Eu Amo meus Inimigos
No silêncio da noite, enquanto escrevo meus pensamentos mágicos, percebo a sintonia que tenho com minha alma.
Meu amigo
Por qual rio
Escorre o tempo?
Os meus braços
Esvasm em teus
Ombros ternos
O vento sopra
As conversas
Os encontros
Tudo em volta
Um reflexo
De nós dois (bis)
A distância
Entre nós
É um oceano
O sol devora
Evapora
Tantos anos
Você dizia:
O mar trará
Tudo de volta.
O mar trará
Ou matará
O que há de nós?
As vezes me perco nós meus próprios pensamentos
Nas minhas próprias perguntas
as vezes nem sei quem sou ou onde estou
As vezes sou tudo e ao mesmo tempo nada
vou te rainha a ladra
de vermelha a prateada
As vezes me escondo e me reencontro
mas não me importo
sou assim e ponto.
Por tudo que já vivi, senti, passei e superei, te despejo com todos os meus dez dedos dentro da garganta, te expulso de mim com ânsia e constância. Já deu... vai embora e não volte mais.
{Ordem de despejo}
Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,
Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;
Provérbios 2:1,2
Meus dias alegres e pensamentos bons foram embora, mas as lembranças por mais dolorosas que sejam ficam e me consomem a cada respirar. Fotos, risos, músicas, palavras, promessas, momentos que nunca mais vão acontecer mas que voltam para me assombrar.
Meu cobertor tem frases de café de ontem.
Minhas roupas têm cheiros de violão.
Meus livros são retratos de cada esquina
Que visitei sem pôr os pés.
Aguardente é reduto de trovões
Que os poetas costumam espalhar.
Meu travesseiro me escuta muito
Às vezes fala demais
E não me deixa dormir.
Amor?
Ontem
Era aquela visita à exposição
Hoje
É esse dueto no karaokê.
Ah, é querer o bem do outro também.
Hoje vivo mesmo não querendo e meu dever fazer isso , honra meus pais que sempre me fizeram de grande homem
Queria ser pintor como Frida,
E pintar a realidade que são meus sofrimentos.
Queria ser pensador como Aristóteles,
E ter a esperança para sonhar acordado.
Queria ser escritor como Machado de Assis
E escrever romances para cativar.
Queria eu ser poeta
E fazer poemas para me expressar.
Me perco entre desejos
Em querer e não poder
Em amar sem se perder
E me resta só ser ou não ser.
Sua imagem em órbita.
Flutuando em meio aos meus pensamentos,
Me faz sentir feliz
E esquecer os meus lamentos
Tu tem brilho próprio
Que trás luz para minha escuridão
Em ti encontro abrigo
Para meu solitário coração.
Te olho entre as nuvens
E me perco no espaço
Que há entre nós
Só queria por um momento
Que as estrelas
Nos deixassem a sós.
" O mundo só muda para mim quando enfrento os meus monstro, e mostro ao meu próximo, que vale a pena lutar pelo que se acredita... Para ter o mundo que se deseja."
Meu quarto é o"QG" onde a noite todos os meus eus reúnem-se para elaborar as estratégias do dia seguinte.
