Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
E a cada decepção, aumenta-se o nível da barreira, que dificulta e aumenta mais ainda o padrão das minhas escolhas, porque não é qualquer um que consegue ultrapassá-la.
Como dizer-te que o polo de tua consciência estava desativada, e que o dia ainda não terminou, ativas-te o universo contraditório que dita tuas expectativas. Permaneceu em ti o calor do inferior, ficando assim, má diante de seus próprios conceitos. Por que enfrentas-te o terrível homem que julga-te estranha, por que esteve por lá e se ausentou nos momentos de culpa? Porque um dia hei de rever-te a sós. E irei contar-lhe histórias antigas e esconder meu lado profano, heis aqui uma estética que falha um terço das promessas que insisto em não cumprir. Desculpe-me por não lhe ouvir. Meus pensamentos impedem-me de continuar em conecção contigo. Assim desconecto a frequência com o seu todo, deixo de escutar-te, deixo-te ir bem como chegou…Aos poucos.
Se você pensa que sabe ser indiferente é porque você não sabe ainda o que é ser indiferente pra mim!
Às vezes... Subir é fácil, mas, cair é mais fácil ainda. Portando se quer continuar onde está, saiba fazer a diferença! Sempre no bom sentido é claro.
E ainda há quem se deixe levar pelo o que os outros dizem não é?
Bobos eles, perdem oportunidades de conhecer pessoas tão especiais e que com uma simples conversa pode mudar o seu dia ou sua noite.
Pessoas que com seu carinho, respeito e amizade se tornam especiais. Aquelas que vamos querer sempre por perto. Aquelas pessoas raras de se encontrar.
Dizem que fotografar é gratificante. Mas, mais gratificante ainda é guardar no coração o que foi bom, e relembrar dos bons momentos quando sentir necessário!
Algumas vezes fico pensando se poderia ser diferente ou se ainda pode ser, a verdade e que mesmo que você não viva mas em meus pensamentos, mas ainda estar em todos os meus sonhos, dizer que ainda não gosto de você seria tentar enganar meus sentimentos, não tento não pensar mais em você por medo mais sim por que, continuar vivendo essa ilusão te desejando a cada segundo sem poder te tocar-te beijar e poder dizer tudo o que sinto não da mais para mim...
Escola para todos
Ele era negro, epiléptico e pobre. Para complicar ainda mais sua trajetória de vida, nasceu no século XIX, em meio à sociedade marcadamente preconceituosa da época. Filho de uma lavadeira açoriana e de um pintor mulato, passou a infância no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Órfão, foi criado pela madrasta. Freqüentou o curso primário numa escola pública e aprendeu Francês e Latim com amigos da família e com um padre. O mais impressionante nessa história é que, mesmo sob o signo de tamanha dificuldade, reluziu a estrela maior de nossa literatura. Falamos do escritor Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). Como vimos, o grande mestre das letras nacionais, autor de clássicos como Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, cursou apenas o primário. Na verdade, até bem pouco tempo, era essa a realidade da maioria das crianças nascidas nas classes menos favorecidas economicamente. A história já nos provou que, em nosso país, muitas vezes, a conquista do aprendizado entre nossos escritores geralmente se deveu à figura de um padre ou de um fidalgo que vinham em socorro dos grandes artistas de origem humilde. Foi assim não só com Machado de Assis, mas com outros grandiosos representantes da literatura, para ficarmos apenas na seara das letras. O poeta Cruz e Sousa, filho de escravos, foi acolhido por uma família rica que resolveu educá-lo. Foi quando encontrou os conhecimentos necessários à expressão de sua arte. Lima Barreto, por sua vez, teve auxílio de seu padrinho - um visconde - que o ajudou a concluir o segundo grau. Hoje, o Brasil vive uma outra realidade, muito mais positiva em relação ao acesso das comunidades carentes à escola. Os números divulgados pelo último censo comprovam: os avanços relativos à universalização da educação em nosso país destacam a evolução de toda a rede pública do Brasil. Atualmente, 95% das crianças de 7 a 14 anos estão na escola, diferentemente do que tínhamos em 1991, quando uma em cada quatro crianças pobres estava fora dos estabelecimentos de ensino. Já a taxa de escolarização entre os jovens de 15 a 17 anos passou de 55,3% para 78,8%. Em São Paulo, isso fica ainda mais evidente: 99% das crianças entre 7 e 14 anos de idade estão na escola e o índice de evasão caiu diminuiu brutalmente, permitindo que as crianças e jovens permaneçam nas escolas. Em 1994 a evasão paulista era de 9% para o ensino fundamental e 19% para o médio. Em 2000 caiu para 4,5% e 12% respectivamente, os índices mais baixos do país. De acordo com o CENSO MEC 2001, a evasão caiu ainda mais, isto é, 3,1% para o ensino fundamental e 8,9% para o ensino médio. Os números deixam claro: a escola é, agora, uma possibilidade acessível à maioria esmagadora de nossas crianças, independentemente de cor, gênero, raça, credo ou classe social. É certo que ainda há muito a ser conquistado, mas o primeiro passo já foi dado: a garantia constitucional do direito à educação para todos. Uma das nossas metas é, justamente, seguir à risca o texto que compõe o artigo 205 da Constituição Federal: . A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. A seqüência de nosso projeto educacional será, cada vez mais, aliar quantidade à qualidade, proporcionando a todas as crianças da rede pública de ensino a capacidade necessária ao pleno sucesso de sua vida pessoal e profissional. Temos certeza de que esse é o sonho de todos nós, educadores. Mas, para realizá-lo, é importante lembrarmos que ele se constrói um pouco a cada dia, em cada nova aula, em cada pequeno gesto de respeito e consideração aos educandos. O amor ao que fazemos, seja qual for nossa área de atuação, é o grande responsável pela grandeza de nossa obra e pela beleza de nossa história. O entusiasmo é essencial, sempre. Recordemos as palavras sábias de Balzac, outro mestre da literatura: "O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo". Boa semana a todos!
Publicado no Jornal A Tribuna
As pessoas ainda confundem decisão errada com azar. Decisão errada é você entrar no meu caminho, azar é eu resolver passar por cima de você.
Os avanços da ciência que Deus permitiu para o Homem se salvar definitivamente, escravizaram ainda mais o Homem, devido à avareza e egoísmo de uns poucos, e fraqueza e permissividade de muitos.
Por que está triste? ficar desta forma não me levará a lugar nenhum e ainda por cima não me trará de volta o motivo da minha felicidade.
Ainda não fui capaz de entender porque as pessoas ainda sentem ciúmes, somente resulta em discussões e mágoas, por vezes resultando na morte dos bons sentimentos.
Ver o que se vê todos os dias e, ainda assim, ver.
E, ainda assim, não perder a capacidade de êxtase...
Nem de indignação.
Gosto de me arriscar em novas experiências, fazer coisas que ainda não fiz dentro dos meus limites porque ultrapassá-los nem sempre me deu garantias de sucesso.
Deixe-me com minhas loucuras, você tem as suas. Se as suas parecem normais é porque ainda não se compreendeu. Não existe convicção em nossos sentimentos, eles são incertos e interpretativos. Navegamos num mar de dúvidas, onde as respostas não são exatas. Vivemos em um mundo de aventura, onde os inimigos são surpreendentes.Não existe uma verdade plena, por isso a vida é tão fascinante.
