Eternidade
Porque há coisas
que o tempo não apaga,
apenas transforma em eternidade dentro da memória.
No fim, continuamos caminhando…
carregando aquilo
que o coração escolheu eternizar.
— Helaine Machado
O mentalismo une o silêncio do Todo ao ruído do átomo, ecoando a eternidade em cada escolha oculta.
Reno Fioraso
O poeta não me deixou,
ele não é [tolo],
Apenas foi passear
no jardim da eternidade.
Ariano [vive]...,
Um poeta nunca 'morre',
morrer é coisa de humanos;
Os poetas são anjos.
O sertão ele me deixou
como [legado],
Agora sei como arde,
e que o significado de sertão:
- Se entende por saudade.
E depois de um tempo curto,
que para meu coração pareceu uma longa eternidade
a Lua voltou.
Voltou ainda mais brilhante,
Mais bonita
Mais estravagante
E divertida.
Ela brinca todas as tardes com meus sentimentos
Ela trouxe consigo toda a cor que tinha levado embora,
Trouxe consigo meu sorrisos
Que em sua ausência se escondiam sem um porquê
E eu sinto tanto arrependimento
Em não ter lhe pedido para voltar antes.
Mesmo que para os outros ela só brilhe à noite
A minha Lua não,
Ela brilha em todos os momentos,
Ela sorri de um jeito que é mais radiante que o sol,
É um caos maior que uma ventania de verão
Mas sua confusão e seu temperamento acariciam todos os sentimentos em meu coração.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O coração é enganoso...
O coração é enganoso quando jura eternidade, bate forte por promessas que o tempo não confirma.
Ele acredita em olhares como se fossem verdades, e transforma um simples toque em destino.
Ele se perde fácil entre silêncios e esperanças, confunde ausência com saudade, distância com amor.
Insiste em enxergar luz onde só há lembranças, e chama de escolha aquilo que foi dor.
Ainda assim, é nele que mora a coragem de sentir, mesmo sabendo que pode sangrar em segredo.
Pois amar é aceitar o risco de cair,
é caminhar de mãos dadas com o medo.
E mesmo enganoso, eu sigo o coração, porque sem ele a vida seria vazia demais.
Se amar é errar, que seja por paixão,
pois só erra quem sente
— e sente quem é capaz.
“Senhor Jesus, Tu Senhor que ressuscitou entre os mortos e abriu as portas da eternidade, pedimos-lhe que neste domingo de Páscoa que o Senhor remova as pedras do nosso caminho: falta de fé, discórdia e desentendimento. Ajuda-me a remover as pedras que atrapalham a minha vida espiritual e familiar. Confiamos em sua misericórdia e celebramos sua vitória sobre o pecado e a morte. Que a Tua luz afugente as trevas e que a Tua ressurreição traga paz, saúde e união. Aleluia! Amém."
—By Coelhinha
Coisas que não se explica. Levamos apenas um segundo para apaixonar, e pra esquecer uma eternidade!...(Patife))
Queria que a saudade fosse um véu passageiro
Para que você, mesmo na eternidade nunca se lembrasse mim, nem por engano.
Mesmo sabendo que eu te guardo inteiro,
e que meu coração, sendo prisioneiro do seu suspiro, nunca te esqueça tão ligeiro.
(Saul Beleza)
Eu sei que a Salvação é uma decisão muito pessoal, mas até a Eternidade eu quero Dividir com você.
A Salvação é um encontro íntimo entre a consciência e Deus, um “sim,” que ninguém pode dar por nós.
É travessia solitária, é escolha que nasce no silêncio da alma, é responsabilidade que não se transfere.
Mas a Eternidade…
Ah!?!
A Eternidade é grande demais para ser caminhada sem as amorosas sandálias da empatia.
Porque amar alguém é desejar que o tempo não seja suficiente.
É querer que os dias não terminem no calendário, que os abraços não sejam interrompidos pela finitude, que as conversas não se percam na poeira das horas.
Amar é desejar continuidade — não apenas no presente, mas para muito além dele.
Se a Salvação é pessoal, o Céu que imagino é relacional.
Não faz sentido sonhar com a luz sem querer compartilhar o seu brilho.
Não faz sentido falar de paz eterna sem desejar que quem amamos também a experimente.
Talvez seja isso que o amor faz com a fé: ele a expande.
Ele transforma a oração individual em intercessão.
Transforma a esperança silenciosa e solitária em promessa compartilhada.
Eu sei que a decisão é sua…
E respeito o seu tempo, suas dúvidas, suas batalhas e seus caminhos…
Mas até a Eternidade eu quero dividir com você — não por imposição, não por medo, não por obrigação…
Mas por amor.
Porque quando o amor é verdadeiro, ele não quer apenas estar junto na vida finita.
Ele quer atravessar o infinito de mãos dadas para viver a Eternidade.
Te amo!
