Eu Aprendi que ser Boazinha
De tanto conversar com minha própria companhia, aprendi a desabafar com ela sobre minhas percas, ou até mesmo planejar minhas atitudes. E isso me faz pensar sobre minha vida além do que qualquer outra pessoa comum imaginaria.
Depois de uma certa idade aprendi a diferenciar amigo e colega.
E digo mais!
Amigos tenho poucos, e sei que os que não forem verdadeiros Deus se encarregará de me livrar.
"Aprendi que o que me faz refletir são as circunstâncias em que a vida caminha,o que me faz parar é o ato de não pensar, e o que me faz aprender é o fazer-se sem saber, e o que me faz acertar é a arte de errar."
Na minha jornada evolutiva, aprendi que: O importante é a atenção na caminhada. Não a partida, nem o caminho e muito menos a chegada.
Aprendi que com a distância também se ama.
Quer o amor se constroe, Você min faria tão bem agora vida.
Só aprendi a ficar sozinho quando percebi que minha presença ocupava espaço demais no coração de quem não gostava da minha companhia.
Velho aprendi, que na verdade, o sistema é composto de apenas mentiras.
Diante disso passo a entender e valorizar a verdade como o melhor remédio para paz interior.
aprendi que na vida
se não for de um jeito
com certeza será de outro
se não for brigadeiro é poesia
se não for tristeza é alegria
se não for com coragem
vou com um baita medo
se não for chá, é café
se faltar razão, vou com emoção
se for com desejo, eu boto fé
se não for do meu jeito
será do jeito que Deus quiser
e ainda sim vou de qualquer jeito
com ou sem defeito
bem ou mal feito
desde que tudo seja feito
com muito amor no coracao!!!
Muito do que aprendi está escrito aqui, no livro da minha vida.
Aprendi com minha mãe que não sou todo mundo e a ficar em silêncio quando necessário. Aprendi a ser mãe como ela, a ter educação e a agradecer por isso.
Aprendi com a Cora Coralina a fazer doces (como brigadeiro) e a escrever poemas.
Aprendi com a Clarice Lispector que sou companhia, mas também posso ser solidão. Que sou tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. E também a guardar minha dor no bolso e a cuidar das amizades, dos familiares e dos parentes quando for necessário.
Aprendi com a Frida Kahlo a cerrar as sobrancelhas quando algo não me agrada ou quando me sinto mais feliz do que imaginava.
Aprendi com a Cecília Meireles a escrever sobre a lua e suas fases, assim como sobre as minhas fases, boas e ruins.
Aprendi com a Rachel de Queiroz a gostar de cada detalhe de mim, sem me preocupar para que os outros gostem.
Aprendi com a Lígia Fagundes Teles a ficar sozinha, pois tenho a necessidade de me libertar de tudo e todos.
Aprendi com a Adélia Prado que não tenho tempo a perder, pois ser feliz me consome. Caso contrário, ou eu “viro doida, ou santa”.
Aprendi com a Hilda Hilst a escrever, a falar, a sentir e a recitar o amor.
Aprendi com a Carolina Maria de Jesus que temos um quarto de despejo dentro de nós, onde jogamos tudo, inclusive o amor que nos falta.
Aprendi com a Ana Maria Machado que devemos escrever, aprender a falar e lidar com a criança interior, principalmente com aquelas pessoas que esquecem de crescer e amadurecer.
Aprendi com a Lya Luft que podemos ser mais irmão, mais amigo, mais filho, mais pai ou mãe, mais humano, mais simples e mais desejoso de fazer os outros felizes.
Aprendi com a Martha Medeiros a brincar seriamente de “faz de conta”.
Aprendi com o Fernando Pessoa, meu xará, que “o que chega, chega sempre por alguma razão”. Tenho certeza de que todos que chegaram até mim foram por causa da minha própria maravilhosidade e da minha linda pessoa. Agradeço por fazerem parte da minha vida, e se alguém partiu, foi porque “tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível”.
Também aprendi muito com Machado de Assis, Carlos Drummond, Mário e Oswald de Andrade, José de Alencar, Castro Alves e outros escritores que li na infância e adolescência. Eles ajudaram na construção do meu saber e do meu ser, tornando-me mais humana e menos ignorante.
Aprendo até hoje com meus pais, irmãos, filhos, parentes, amigos e até inimigos o ato de pedir perdão, me retratar, me desculpar e amar incondicionalmente, independentemente dos defeitos e erros.
E aprendo demais com Chico Xavier, Allan Kardec, Paulo de Tarso, Lucas e toda a Espiritualidade Amiga que se faz presente em minha vida. Principalmente com Jesus, o nosso Mestre, que me ensina a ser eu mesma, a aceitar minha condição de espírito inacabado e imperfeito, mas que posso e devo ser melhor a cada dia da minha existência, ora humana, ora espiritual.
Gratidão!
Aprendi que:
Deus não nos orienta para seguirmos a viajem em atalhos, porque Ele sabe que indo por este caminho, acabarás por não aproveitar a viajem como deve ser.
Linda Flor
Da rosa nasci
Com espinhos cresci
Machucar aprendi
Sonhar desisti
Para o mundo sorri
Aproximar-me aprendi
Os espinhos tirei, quando uma linda flor me tornei.
O que aprendi, acima de tudo, foi a continuar caminhando porque a boa notícia é que, como o acaso desempenha um papel, um fator importante para o sucesso está sob nosso controle: o número de chances obtidas, o número oportunidades aproveitadas.
A leitura me faz sentir que realizei alguma coisa, aprendi alguma coisa, me tornei uma pessoa melhor. A leitura é uma felicidade.
Aprendi a duras penas que ninguém nos pertence. Ou as pessoas morrem, ou nos deixam (o que também é um tipo de morte). E não há nada que possamos fazer quando isso acontece, senão sobreviver ao luto.
Em ambas as situações também morremos. E a nós nos parece que um tipo pior de morte - ainda que saibamos que haverá vida um dia.
E quando mortos estamos, a verdade é que os outros não se importam. No máximo um lamento, uma lembrança, uma postagem no insta, um torrão de barro sobre o caixão.
Saber que a vida, ou a morte, da outra pessoa persiste sem nosso consentimento não é motivo de angústia - mas de conforto. De igual maneira, nosso tormento não cativa aos demais nem dói além de nós mesmos...
Porque a vida segue; e a morte, também.
Aprendi a sentir através da indiferença
Aprendi a falar através do silêncio, mas, foi me fazendo de surda que encontrei meu verdadeiro caminho.
As falas, quando exteriorizadas, independente de nossa vontade, são como bumerangues, vão e voltam. Nada mais justo que, cada um possa sentir o peso das suas próprias palavras
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