Estudo
Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.
Crescer um pouco todo dia ajudará a enfrentar as ondulações nebulosas da trajetória da vida cristã.
(Estudo, análise, aprofundamento e prática da Palavra)
É difícil fazer umas boas trovas,
dessas que a toda gente seduz,
tem que contar sílabas, que prova!
só se pedir ajuda ao senhor Jesus
Mas Ele não pode a isso atender,
seria até pecado aproveitar,
já tem tanto enguiço para resolver
e vai dizer que preciso estudar
Ai, querido senhor "Jesus Cristinho",
desculpa essa minha intromissão,
mas escrever assim bem certinho
é para mestres e já não sou isso não...
Leia, estude, aprenda.
Pois um homem culto e bem informado vale por dois ou mais.
Conhecimento é tudo!
Atenção nos detalhes é a diferença
Tenha paciência, faça o seu melhor.
Importante aperfeiçoar o seu estudo
Levando a sério e com sabedoria
Atingimos o magnífico merecimento.
Responsável somos pela nossa história.
Leiamos as Sagradas Letras, para interpretarmos fielmente, mas permitamos que a mesma nos leia, e nos mostre onde precisamos mudar para o crescimento ser saudável, para a glória de Deus o pai.
Não se torna um profissional da NOITE para o DIA, mas se você DESISTIR dos ESTUDOS, não vai acontecer NUNCA.
Descrédito Acadêmico
Indignado
com Formações Acadêmicas
de baixo nível.
Não pelas Universidades
Não pelos Professores de Excelências,
Mas pelos alunos.
Tipo - Aqueles que só tem o canudo.
Faculdade não é só para se formar.
Tem que continuar buscando conhecimentos.
Muitos tem preguiça.
Mensagem para quem se sente só na busca dos sonhos:
É bom ter alguém ao seu lado te incentivando, alguém com quem você possa desabafar e contar. Mas, estar "só" também é uma liberdade para o autoconhecimento, para enxergar o quão valioso você é, bem como observar quem de fato quer estar ao seu lado e o quanto você está crescendo nessa jornada de autoamor e amadurecimento.
Sinta-se privilegiado, pois quanto ao lado afetivo, muitas vezes é melhor estar "só" do que com quem só atrapalha, não te dá apoio e apenas te fornece alegrias passageiras. Entenda que se a pessoa te deixou, não quis ou não soube te dar apoio nesse processo, da forma que for, então você teve um livramento.
Sinta-se em paz, pois se a amizade só te chama para festas, mesmo você falando que almeja crescer, se ela diminui a tua dedicação, se acaba se afastando e não valoriza te desejar um "bom dia" sequer ou você sente que os diálogos estão rasos, não tem mais assunto, então você também está diante de um livramento. Aceite que por mais que esse amigo tenha te trazido alegrias em algum momento da sua vida, o tempo dele na sua caminhada chegou ao fim.
Quem não quer estar com você na tristeza ou nas trincheiras da batalha da vida, não vale a pena se ter no presente e nem a longo prazo, dói, mas é a verdade. Por isso, se apegue a quem te ama, a Deus, aos seus pais, que mesmo reclamando ainda estão com você. Se não tem mais os pais vivos ou se eles não estão perto, pelo motivo que for, ore a Deus e desabafe aos pés dEle, tente focar no presente, tenha bons pensamentos, se incentive, não se compare e nem se sinta mal por estar triste em virtude da solidão.
A tristeza é um sentimento humano, algo normal da vida e como todo sentimento, ele passará. Entenda que mais do que "normal" o sentir a tristeza na busca dos sonhos é uma etapa de quem realmente sabe o que quer e não aceita o pouco. Comemore a sua dedicação e creia que Deus está contigo sempre e os planos dEle para ti são gigantescos. Por isso, se permita se sentir triste, respire, enchugue as lágrimas e então siga. Confie, mesmo que agora só enxergue a escuridão, ainda há a luz, continue a batalhar pelo que almeja e inunde-se de alegria pelo se estar vivo e em busca do que deseja para si. Você vai conseguir!
Fé na batalha!
@keylak.holanda
A vida é para ser vivida, não para ser assistida. É preciso que cada um seja o protagonista de sua trajetória, seja esta feita de espinhos ou rosas. Porque cabe a cada um decidir que tipo de solo vai pisar, se o espinhento, o lamacento, o ressecado ou o florido. Tudo depende da garra ou da inércia de cada um. Ninguém vai mudar o seu amanhã, só você pode fazer isso. Cabe a você decidir se vai melhorar, piorar ou deixar como está. Está feliz assim? Então é com você. Não está satisfeito? É com você mesmo. Seja seu próprio herói, seja seu próprio exemplo, seja seu próprio guia, seja seu próprio mentor. Enfim, seja você. Não espere que outros façam por você o que você mesmo pode fazer. por que adiar para amanhã, o que você pode fazer hoje? Não se intimide, não se deixe abater. Acredite em você, invista em seu potencial. Se não sabe, aprenda através dos estudos, da disciplina e da força de vontade. E não se esqueça: a vida é dura, mas é mais dura ainda para quem se entrega.
Bem-vindo à pedagogia, a jornada do saber profundo,
Onde cada livro é um portal ao mundo.
Nas páginas da Pedagogia, encontrarás os segredos que os grandes mestres tecem em seus trajes de "paz".
Tu serás a luz na escuridão,
Aquela que guia com amor e paixão;
Nos corredores da escola, ouvirás risos e choros,
E em cada criança, verás futuros tesouros.
Estude com afinco, semei o conhecimento, que o fruto do ensino é eterno, é alento.
Transformará vidas com tua dedicação, plantando sementes em cada coração.
Então agora, ergue-te com orgulho e destemor, pois ser pedagoga é ser portadora de amor.
A viagem começa agora, no teu primeiro passo,e o destino é brilhante, além do compasso.
Que tua jornada seja repleta de sabedoria, e que cada dia na faculdade seja pura alegria.
Com carinho e entusiasmo, em cada aula vai brilhar e ensinar, pois na arte de educar, a tua alma se iluminará.
Mesmo diante do amor pela pedagogia, não posso mentir, a vida de pedagoga não é fácil; é um caminho de desafios, mas cada obstáculo vencido engrandece a missão de educar.
TENSÃO APARENTE ENTRE VOCAÇÃO E DEVER FAMILIAR NAS ESCRITURAS.
Desde as primeiras civilizações organizadas a existência humana foi atravessada por uma tensão estrutural entre pertencimento e transcendência. O homem antigo não se compreendia como indivíduo isolado. Ele era clã, sangue, herança e continuidade. A família constituía o eixo econômico moral, religioso e simbólico da vida. Honrar os pais não era apenas virtude ética. Era condição de sobrevivência social e cósmica, por ser em si mesmo um sentimento inato e divino no homem. Romper com esse eixo significava desordem perda de identidade e exclusão. Por isso toda tradição religiosa séria jamais tratou o dever familiar com leviandade. A Escritura hebraica nasce nesse horizonte antropológico profundo no qual a família é célula do mundo e espelho da ordem divina.
É justamente por essa razão que os episódios bíblicos que aparentam tensão entre vocação espiritual e dever familiar exigem leitura séria e não literalista. Não se trata de oposição entre Deus e a família como se ambos competissem no mesmo plano. Trata-se da hierarquia do sentido último da existência. A Escritura não anula o humano. Ela o orienta para seu fim mais alto. Quando analisamos Mateus 8:21 e Lucas 9:59 à luz do contexto semítico antigo compreendemos que a expressão sepultar o pai não se refere necessariamente a um funeral imediato. Trata-se de uma fórmula cultural que indicava permanecer sob o teto paterno até o fim natural da vida do genitor. Em termos concretos isso podia significar décadas de adiamento.
Do ponto de vista sociológico essa escolha representava estabilidade. Permanecer na família assegurava proteção econômica status e continuidade. Psicologicamente oferecia segurança afetiva e previsibilidade. Filosoficamente significava optar pelo conhecido, pelo mundo já estruturado. O chamado de Jesus rompe exatamente com essa zona de conforto. Não porque despreze o afeto filial mas porque identifica ali um risco interior. O risco de transformar o afeto em justificativa para a postergação indefinida do dever espiritual. O ensinamento não condena o cuidado com os pais. Ele denuncia a instrumentalização do dever familiar como escudo contra a exigência da verdade.
Jesus dirige-se à intenção íntima e não ao gesto exterior. Sua palavra revela um princípio antropológico profundo. O ser humano é capaz de revestir o medo com linguagem moralmente nobre. Quando isso ocorre o chamado precisa ser radical para desvelar a divisão interior. O Reino de Deus não admite adiamento quando a consciência já foi despertada. Não por rigorismo mas por coerência existencial. Uma consciência desperta que posterga o bem maior fragmenta-se internamente. E essa fragmentação gera angústia culpa e esterilidade espiritual.
Em contraste 1 Reis 19:20 apresenta um cenário distinto. Eliseu encontra-se em plena maturidade psicológica moral e espiritual. O chamado não o surpreende em hesitação. Ele já está interiormente decidido. Seu pedido para despedir-se dos pais não é fuga nem barganha temporal. É fechamento consciente de um ciclo. Sociologicamente é um gesto de honra. Antropologicamente é um rito de passagem. Psicologicamente é integração e não divisão. Filosoficamente é liberdade madura. Elias consente porque reconhece a inteireza interior daquele que responde.
O gesto seguinte de Eliseu sacrificar os bois e queimar os instrumentos de trabalho possui valor simbólico decisivo. Ele rompe com a economia antiga da própria vida. Não há plano de retorno. Não há reserva psicológica. Não há dupla pertença. Esse gesto revela que a despedida não foi adiamento mas confirmação. A Escritura aqui ensina que o critério nunca está no ato visível isolado mas no estado interior da consciência.
Essa lógica atravessa os séculos e permanece atual. O mundo contemporâneo continua oferecendo escolhas que aparentam neutralidade moral mas que escondem adiamentos existenciais. Carreira, status, conforto aprovação social, vínculos afetivos podem tornar-se absolutos disfarçados. A lei divina inata inscrita na consciência humana ( 621 L.E. ) continua convocando ao sentido, ao bem, ao verdadeiro. O conflito não é entre Deus e a família mas entre verdade e autoengano. Quando o afeto é usado para evitar a responsabilidade espiritual ele precisa ser relativizado. Quando o afeto é expressão de retidão e ordem interior ele é preservado e honrado.
A tradição bíblica não legisla mecanicamente. Ela educa a consciência para o discernimento. Ela ensina que Deus está acima de tudo não como tirano mas como fundamento do sentido. Que o dever familiar é sagrado quando não se opõe à verdade. E que a vocação quando amadurece não admite reservas internas. Somente aquele que não se divide interiormente pode responder plenamente ao que lhe foi confiado. E somente esse caminha com firmeza serenidade e inteireza rumo ao destino que dá sentido à própria existência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
