Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Eu gosto de você, mas você erra. Erra ao pensar que vou esperar pra sempre, ao pensar que tenho todo tempo do mundo, erra ao pensar que eu não sofro com sua ausência.
As vezes tenho vergonha,
e com essa minha insegurança,
meu medo,minha timidez,
eu faço a minha pessoa sofrer.
Queria lhe dizer que o amava
mais quando crie coragem já
era tarde...
As pessoas muitas vezes me perguntam por que eu não tenho namorada. Então eu sorrio e digo: tenho milhares, só que algumas ainda não me conhecem.
“Eu tenho medo, mas não me escondo. Eu choro até pegar no sono e acordo depois disposta a vencer tudo. Eu me entrego às vezes até sem pensar. Eu suspiro alto. Eu fecho os olhos nos momentos mais imprevistos, pra sentir melhor, pra ver melhor, com os olhos de dentro. Eu agarro com força e esqueço de soltar. Eu faço caretas e sinto o mundo girando ao redor. Eu sou assim. Meio mulher, meio criança. Uma confusão de verdades e mistérios dentro de um coração que só sabe amar…”
Sou orgulhosa mas tenho meus limites, não sou perfeita, mas Se eu vejo que estou errada, reconheço meus erros, coisa que muita gente não faz.
Eu gosto de textos que começam com a palavra 'eu'. Tenho que tomar cuidado com a minha tendência a me incluir em todos os assuntos, minha mania de querer saber de tudo, estar em todos os lugares.
Porque eu tenho pesadelos que parecem tão reais até quando você me abraça. E eu acordo triste, e brigo de verdade e passo o dia grave e dolorida como quando a gente leva um tombo no piso liso... que é só o passado. É como se eu sentisse um ciúme horroroso do meu livro predileto comprado em sebo, a dedicatória apaixonada que não é a minha, os resquícios do manuseio de outras mãos. Alguém corrompeu o trecho que eu mais gostava quando grifou à caneta algo que não pude apagar com borracha e que era tão secretamente meu. Desenhou corações onde só havia minha dor e eu discordei da interpretação alheia. E achei aquilo tudo de uma crueldade atroz. Mas permaneci com o livro no colo, cheia de um afeto confuso por ele: afeto pelo que era, angústia por já ter sido de outro alguém, e aquela sensação (imbecil) de falta de exclusividade. Eu que sempre achei que tudo é e está para o mundo. Perdoa o meu senso de autoimportância, já que não consigo perdoar o meu egoísmo. Eu sei que em alguns presentes, no embrulho, laços do passado são aproveitados. Eu só queria que eles não fossem tão vermelhos: desses que doem nos olhos e no coração.
As vezes eu tenho preguiça da existência. Isso não tem nada a ver com querer morrer. Isso tem a ver com ter preguiça de tudo que existe no mundo.
Viver bem é um vício que tenho. Não nego isso a ninguém. Eu faço o que eu quero fazer. Depois durmo igual neném!
Intensidade agora em algo totalmente novo
Eu corro atrás, eu tenho fé, eu estou aí no jogo
Estamos aí na luta sem perder a sanidade
Vencendo o desamparo com personalidade...
...Dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você.Mania é coisa que a gente tem mais não sabe porque."
Eu tenho cada vez mais menos respostas, mas também tenho cada vez mais menos perguntas. Disso eu não duvido mais: tenho cada vez menos certezas. Quanto mais o tempo passa, eu fico menos à vontade para alimentar dores e com muito mais preguiça de sofrer. Quanto mais o tempo passa, menos faço por onde adiantar a morte, mais tento fazer por onde aproximar a vida.
Tenho apenas a mim mesmo para culpar pelo esforço insuficiente.
Eu não quero culpar mais ninguém pela vida que tenho.
Tenho pavor de não ser eu. Precisar esconder as emoções, ficar calada porque é mais bonito. Esperar a conquista acontecer.
Não ando mais a fim de grandes projetos, sonhos, metas absurdamente altas, objetivos loucos.
Quero mais é tomar sorvete e me lambuzar, ler um bom livro, sair de cabelo molhado e cara lavada e nem me importar se alguém estranhar isso.
Ando com vontade de viver o exagero da simplicidade
