Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Pensar em você machuca, pensar em não ter você dói mais mais ainda.
E o que fazer para que meus sentimentos não se afogue em mar de dúvidas nem em um mar de tristeza me faz bem está com você, me sinto completa é como comer açúcar e não ficar com diabetes.
As vezes acho que você é a própria diabete silenciosa e mortal.
Não é que eu não queira fica ou que eu queira me afasta de você, não não, não é nada disse só é pensamentos que estão se afogando em mar de desespero entre ser como o açúcar que pode sempre adoçar sua vida quando sentir amargo ou a diabete silenciosa e mortal e tudo causado pelo açúcar.
Assim é meu amor assim sou eu doce e mortal o suficiente para te perder de qualquer jeito.
Açúcar ou não saiba que vou sempre ser a quantidade que deseja para você mais nunca o suficiente pra você.
Pois meu amor é mortal, a falta dele é como ser incompleta sem ter experimentado de tudo e a vide com meu amor demais é o exagero cometido por você não saber até onde foi bom para você.
Cuidado com às coisas que você lê, tenha ainda mais cuidado em levar em prática àquilo que você interpreta.
Me encanta o sol que ilumina o céu todo o dia e mesmo quando se põe ainda brilha.
Ele resplandece tanto que reflete na lua o seu brilho. E assim se ilumina a noite!
Seu brilho continua até quando o dia termina.
"A cada passo que dou, percebo que ainda preciso de muitos outros para atravessar os caminhos que deixei de percorrer.”
Entrei no olho do furação e lutei contra ele com fúria e prazer, ainda que tenha me rasgado inteira; levaram anos para que pudesse finalmente admitir para mim mesma que o que me motivou a isto foram os outros. Enquanto lutava, imaginava-me coberta com os olhares dos outros que eram todos distinção pelo meu heroísmo.
Quando retornei, achei que me olhariam com as tais distinções. Ninguém viu.
Achei que teria um lugar para repousar. Dormi no descampado.
Achei que sentiria o peso de uma mão amiga no meu ombro. Só há o vazio em meu peito.
Madrugada de 30 de dezembro, 2022.
Era manhã ainda, e havia uma certeza bonita de que o dia seria melhor. As coisas seriam feitas sem aquela porcentagem de exigência que até ontem pairava em tudo e em todos. Como pode sorrir tranquilizar? E então, esqueceu todos os sapatos apertados e passou a caminhar descalço, sem medo de se cortar ou se machucar em algum espinho. A vida estava mais natural. A luz do dia acariciava a pele. Aquelas gotas de tinta acidentalmente derramadas sobre uma ou duas cartas serviram apenas como um sinal para um obsessivo que é escravo da perfeição: melhor não enviá-las, não ainda, não agora. Porque ela poderia fugir ou se assustar. Talvez chamaria isso de liberdade, se não existisse uma vontade de se amarrar, de ficar, de persistir. Mas foi chamado de amor, um lindo amor, e com entrega.
A cópia do celebro ainda está muito longe.
Antes disso acontecer ... Já está bem próximo a hora em que poderemos conversar com as pessoas usando o poder da mente; diminuindo assim, um dos maiores maus do mundo hoje; A solidão.
Sei disso... porque, podemos sussurrar para dentro de nossa cabeça sem mesmo emitir nenhum som.
Quem sabe... algum minúsculo equipamento que aumente a energia na parte do celebro responsável a esta função? Pense um pouco mais nisto por favor.
Não sou mais aquele...
Não desejo mais aquilo...
ainda amo ele.
Estou indo... embora...
não levo nada comigo; Apenas meus " ¹pensamentos".
Vou brincar com eles, ( ¹... ).
Não me esperem Não voltarei.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Esse quase do que não foi
Esse talvez do que não aconteceu
Nada além de estranhezas
Ainda mais estranho quando
O que te aproxima de mim só me afasta de você.
Estranho te revisitar, mas isso é algo que ainda faço, por motivos distintos, às vezes, mas quase sempre são pelos mesmos. Estranho pensar no que não passa, no que não some e nas coisas que insistem em pulsar, mesmo que o tempo não tenha sido nosso melhor amigo. Estranho ter conversas estranhas com você, estranho querer sempre mais, estranho não querer parar, embora saiba que preciso. Estranho o que não foi e mais ainda, o que ainda é.
Fico pensando no passado e no Presente,
E me questiono.
Será se ainda nos veremos da qui pra frente?
Será se seguiremos Juntos? Ou cada um seguirá seu Rumo?
Rumos diferentes? Afastando a gente?
Lembre que você faz as suas escolhas e mesmo que você não faça nenhuma escolha, ainda assim é uma escolha sua.
