Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Pare de se diminuir. Você é grande, capaz e nasceu para ser trilionário. Eu acredito em você — vem comigo!
"Eu nasci para a riqueza trilionária, mas com Deus no coração. Não vou fazer mal a ninguém para crescer. Minha vitória vem da obediência e do amor ao próximo."
"Hoje eu escolho Jesus, não porque sou perfeito, mas porque preciso de um Salvador que me ensine a viver com dignidade e transformar minha dor em propósito."
💬 Tem gente aí buscando atalhos... eu preferi ler
📘 O Segredo para se Tornar Trilionário
💭 Agora deixa que o tempo responde por mim.
Amor, eu tenho dois olhos, um pra ver de perto e o outro pra te ver de longe. Quando estou ocupado no dia a dia e fecho um deles, mesmo assim com um dos olhos fechado eu só tenho um cérebro (que dois lados tem) to enrolado, só vejo vc. De longe te amo, de perto te amarei pra vida toda!
Eu estou muito velha para esse negócio de ficar
Tenho muita pele dos dias por viver
E aprendi: ficar é um verbo frouxo, que não cabe no meu corpo [não cabe].
Quero alguém que não venha por carência —
mas pela urgência do ser a dois.
Alguém que se sente do meu lado com firmeza,
como se ser parelha fosse natural, inevitável.
Alguém que apresente minha pele–história
à família, aos velhos amigos —
como quem expõe um gesto de honra.
Quero alguém que seja coautor da casa que habita meu sonho:
cada cômodo planejado no calor do desejo compartilhado,
cada canto respirando o nosso agora e o depois.
Quero alguém que entenda que construir família
é um verbo contínuo —
não um projeto estático,
mas o pulso insistente das certezas e dúvidas
que se renovam e endurecem e curam juntos.
Quero alguém que saiba
que votos não são palavras soltas ao vento,
mas carnavais de promessa,
ternuras assumidas em público,
como se cada “até que a morte nos separe”
fosse gravada na carne do tempo.
Estou velha demais, disse:
velha para brinquedos de amor novo,
para encontros sem peso,
para corações improvisados.
Quero alguém que queira morar dentro dos meus medos e descobertas,
que saiba que ficar é escolher
não fugir daquilo que assusta —
mas abraçar o medo como se fosse casa.
Eu já sou casa,
sou árvore, sou vento e sou cinza.
Quero alguém que me encontre inteira,
com minhas ranhuras e minha fome de pertencer —
pertencer a um “nós” mais vasto que o medo,
mais vasto que a própria solidão.
Essa pessoa que você acredita ser não é o seu verdadeiro eu,
mas uma réplica do que você criou para representá-lo.
Enquanto você chora, sua réplica sorri e parece estar bem.
Quando traída ou magoada, sua réplica esconde sua dor como uma máscara que esconde sua fragilidade.
Seu verdadeiro eu nunca é visível.
Afinal, você não quer que a sociedade o veja exatamente como você é por medo de ser rejeitado ou excluído...
Se você soubesse o quanto eu te imagino agora... minha boca colada na tua, te deixando sem ar, minha mão escorregando por debaixo da tua roupa sem pedir permissão, sentindo cada parte tua implorando por mais.
Quero te ver perder o controle, gemer meu nome baixinho e implorar pra eu não parar.
Eu não sou de pressa gosto de torturar com prazer, de te deixar louco só com a ponta da língua e o meu olhar cheio de malícia.
Quero você de olhos fechados, tremendo sob meus toques, sentindo cada segundo como se fosse te consumir por dentro.
Se dependesse de mim, você não ia dormir. Ia passar a noite toda sendo meu… do jeito mais intenso e sujo, mais meu.
A confusão entre público e privado dissolve limites, mercantiliza o eu e transforma autenticidade e privacidade em raridades esquecidas.
Quando público e privado se confundem no traço, o eu vira produto, a alma perde o espaço — e o que era raro vira descaso.
Eu sinto na pele: quando a gente quer de verdade, não tem obstáculo que segure.
A vontade que pulsa aqui dentro é maior que o medo.
E enquanto eu souber o que busco — nada vai me parar.
Alexia, quero que saiba
Eu tenho medo
Medo de te pedir em namoro
Pois eu não sei sua reação
Você diz que me ama
Mas mesmo assim
Eu sempre tenho um pé atrás
Até porque você é muito linda
Tanto que sempre tem alguém querendo você.
Ah, se eu soubesse que era a última vez que leria suas mensagens diárias e cristã, teria rompido distância como um vendaval, só para te dar um último abraço e dizer que te amo.
A minha autoestima, muito tempo que eu não vejo, Talvez esses problemas são causados por mim mesmo são lágrimas e não drogas que deixam o meu olho vermelho, talvez eu encha lugares com minhas esperanças e medos.
O Cincar Noturno
Não era o fumo que eu buscava,
era a noite.
A noite que dormia nas ruas vazias,
no asfalto úmido refletindo néon,
no silêncio que respira entre os prédios.
O maço? Apenas o pretexto,
a moeda de troca com o escuro.
A porta rangendo não foi interrupção, foi passagem.
O corpo, pesado de horas paradas,
desdobrou-se em passos,
e cada passo foi uma pergunta
ao chão das sombras.
Na bodega iluminada a ferro,
o balcão era um altar de luz fria.
O caixa, um sacerdote do trivial,
entregou-me o pacote retangular
— cápsula de folhas mortas —
sem saber que me dava
a chave de um reino.
Mas o milagre não estava no objeto,
e sim no regresso:
o ar noturno lavando a face,
a lua (sempre cúmplice)
desfiando fios de prata nos fios elétricos,
o próprio peso do maço no bolso
pequeno âncora do presente.
Ah, a magia!
Morava no intervalo:
na ponte entre o quarto estagnado
e a rua que pulsa devagar,
no instante em que o peito se expande volta a pulsar
para colher o vento noturno,
na solidão que de repente
sabe-se parte de um todo silencioso.
Cada passo, encruzilhados ultrapassadas, de volta
era um renascimento mínimo.
O maço, intacto, esperava,
mas eu já vinha transformado, aquilo talvez, um sonho,
trouxera na palma da mente
a quietude dos postes acesos,
a geometria sagrada das janelas escuras,
o cheiro da terra molhada
e o rumor distante de um mundo
que respira quando ninguém o vê.
Acendi o cigarro algum?
A brasa necessária
já ardia no peito:
era o fogo do encontro
com a noite descalça,
com o tempo que se curva
sobre pequenas peregrinações.
O maço repousa sobre a mesa,
ícone de um êxtase cotidiano.
Pois a verdadeira chama
— sabes agora —
nunca esteve no papel e no tabaco,
mas no caminho que o corpo fez
entre a necessidade inventada
e o abraço involuntário num beijo necessário,
com o mundo noturno,
puro,
indiferente,
e profundamente teu.
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