Ética Filósofos
Flexibilidade, habilidade, ética, versatilidade e cumplicidade são as características de um líder competente.
Esquecer a moral e a ética para transformar a universidade em um quartel general de oposição a Deus mostra a ruína espiritual de quem usa a cátedra para combater Jesus.
A Arte de Ser Sóbrio
Autocontrole, Clareza Interior e Ética do Ser
Há quem pense que ser sóbrio é viver em negação.
Mas não é.
Ser sóbrio não é viver com menos vida.
É viver com mais presença.
É perceber o que acontece dentro de si antes de simplesmente reagir.
É reconhecer o desejo sem se tornar escravo dele.
É sentir sem precisar fugir.
É escolher sem precisar ser levado pelo impulso.
A vida oferece distrações o tempo inteiro.
Um excesso aqui.
Uma fuga ali.
Uma promessa de alívio imediato.
E então surge aquela voz:
“Só mais um pouco. Você merece.”
Talvez a pergunta mais importante seja outra:
“Eu realmente quero isso ou estou tentando escapar de alguma coisa?”
É nesse pequeno espaço entre o impulso e a escolha que a sobriedade começa.
Não como punição.
Não como privação.
Não como uma guerra contra aquilo que somos.
Mas como liberdade.
Porque autocontrole não é sufocar o que sentimos.
É conseguir ouvir o que sentimos sem entregar a isso o comando da nossa vida.
É respirar antes de responder.
É esperar antes de agir.
É saber quando parar.
É reconhecer quando algo deixou de ser escolha e começou a ser dependência.
Isso exige força.
Mas não uma força rígida.
É uma força serena.
Fogo domado.
A capacidade de permanecer inteiro mesmo quando alguma parte de nós pede excesso.
E talvez seja aí que a chamada pureza vibracional encontre seu verdadeiro significado.
Não como uma ideia de perfeição ou como uma lei invisível que precise ser provada, mas como uma imagem para aquilo que cultivamos dentro de nós.
Pensamentos influenciam atitudes.
Atitudes transformam relações.
Relações transformam ambientes.
Ambientes também nos transformam.
Aquilo que alimentamos interiormente deixa marcas.
Uma palavra pode aproximar.
Outra pode ferir.
Uma emoção pode ser compreendida.
Outra, quando ignorada, pode acabar conduzindo nossas escolhas.
Por isso, cuidar da própria energia também pode significar cuidar daquilo que pensamos, sentimos, consumimos, dizemos e transmitimos.
Pureza não é nunca se contaminar com a vida.
É saber reconhecer o que nos faz bem, o que nos desequilibra e o que precisamos deixar ir.
É cuidado.
É consciência.
É presença.
E existe ainda uma dimensão mais profunda da sobriedade: a ética.
Porque nossas escolhas não terminam em nós.
Aquilo que fazemos pode alcançar outras pessoas.
Por isso, respeitar os próprios limites também significa respeitar os limites do outro.
Não transformar nossa carência em cobrança.
Nossa raiva em agressão.
Nosso medo em controle.
Nossa frustração em ferida para alguém.
Existe uma ética que ninguém vê imediatamente.
Ela está na intenção.
Naquilo que fazemos quando ninguém está olhando.
Na responsabilidade que assumimos pelas consequências de nossas escolhas.
Sobriedade, nesse sentido, não nos torna melhores que ninguém.
Torna-nos mais responsáveis por aquilo que fazemos com aquilo que sentimos.
E talvez um dos excessos mais silenciosos da vida moderna seja justamente a dificuldade de permanecer consigo mesmo.
Estamos sempre procurando alguma coisa para preencher o silêncio.
Mais estímulo.
Mais distração.
Mais velocidade.
Qualquer coisa que nos impeça de parar.
Porque parar exige coragem.
Quando o ruído diminui, podemos encontrar aquilo que tentávamos evitar.
Uma dor.
Uma dúvida.
Uma lembrança.
Mas também podemos encontrar algo que estava escondido por trás de todo aquele ruído:
clareza.
Talvez seja por isso que a sobriedade possa ser entendida como um reencontro.
Não com uma versão perfeita de nós mesmos.
Mas com aquilo que somos quando deixamos de fugir.
Ser sóbrio é poder dizer:
“Eu posso sentir isso sem me perder.”
“Eu posso desejar sem precisar obedecer.”
“Eu posso dizer não.”
E, principalmente:
“Eu posso escolher.”
Porque liberdade não é fazer tudo aquilo que o impulso pede.
Liberdade é ter espaço interior suficiente para decidir.
É escolher aquilo que consumimos.
Aquilo que cultivamos.
Aquilo que falamos.
Aquilo que permitimos permanecer em nossa vida.
É saber que nem todo desejo precisa ser realizado,
nem todo pensamento precisa ser seguido,
nem toda emoção precisa se transformar em ação.
A sobriedade não promete uma vida sem dor.
Promete algo mais honesto:
a possibilidade de atravessar a vida sem precisar fugir de si mesmo.
E talvez seja essa a verdadeira lucidez.
Não chegar ao fim da estrada completamente intocado.
Mas chegar inteiro.
Inteiro depois das escolhas.
Inteiro depois das perdas.
Inteiro depois das tentações.
Inteiro depois dos dias difíceis.
Sem precisar apagar aquilo que sentimos para continuar caminhando.
🌕 Aos que sentem o chamado da lucidez, aproximem-se.
Não é preciso chegar perfeito.
Basta chegar verdadeiro.
Deixem à porta os disfarces, as pressas e aquilo que já não serve.
Aqui, a presença é o vinho.
A escuta é o banquete.
A consciência é a luz.
E a clareza, o altar.
Não se entra neste templo para fugir da vida.
Entra-se para estar mais inteiro dentro dela.
O templo está aberto.
A alma está pronta.
A sobriedade é a chave.
Na dúvida entre o certo e o errado, escolha o lado certo. Aja com ética, porque é nela que a verdade encontra seu caminho.
"Quando não há moral cívica, ética ou sequer vontade de um povo em defender a pátria e os seus recursos — por se aperceber de que o governo é a sua maior fragilidade e o vetor por onde entram intrusos, exploradores e ladrões —, saibam que esse Estado já está em colapso, aguardando apenas a data para se declarar falhado."
"Já não há moral cívica ou de outra índole, nem ética no povo para defender a soberania e, muito menos, os recursos do território a que pertence. Afinal, o governo que o dirige é o próprio vetor que permite a entrada desenfreada do mal que se deveria impedir."
Critica-se a Lei Rouanet em nome de uma suposta “indignação ética”, sem sequer compreender que ela não é esmola,
não é “dinheiro dado a artistas”,
mas um mecanismo de renúncia fiscal , dinheiro que já sairia do bolso público e que passa a ser direcionado, com regras, para cultura, educação simbólica, memória e pensamento crítico.
Os mesmos que se arvoram como “cidadãos do bem”:
receberam auxílio emergencial indevidamente,
vivem de benefícios estatais históricos,
defendem privilégios corporativos (militares e suas viúvas e filhas eternamente pensionistas),
e jamais questionam isenções fiscais bilionárias concedidas a bancos, igrejas e grandes empresas.
A indignação, portanto, não é moral , é seletiva.
Ela escolhe alvos simbólicos fáceis: artistas, intelectuais, escritores e produtores culturais vários.
Porque cultura incomoda, questiona, expõe contradições, desorganiza certezas e encenam a história que tentam apagar.
Não se trata de repúdio ao uso do dinheiro público.
Trata-se de repúdio àquilo que pensa, cria e revela.
Em resumo:
Não odeiam o Estado beneficiador,
odeiam o Estado quando ele não os beneficia diretamente; e odeiam ainda mais quando ele financia ideias, sensibilidade e pensamento crítico que são contrários às próprias ideologias politicas, religiosas e culturais.
✍©️@MiriamDaCosta
A crise do Jornalismo (com J maiúsculo)
Falta ética, falta seriedade, falta respeito para com o público.
E, para agravar o cenário, multiplicam-se erros aberrantes de gramática, concordância e sintaxe, não os tropeços humanos, compreensíveis na pressa da digitação, mas falhas grosseiras que revelam descuido, despreparo e desleixo.
Errar é humano.
Persistir no erro, quando se ocupa o lugar de profissional da informação, é irresponsabilidade.
Quem se apresenta ao público como mediador dos fatos deveria exercer atenção redobrada, rigor intelectual e compromisso com a verdade, não com a pressa, o algoritmo ou o espetáculo.
Outro ponto alarmante é a confusão deliberada entre informar e opinar.
Notícia não é palanque.
Reportagem não é diário pessoal.
Fato não é achismo.
Quando jornalistas abandonam a função de esclarecer para assumir a de influenciar, distorcer ou militar disfarçadamente ou descaradamente..., o Jornalismo deixa de ser serviço público e se converte em ruído, barulhento, enviesado e perigoso.
Sem ética, sem rigor, sem responsabilidade, o Jornalismo perde sua autoridade moral,
sua credibilidade e sua razão de existir.
O que vemos hoje, em muitos casos, não é Jornalismo.
É opinião travestida de notícia.
É vaidade editorial.
É negligência intelectual.
JORNALISMO, RIP. 🪦
Não por falta de ferramentas,
mas por abandono de princípios.
✍©️@MiriamDaCosta
"A ética e o amor ao próximo são os pilares que sustentam a dignidade e dão significado real a tudo o que fazemos."
"Praticar a ética é escolher caminhar com transparência, garantindo que nossos passos jamais atropelem a dignidade alheia."
Visão sem caráter é apenas uma ilusão. Um verdadeiro legado exige respeito inabalável, ética firme e disciplina implacável.
A ética e a moral são a bússola da alma; quando guiadas pelo amor, elas nos mostram o caminho correto para o bem comum.
"Quando o amor ao próximo orienta nossas decisões, a ética deixa de ser uma obrigação e se torna nosso modo natural de viver."
"A ética é a bússola que nos guia na escuridão, e o amor ao próximo é a luz que ilumina o caminho de todos."
"O valor de uma pessoa não é medido pelo que ela possui, mas pela forma respeitosa e ética com que trata cada ser humano ao seu redor."
"Viver com ética é manter a coerência entre o que se prega e o que se vive quando ninguém está vendo."
