava com o brilho de antes,
Levava no peito a contradição.
Eu não o julgo, eu reconheço,
Também já chorei na escuridão.
Sei que às vezes o mundo atrai,
E tenta calar o som da salvação.
Mas oh, meu irmão, eu ainda creio,
Que a graça te alcança outra vez.
O Pai continua à porta, esperando,
Com vestes novas e anel de Rei.
Oh, que eu viva para esse dia,
Com olhos fitos na eternidade,
Com o nome gravado entre os salvos,
Marcado pela verdade.
Senhor, grava meu nome no Teu livro com o Teu sangue, e guarda minha alma no Teu amor. Que eu nunca perca de vista a eternidade, e que a minha vida aqui Te glorifique. Em nome de Jesus, amém.
Porque Ele diz: Eu te ouvi no tempo aceitável e te socorri no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação."
(2 Coríntios 6:2)
Hoje é o dia em que os céus estão abertos!
Hoje é o dia em que o Pai estende os braços!
Hoje é o dia em que Jesus chama pelo nome e oferece nova vida!
“Raiz”
Eu não nasci leve.
Fui chão.
Fui barro pisado, seco, rachado…
mas nunca vazio.
Carrego nos ossos histórias
que ninguém teve coragem de contar.
E mesmo assim, olha eu aqui —
de pé, inteiro, respirando futuro.
O mundo tentou me ensinar a dobrar,
mas eu aprendi foi a criar raiz.
Porque quem cria raiz,
não sai voando à toa…
fica, resiste, cresce.
Tem dia que o silêncio pesa,
que a alma grita baixo,
que o espelho pergunta coisas
que eu ainda não sei responder.
Mas eu sigo.
Não bonito, real.
Não perfeito, vivo.
Porque viver não é sobre vencer todo dia,
é sobre não se abandonar
quando tudo dentro pede desistência.
E eu não me abandono.
Nunca mais.
VERSOS FLUTUANTES...
E é nesse mundo que habita
em mim que só eu conheço…
que sobrevôo por recantos
indevassáveis e incorpóreos
e flutuo num vazio disperso…
quando retorno vejo apenas
manuscritos de meus versos…
E agora o que eu faço?
- Aquieta teu coração para que bata num mesmo compasso e
siga teu caminho sincronizando teus passos!
Nesta manhã que se revela restrita e do céu eu imagino minhas lágrimas de chuva. O que tenho é apenas um teto de nuvens e um chão de terra que habito sem conhecer, apenas caminho nos meus sonhos de suspiros líricos onde existe a esperança e vejo muito além do meu arco íris interno que talvez esse amanhã dentro de mim não chova mais e o sol fulgente resplandeça de vez, enquanto isso a vida passa e tudo que penso que tenho me faz falta...Mas aí eu finjo que me basta!
Minhas lágrimas fizeram um mar de esperança, onde só eu enxergo o horizonte dentro da minha menina dos olhos.
Fico triste quando acham que eu não sei de nada, no entanto, eu já sabia de tudo e fico só esperando na retaguarda.
Preciso encontrar logo a saída desse caminho para que eu não precise voltar e passar por ele de novo.
Um pouco de alegria? - Sim!
Ver cores, luzes, sorrisos além dessa janela é só o que eu quero...
Tempo morto? -Talvez! Mas que ressuscita sempre nessa mesmice estagnada.
Viver? – Como? Se essa vida que eu vivo é só quimera.
Eu vi uma casa no campo com flores silvestres e um lago de cisnes. Vi anjos em forma de luz que brincavam com as nuvens feitas de algodão. Ouço vozes celestiais vindo em minha direção e me cobrem com um véu transparente que flutua do céu. Vejo bordado nele respingos de um vermelho rubro. Olhos meus dedos e vejo tinta como fossem gotículas de sangue que choram do meu coração. Sono. Pálpebras seladas por um esquecimento lúgubre.
Eu vi o arco íris no céu!
O meu eu se atrelou a Terra e minha forma etérea decolou numa viagem astral. Encontrei-me numa linda nave espacial. Viajores do tempo eu vi e também o lindo e incomensurável arco íris no céu. Então eu a avistei a Deusa Ísis que me disse: - Veio buscar o tesouro? Mas não vais encontrar, pois ele está incrustado nas encostas mais íngremes do teu subconsciente. Atrelagem num pouso rasante. Sonho que desperta!
Onde eu estiver nunca vou encontrar o que vim buscar aqui. Preciso me reencontrar primeiro, antes de achar tudo aquilo que deixei, ou perdi.
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