Eu Amo meus Inimigos
Meus Dois Maridos
Um me ama mais que tudo...
É casamento espiritual,
Amor puro e verdadeiro...
Porém, vive na mentira,
Preso ao "padrão social",
E não me escolheu.
O outro me deseja...
Seu corpo inteiro me clama...
Mas não se engane –
Não existe ali nenhuma forma de amor –
Só me quer na cama.
E a minha alma grita...
Sabe bem quem eu quero...
Mas está tão cansada...
E se desespera.
Só quer ir embora,
Longe desses dois maridos infelizes,
Que, de qualquer forma, me machucam,
E nenhum me completa.
E onde fico,
No meio de tudo isso?
Tento preservar
Minha integridade.
Guardo em mim a verdade...
Se não posso tê-los
Por inteiro,
Me afasto...
Vou em paz...
Buscar o que é meu por direito.
Ter te ao meu lado foi o meu sonho da infancia, beijar-te, tocar-te, amar-te foram os meus desejos desde o dia em que te conheci...entao imagina se nao existisse o dia em que te conheci e se nao tivesse infancia...?
Meu corpo contorce no ritmo da cantiga, percebo meus dedos esfarelar e virar pó, meu rosto é um oco sem fim, eu não tenho nome, sou apenas uma parte deste mundo sem voz, partículas do meu ser são grandes constelações, estou lá e cá, sou a insignificância de uma pedra na altura atmosférica, sou o canto do bosque, tenho fome de sede e sede de fome, vivência enganosa, cá sem querer, querer sem poder, apenas respirando, nas profundezas do meu ser, sem salvamento e sem esperança, só quero me libertar e voar tão alto onde sei que posso chegar, viver conturbadamente viva.
Cogitei hoje cedo ao acordar, a cerca dos meus lares mais privativos; complexos e profundos, reprofundei ainda mais, então tive a sensação de percorrer vários vestibulos cromados que refletiam-me como poeira, lembranças e clarões, então reuni em mim minha grandeza, pra não ruir e findar-me ao acaso, e cair no mesmo despenhadeiro do autodesprezo.
Embora meus sonhos se voltem para o amanhecer, minha existência permanece envolta em sombras. Minha razão de respirar é tão fugaz quanto a essência do vazio, um enigma inconstante. A cada reflexão, sinto o tempo deslizar como areia, uma contagem regressiva é o que me parece, como segurar uma vela na escuridão, sabendo que sua chama se extinguirá, é o reflexo da minha mente em constante jogatina.
O Altar da Anarquia
Meus sentimentos são cartas embaralhadas sobre a mesa,
Um jogo sem regras, onde a mente perde a certeza.
Caos, desordem, anarquia? Deem o nome que quiserem,
Mas eu chamo de "vida" os caminhos que os olhos dela sugerem.
Basta o som do seu nome, um sopro, uma menção,
Para que o mundo em volta desabe em completa confusão.
Sou arrancado do agora, levado por um transe hipnótico,
Um labirinto de espelhos, sublime e caótico.
Como um enfeitiçado que perdeu a própria vontade,
Eu não conheço o "não", nem a minha própria autoridade.
Se ela pede o simples, se ela exige o nada,
Eu me torno o servo da sua mais singela jornada.
Sou um mero mortal, de joelhos, sem escudo ou defesa,
Observando a deusa em sua épica e terrível beleza.
Nas mãos dela, sou argila, sou história, sou fado,
Um herói de lendas antigas, por ela subjugado.
Que venha o caos, que a ordem se perca no vento,
Pois habitar essa desordem é o meu único sustento.
Ser escravo desse encanto é o que me faz sentir vivo:
No reino da minha Deusa, sou um súdito... e sou cativo.
... considerem,
meus amigos, que tão
paradoxais riscos geológicos
e climáticos; tão tristes tragédias
e epidemias que, vez ou outra, angustiemos quatro cantos dessa
amada esfera, nãoocorrem
presosa uma vezes inflexível
intençãode nos castigar...
Mas nos sacudir!
Aos meus olhos
Escultura em um grão de arroz é arte!
Mas o sentindo da arte
Seus movimentos, sua pureza, sua beleza e seu significado
Tudo vai da visão e sensibilidade de cada um
Até porque…
Arte é arte!
Ei, há um fio de tristeza em meus pensamentos, os meus olhos querem transbordar, minha mente não quer acreditar …Um mau pressentimento !
Aquela bandeira clama pelo choro, chama pelas flores. Não era hora de contar as pétalas.
O corpo tem horário, o corpo fala, o corpo tem o poder de parar o coração.
Vontade de ver aquele sorriso, queria ver seu rostinho agora… Eu ia adorar!
Não vai dormir tarde…mas te entendo!
Menino, rindo agora…você não precisa de açúcar, você já é tão doce …Você é muito fofo! Saudades!
Mas Agora você subiu…
Triste,um pouco confusa…o choro vem!
Vou olhar para o céu e escolher duas estrelas em formato de sorrisos para chamar de seus olhos
Mas e agora?
Cadê Seus abraços, seus beijos, não esconda suas mãos!
Abrace mais, muito mais!
Abraços são tão importantes…abraçar é tão gostoso tanto quanto uma noite de amor!
Queria você feliz, assumindo aquela paixão …Agora só sinto muito…
Queria você estrela aqui, Não lá!
É um tudo que do nada surge
Agora sei, seu sorriso vem junto com a tristeza e lembra monstros, lembra a morte, é como uma abadá, já avisando…como estivesse vendo em seus olhos, mesmo fechando a cortina.
Opressão!
Seu corpo dava sinais
Convulsionava explicitamente
Mas o sorriso engana…
O sorriso é uma faca de dois gumes…é uma névoa perigosa! Tem o seu lado prejudicial
Eu choro
Eu Choro porque minhas mãos estão atadas
Todos nós somos culpados
Eu choro
Choro porque Não tenho poder, não sou um herói!
Cada um de nós somos assassinos, ao invés de amar, ficamos adorando e exigindo a perfeição! Somos egotistas!
Eu choro! Lágrimas ácidas! Peço desculpas…
Não sou Deus!
Mas, nessas horas temos que falar, mesmo que a voz dê choque ou segurar nas mãos daquele…
Não é fraqueza…Isso é amor à vida!
Temos que ter equilíbrio ou a vida pode virar uma ruína
Telefona, grita bem alto, abra os olhos, lute, ajoelhe, suplique, não desista, converse até quando der …
Muitos vão dar às costas, menos os amigos. Não é? Cadê os amigos?
Você não incomoda!
Quando um amigo não enxerga o desespero do outro, então não é amigo e sim mais um!
O cansaço não deixa o sono vir
Não é?
Os olhos querem fechar
Mas o corpo tá muito cansado e não deixa, então o sono não chega, só se aproxima, o coração dói, o pânico vem
O corpo se torna pesado
Não é?
Queremos tomar dúzias e dúzias de sonífero para dormir, para descansar
Ilusão! Perigo! …o coração vai parar e o sono eterno vem!
Não é?
A respiração fica curta e a garganta se fecha, o corpo enfraquece, falta o ar…
Não é?
Queremos alguém perto mas ao mesmo tempo queremos longe…
Queremos que alguém bata em nossa porta, mas batendo, não abrimos
Olhamos, ouvimos e dos olhos lágrimas descem
É um querer, mas não querendo
É um “se” não sendo… é forçar!
É transformar choro e angústia em sorrisos… O rosto se torna um palco e ao término de cada ato temos que limpar o cenário
Mas as dores são forte e o corpo dói, a Alma fica em pedaços
Não é?
Exaustão!
O coração acelera, o choro vem, sempre naquele horário, sempre !
Dá até medo de dormir e não mais acordar ou lá no fundo , não queremos mais acordar? Abadá da vida!
Queremos mais um pouco de você, seja nosso avatar!
Você estava no topo
Olhos malignos já sondava sua alma
Aquele monstro que de dentro se manifesta, colocando-nos para baixo!
Os amores não correspondido, amar e o medo de se declarar, multidão, solidão, caos
É um tudo que do nada surge
Essa gente que não entende que cada dia é uma vida…Cansa!
Você está exausto!
É um tudo junto, mas misturado, é um jato de ar comprimido no rosto, coração não aguenta…Ele pode parar!
É difícil, muito difícil
Barreira da tristeza indo ao encontro
Você deveria gritar, pedir socorro, fugir, correr…correr muito!
Não aceitar, segurar em uma mão estendida, bater o pé, ser um fugitivo…
É difícil, muito difícil
Não é?
Eu sei!
Em amor à vida… às vezes somos fugitivos!! As vezes somos assassinos, às vezes não somos um nada!
Às vezes somos um tudo!!!
# Moonbin, descanse com paz!
Tua nudez existe apenas em meus olhos.
Me liga (se houver a possibilidade).
Cante uma canção de ninar que aborde o mar, sua anatomia e nossa química.
Sinto a relva queimar dentro do meu peito.
Chamo por você, sinto você, mas você só habita em minha memória.
Amava sua energia nos seus lábios, nas suas mãos, no seu corpo.
Explosão de sentimentos!
Delícia de vida.
No entanto, isso não volta mais!
Se for para colocar um ponto final, olhe nos meus olhos.
Não com um olhar displicente, zangada, muito!
Estou no modo pistola.
Vamos romper novamente? Ou vamos nos dar mais uma chance?
Ouça-me. Ainda precisamos concluir nossa jornada.
Olhe para mim.
Olhe nos meus olhos. Você entende? Me escuta.
Não pare, caminhe ao meu lado.
Usa-me, olha-me com teu olhar especial.
Estamos magoados, mas pense na paz.
Sei que a questão do amor não é um envolvimento apenas entre dois. Sei que aqueles ao nosso redor influenciam muito.
É conhecimento compartilhado, é ouvir e ser ouvido.
Lembra da frase: “Na alegria e na tristeza”?
Se não for para acreditar, então, tudo são falácias, apenas frases soltas sem sentido, sem propósito.
Dúvida.
Será que tudo não passa de histórias?
De um faz de conta de um criador? Sinto-me em um campo minado.
Olha para mim.
Olha nos meus olhos. Abandonado, triste e isolado.
Horrendo, tu és!
Às vezes, meu mundo é tão pequeno e vazio que mal há espaço para mim e meus pensamentos. No entanto, minhas lembranças sempre conseguem se infiltrar.
Eles não sabem, mas inúmeras vezes o amor pelos meus filhos me resgatou de crises de pânico e ansiedade. Colocava-os sempre em primeiro lugar, relegando a mim mesma e aos demais ao segundo plano. Sim, é verdade, o resto era apenas uma questão secundária para mim.
Momentos e os espinhos
Em certos momentos, a vida se torna uma visita indesejada aos meus olhos, e isso se deve às inúmeras ocasiões em que insiste em enviar a saudade, envolta em espinhos, fazendo com que meus olhos sangrem ao lembrar de você. Esta cruel e insensível lembrança que se arrasta em minha direção constantemente, por vezes até diariamente. É angustiante esse sentimento que se desdobra a cada ciclo, e dolorosas são as lembranças que o tempo me traz incansavelmente.
Devaneios
Caminhando pela praia, sinto a suavidade da areia sob meus pés. O vento brinca com meus cabelos enquanto nossos olhares se encontram. Observo cada gesto teu com profunda emoção, capturando tua expressão no retrato que guardo comigo. De mãos dadas, trocamos ternuras, e a umidade dos lábios denota palavras não ditas, que se perdem no silêncio da brisa marinha. Apenas os murmúrios do mar testemunham nossa presença. O dia se torna uma extensão de nossa própria pele... Ah, doce vida!
Às vezes, as frases dançam diante dos meus olhos, e em outras ocasiões, elas se contorcem. Isso acontece porque nem sempre estou bem; há momentos em que realmente não me sinto bem.
Nos meus sonhos, a cor azul dizia que minhas poesias são ricas em sintonias, sustentando-me e dando um brilho que me iluminava.
Houve um tempo em que minhas lágrimas congelaram meu coração, e meus monstros tornaram-se meus amigos, talvez por dó ou por castigo.
Sabe aqueles pontos de luz que sempre iluminaram os meus caminhos? Eles tornaram-se a minha esperança.
