Eu Amo meus Inimigos

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Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro?
O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.
Ele não permitirá que você tropece; o seu protetor se manterá alerta,
sim, o protetor de Israel não dormirá, ele está sempre alerta!

Salmos 121:1-4

São meus amigos aqueles que tem consideração por mim.

A DISTÂNCIA E O NOSSO AMOR

Inexplicavelmente,
Acredito no que dizem meus sentimentos,
Em teus sentimentos creio igualmente,
No nosso amor.
Creio sim,
Mesmo fisicamente distantes.

Quando nos conhecemos,
Fomos tolos,
Acreditávamos que era um fogo de palha,
Apenas uma paixão ocasional,
Sumiria tão breve assim como começou.

Mas o tempo,
Amigo dos sábios,
Uma vez mais,
Encarregou-se de nos mostrar de que estávamos enganados.

O que eu sinto é muito forte,
É extremamente lindo,
Não quero parar de sentir isso nunca mais,
Passa o dia,
Passa a noite,
Passa o tempo,
E a vontade de você só aumenta,

Sinto,
Dentro de mim,
Igualmente,
Como se fosse uma gestante,
Esse amor aumentando a cada instante.

Eu te quero mais do que tudo,
Desejo você mais do que o próprio senhor dos desejos possa compreender.

"Ergui-me e tomei o rumo de minha pensão.
A lua brilhava. Meus passos ecoavam pela
rua vazia, parecendo os passos de um perseguidor. Olhei ao redor. Eu estava enganado. Somente a solidão me acompanhava."

Dona, poesia, feminista

Hoje sou dona
Dona de mim
Das minhas vontades
E dos meus direitos

Sou feminista
Acredito na luta
E nas minhas irmãs eu me inspirei
Acredito na paz
Pra elas, eu sei
O machismo não tem vez
O feminismo:atenção!
É igualdade que necessita a nação

Sou poesia
Ato e verso
Sou intensa
Sou reverso

Sou dona de mim
Moro na poesia
Feminista,é meu nome
Defensoras daquelas que morrem todo dia, por qualquer homem
E ninguém sabe o nome

– Não tem nenhuma compaixão pelos meus nervos? – diz a esposa.
– Está muito enganada, minha querida. Tenho o maior respeito por seus nervos. São meus velhos amigos. É com consideração que a ouço mencioná-los há vinte anos, pelo menos.
(Jane Austen)

Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito

Sol Indesejado

" Este sol que brilha pela minha janela, ilude-me dos meus sentimentos. Engana-me maliciosamente, como um balde de tinta cobre as fendas de uma parede velha. Mesmo a própria parede encontra dificuldade em se revelar a ela própria.
Assim me sinto eu com o sol...astro maldito e sedutor, cria miragens em tudo que ilumina. És belo, és acolhedor, mas mentes com quantos raios tens. Se te pudesse amar... talvez entendesse a tua felicidade, mas a minha alma não tolera mais ilusões, além das que eu já vivo. Aguardo... de persianas fechadas pelo esplendoroso escurecer e pela palpitante chegada da minha doce e fiel lua... "

Minhas mãos eram fortes
Mas meus joelhos eram muito fracos
Para permanecer em seus braços
Sem cair aos seus pés

Um dos meus anseios de chegar ao infinito é a esperança de que, ao menos lá, as paralelas se encontrem.

Quem é essa
Que me olha
De tão longe
Com olhos que foram meus?

Minha vela queima dos dois lados, ela não vai durar a noite inteira, mas oh, meus amigos, ah, meus inimigos, que bela luz ela dá!

Edna St. Vincent Millay
Poetry: A Magazine of Verse, 1918

Tenho muita fé em tolos - meus amigos chamam de autoconfiança.

Espalhei meus sonhos aos seus pés.
Caminhe devagar,
pois você estará pisando neles.

Só porque meus sonhos são diferentes dos seus, isso não significa que não sejam importantes.

A suficiência dos meus méritos está em saber que meus méritos não são suficientes.

Não sou apenas do tamanho dos meus sonhos, vou além, hoje poderia me definir, em erros, acertos, tristezas, alegrias... me definiria até por aqueles momentos de fúria, ou de intensa paz. Eu sou uma junção de sentimentos, cada um no seu devido momento... isso é viver, porque viver é sentir!

Tenho apenas os meus sonhos, esplhei-os então aos teus pés. Caminha com cuidado pois pisas sobre os meus sonhos!

QUINTAL DOS MEUS SONHOS

Solitário, um menino excluído brinca
No fundo do quintal com uma rodinha nas mãos.
Parece estar dirigindo, mas tão concentrado...
"Esse menino, não joga bola,
Não brinca com os outros,
Não se aproxima de meninas...
Não sei o que vai ser dele!" _ fala a mãe, solteira, do garoto.
Aliás, a família comenta o estranho jeito de ser do menino.
O tempo vai passando e ele continua isolado,
Mas substitui a rodinha por um papel e uma caneta.
Quantas fantasias e viagens fantásticas ele teve naquelas tardes de solidão?
Os melhores sonhos, são os que sonhamos acordados,
E são esse que ele, agora já adulto, publica em jornais e revistas.
Agora que ficou conhecido de todos,
Deixou de ser desconhecido pela família.

Minhas contradições são meus melhores complementos.

Ei! Não olhe pra mim como se meus olhos carregassem a sua felicidade, aquela que sempre procurou e eu sempre duvidei que existisse. Não me abrace como se meus braços fizessem você se esquecer dos problemas que a vida nos oferece. Não encoste seus lábios nos meus como se o encaixe fosse perfeito, já que a reciprocidade não é instantânea. Ei! Não fale comigo nesse tom, não me mime, nem me dê apelidos românticos. Não me ligue de madrugada querendo ouvir minha voz, nunca diga que está com saudades, nem peça pra eu retornar quando for pra falar como foi meu dia. Não me dê bronca quando eu esquecer algo importante, nem cuide de mim como se eu fosse de porcelana. Não me dê flores numa terça-feira qualquer, e quando o dia for nosso nem faça questão de lembrar. Não ouça músicas pensando em mim, achando que eu possa fazer o mesmo. Não conte os dias da semana, ansioso, querendo me ver. Não me ame de um jeito que eu não faça por merecer. Não imagine um futuro ao meu lado como se eu tivesse a mesma capacidade de planejar algo com você. Ei! Não faça de conta que não compreende o que eu falo. Compreenda de fato. Preste atenção! Apenas tire das frases todos os advérbios de negação.