Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Te deixo ir porque sei que irás voltar. Sei que em meus braços é teu lugar e que nosso mundo ainda vai se juntar. Sei que apesar das tuas ilusões, ainda somos uma realidade, que em nosso amor existe verdade, e que nossos defeitos se encaixam como duas metades. Sei que apesar de existirem mais bocas, mais belezas e sabores, ainda sou eu que possui todas as cores e que ilumina teu céu, sou eu quem te completa, que te deixa um gostinho de mel. Eu sei que irás se deparar com várias origens, vários signos, varias mulheres, mas sei que isso é passageiro, e que nosso sonho é verdadeiro, e eu já não vejo a hora de tu seres meu por inteiro.
“Ainda vivemos em tempos de chibatadas. Escravidão virou emprego remunerado. Senhor de escravos virou patrão. Capitão do mato virou policial. Homem branco virou playboy. Escravo virou cidadão de renda modesta. Casa grande virou mansão. Senzala virou favela. Tronco e pelourinho se transformaram no sistema carcerário. E navio negreiro se converteu às viaturas da polícia.”
Onde tudo começou, foi onde terminou. Ainda visito, mas me sinto como se estive em um lugar abandonado, onde a pequena movimentação, são das mesmas pessoas todos os dias! Tudo parece está acabado, ainda consigo te enxergar, mas não te vêr. Te sentir de longe está sendo melhor do que nada fazer estando perto, o carinho que eu tentava te conceder, ia e voltava, como bola de borracha tacada em uma parte esférica e maciça, o quê AINDA não mudou foi o prazer que tenho em te observar, o seu sorriso que me encanta e seu jeito que me atrai, aprendi: Uma mulher ama a quem admira!
As mãos do destino até que mediaram esforços nos últimos tempos pra mostrar o quanto ainda é prazeroso a movimentação do amor. Pena que o frio da realidade age nos momentos errados...ou certos. Sabe-se lá por quê.!
Ironiza-se sem pudor uma visão amarga dos fatos e acaba por vestir com luvas ásperas e sem explicação aparente estas mãos.
As unhas podadas da falta do saber caem num turbilhão sem sol, sem luz e mesmo assim evapora-se qualquer detalhe do acaso, em alguns momentos as mãos movimentam as peças de um ser para entrelaçar-se, mesmo que seja por minutos a união complica-se mais e mais todo esse contexto.
É no apertar destas mãos que tudo se encaixa, os dedos cruzados mostram com veemência que os dois podem e devem carinhosamente se fixar, mesmo que em alguns momentos estas se separem. Em breve a união aconchega-se novamente sem estresse e com a limpidez da confiança lavando tudo pela frente.
Por que será que tudo é complicado? Se é justamente nas mãos que as linhas do destino já se formaram lá no útero, obedecendo toda uma singularidade...
Tudo somente se explica justamente por não saber a maneira, a hora certa, o tamanho ou mesmo a cor, de tirar ou colocar as luvas.
É quando o destino manuseia todos os dedos nas suas divergências de tamanho e de propriedades para que: com linhas, com unhas, com anéis e a liberdade de ser feliz, é que as palmas se façam ser ouvidas pelas almas lá de longe, bem de longe e que é sabido que toda história de vida já fora escrita nos pergaminhos do universo.
E o amor em algum momento irá vir e se encaixar novamente, entremeio aos calos de mãos marcadas, mas fortalecido e renovado com o brilho das alianças.
Mãos.
Se você achar que viu tudo que poderia ser visto! Então você não viu quase nada, diante do que ainda poderá ver.
Minha alma não chora somente a dor da saudade...chora mais ainda a tristeza de um sonho não realizado.
Mas não, espera!
Ainda podemos achar maneiras... Corre. Procura. Hoje ainda é segunda.
E nesta vez, eu sei, vai dar certo. :)
Estudar é muito bom para repetir o que já fizeram, o que ninguém fez ainda esta na sua capacidade de criar.
Não acredito!!!!!!
Hoje dia 23 de julho de 2014 e ainda existem pais que julgam os namorados e namoradas de seus filhos e filhas pela cor da pele.
Cuidado por não serem traídos pela invisibilidade da cor do caráter.
Não estou preparada para o futuro, não estou pronta para escolhas, ainda sou uma frágil criança que chora a noite, e implora por colo! Ainda sou pequena demais, para tomar decisões!
Sou marginal da vida
Filho de dois loucos que deram certo
Projeto mal feito que ainda vive
Em meio aos torvos desta geração
Sou máquina de escrever sem algumas teclas
Ando curvo com a coluna ereta
Filho de deus
Corrompido pelo pecado
Sou dívida que não se paga com dinheiro
Suspiro frente à nefasta morte
Que ávida me espera
Mas ainda não me alcança
Salto o abismo sem asas
Não voo, mas sei nadar
Se me afogar foi de tristeza
Por não entender o que é amar.
Gosto de escrever, ainda mais quando estou sozinha em casa, escrever da uma paz interior. Algumas pessoas escrevem para libertar o que tem dentro de si são tantos pensamentos que precisamos por para fora, senão explodimos diante de tantas coisas guardadas em nós.
“Ainda trago comigo aquela sede de criança que acha água muito sem graça e finge que guaraná é cerveja. Metáforas e mais metáforas… Trago comigo a criança que vê tudo um pouco distorcido para ver além do visível, daquilo que se toca. A criança que vê o que se sente e transforma o mundo em volta e o deixa do seu jeitinho, mais colorido, menos humano e mais mágico. Porque se eu não for um pouco essa criança, é a minha parte adulta que fica sem fôlego.
Sei que vai ser bem difícil de reconhecer, que ainda nesse jogo quem manda é você e que o meu coração não para de sonhar e te esperar...
Só que dessa vez eu juro! Vai ser diferente, vou me amar um pouco mais daqui pra frente, sinto muito, xeque-mate, vou me libertar!!!
