Eterno
O amor de verdade não é o que vive de momentos de paixão, o amor de verdade é o que transforma cada momento em eterna paixão!
[Meu Paraíso]
Tu faz o que eu gosto sem
eu ter que pedir
Provando que eu sou o único ser que
pode me fazer desistir de ti,
E sei que nunca vou me permitir
fazer isso
Simplesmente porque tu é meu paraíso,
Aqui estamos nós sob a
magia noite
Pra dizer que meu lugar preferido é
dentro do teu abraço,
Sabemos que somos o que
somos hoje
Não o que nos aconteceu no passado,
Tua essência é primordial no
meu dia a dia
Teu cabelo é tão lindo quanto as ideias
que vêm da tua mente,
Na vida há sempre algo que me
surpreende
Como consegue estar sempre tão bonita,
Tu faz o que eu gosto sem
eu ter que pedir
Provando que eu sou o único ser que
pode me fazer desistir de ti,
E sei que nunca vou me permitir
fazer isso
Simplesmente porque tu é meu paraíso,
Sim, meu amor,
❤🌹
(É que eu adoro ser dominado pela
tua sensibilidade)
Que eu te conquiste todos os dias como se fosse o primeiro, porque vou te amar como se fosse o último.
Com a força da correnteza, nossos momentos foram levados, mas daquela água sempre farão parte, assim sendo eternizados.
A Luta Nao Pode Esperar
Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.
Por Josielly Rarunny
Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.
No crepúsculo da alma, nasce o desejo,
Chama ardente de paixão que se ergue,
Obsceno e intenso, como um beijo,
O amor, em seus mistérios, nos segue.
Reviver os momentos de encontro,
Onde viver é mais que uma pulsão,
Curar a ferida, o medo, o desencontro,
Na despedida, há um novo refrão.
Orgulho cede lugar à humildade,
Ilusão se desfaz em claridade,
Esquecer é o preço da liberdade,
No consolo da aurora, há verdade.
Apagar as sombras do passado,
Acender a chama do presente,
No crepúsculo, o sol é abraçado,
E a vida se faz eternamente.
Fotografar é...
Fotografar é capturar o instante,
O efêmero momento que passa voando,
E prender no papel, num gesto constante,
A memória que o tempo vai desfiando.
Fotografar é ver além do óbvio,
É espiar a alma que vive escondida,
Transformar luz e sombra em alívio,
Na imagem que guarda o sopro da vida.
É mirar o mundo com olhos atentos,
Desvendar a beleza que muitos não veem,
Revelar os segredos guardados nos ventos,
Os detalhes sutis que poucos retêm.
É fazer da lente um portal do tempo,
Eternizar o riso, a lágrima, o olhar,
Transformar cada clique num monumento
Do instante que insiste em se eternizar.
É dar voz à cena que em silêncio grita,
Ouvir a paisagem que ninguém escuta,
Captar o caos e também a harmonia
De um mundo repleto de luta e ternura.
Fotografar é tocar o invisível,
Sentir na pele o que está além,
É tornar visível o intangível,
Descobrir o que o olhar comum não tem.
É roubar um pedaço de eternidade,
Guardar o agora, para sempre, talvez,
E ao revermos a imagem, em outra idade,
Reviver o passado, a infância, o que já fez.
É um ato de amor e também de coragem,
Desnudar a alma em cada registro,
Contar a verdade, mesmo que a imagem
Nos mostre as rugas, as marcas, o visto.
Fotografar é uma dança de luz e sombra,
Uma busca constante, quase um ritual,
É deixar que o coração assombre
Cada imagem, tornada essencial.
Pois fotografar é, no fim das contas,
Sentir a vida em sua impermanência,
E, com um clique, manter as pontas
Entre o fugaz e a persistência.
É ver o mundo como um milagre raro,
Guardar na lembrança o que é difícil segurar,
E perceber, por um instante tão claro,
Que a vida é breve — mas vale eternizar.
Na horas da morte alguns pensam em Cristo, mais isso é passageiro.
Na morte, no leito moribundo, ao desalento se há de pensar, o que se fez da vida e o que se faz se não houver mais chances, há aqueles que pensam em Cristo Jesus, mais não como o Rei eterno e poderoso, cheio de virtudes e atributos de todos os tipos, mais o simples filho do carpinteiro, o humano, o que se rebaixou e alcançou graça de Deus e dos homens deste mundo e dos que que aguardam o porvir em sono, na verdade é de se exagerar que a intimidade é capaz de rebaixar o ser de Cristo Jesus aonde mesmo ele se rebaixou, pois ele é humilde e se faz ser alcançado por moribundos desobedientes em leito de morte, pois pela graça sem tamanho o mesmo consegue salvar o pecador em um estalar de dedos, caso haja verdadeira conversão, mais os fidqlgos orgulhosos que nunca se dobram e nem se dobrarão no final de sua vida, já tem seu apreço, já tem seu consolo, já tem o seu desprezo, que é a vida sem Cristo Jesus o verdadeiro Rei celestial, pensamos que vamos perder algo ao entregar a vida a Cristo, mais na verdade entregamos uma vida medíocre neste mundo, para obtermos uma eterna nas alturas no Reino dos Céus, afinal ganhamos o favor do Rei Jesus, o Nazareno.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Esteja perto de pessoas que lhe incentivam no caminho do Senhor Jesus, porém tenha luz em si mesmo, conhecendo o eterno.
