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47 frases do Estoicismo (para viver em harmonia consigo mesmo e com o mundo)

Conserve os olhos fixos num ideal sublime, dedique se ao máximo e lute sempre pelo que deseja, não esmoreça conquiste, pois só os fracos desistem e só quem luta é digno de sentir o sabor da vitória.

⁠A primeira regra é manter um estado de espírito imperturbável.

Evitemos fazer o papel de zombeteiros e de trocistas, porque tais defeitos nos farão cair insensivelmente nas maneiras baixas e grosseiras e farão com que as pessoas percam a consideração que sentem por nós.

⁠Tenhamos diante dos olhos todos os fatores que determinam a condição humana, consideremos no nosso espírito não a frequência de cada fator, mas sim a intensidade máxima que ele pode atingir, amenos que queiramos deixar-nos abater e abrir a boca de espanto ante alguma desgraça menos usual como se ela fosse inédita.

A obrigação que lhe incumbe é examinar de que modo, durante o tempo que viverá, poderá viver melhor.

Não é porque as coisas são difíceis que a gente não arrisca, é por não arriscar que elas se tornam difíceis.

Sêneca

Nota: Trecho da carta 104, Sobre o cuidado com a saúde e a paz mental.

Não é o fato que desorienta as pessoas, mas os juízos que fazem do fato.

⁠Apenas que você faça a coisa certa. O resto não importa.

Marco Aurélio
Meditações. São Paulo: Edipro, 2019.

⁠Merecem louvor os homens que em si mesmos encontraram o impulso, e subiram nos seus próprios ombros.

⁠"Uma pessoa imatura culpa os outros o mal que lhe acontece; uma pessoa que começou a amadurecer culpa a si mesmo; mas uma pessoa madura não culpa nem o outro nem a si mesmo"

Melhor é a verdade que dói e faz crescer, que a mentira que protege e produz idiotas e bajuladores!

Gente do bem não morre,apenas troca de função,torna-se Anjo e está sempre por perto!

⁠Sempre que você estiver prestes a encontrar um defeito em alguém, pergunte-se o seguinte: Qual é o meu defeito que mais se assemelha ao que estou prestes a criticar?

Marco Aurélio
Meditações.

⁠Não se orgulhe de qualquer excelência que não seja a sua própria.

Epicteto
O manual para a vida (Encheiridion de Epicteto).

⁠Primeiro diga a si mesmo o que você seria; e então faça o que você tem que fazer.

⁠O dever de um homem é permanecer em pé, não ser mantido em pé pelos outros.

Marco Aurélio
Meditações. Montecristo Editora, 2020

Não diga apenas que você leu muitos livros. Mostre que, por meio deles, você aprendeu a pensar melhor, a ser uma pessoa mais perspicaz e ponderada. Os livros são para a mente o que os pesos da ginástica são para o corpo. Os livros são muito úteis, mas seria um grave erro supor que alguém progrediu apenas por conhecer o seu conteúdo.

Epicteto
A arte de viver

⁠Se sua ação não é correta, evite por completo fazê-la, mas se ela é certa, por que temer aqueles que vão repreendê-lo injustamente?

A vida é uma faculdade. O passado é uma experiencia de vida.Uma preparação para o futuro. Quem não enxerga isso, continua errando. Quem diz a frase: ninguém me entende. Pode ter certeza que esse que não entende ninguém .

O Socorro Contra as Nossas Perdas

O verdadeiro bem — a sabedoria e a virtude — é seguro e eterno; é este bem, aliás, a única coisa imortal que é concedida aos mortais. Estes, porém, são tão falhos, tão esquecidos do caminho que seguem, do termo para que cada dia os vai arrastando que se admiram quando perdem alguma coisa — eles que, mais tarde ou mais cedo, hão-de perder tudo! Tudo aquilo de que és considerado dono está à tua mão, mas sem ser verdadeiramente teu; um ser instável nada possui de estável, um ser efémero nada possui de eterno e indestrutível. Perder é tão inevitável como morrer; se bem a entendermos, esta verdade é uma consolação para nós. Perde, pois, imperturbavelmente: tudo um dia morrerá. Que socorro podemos conseguir contra todas as nossas perdas? Apenas isto: guardemos na memória as coisas que perdemos sem deixar que o proveito que delas tiramos desapareça também com elas. Podemos ser privados de as possuir, nunca de as ter possuído. É extremamente ingrato quem pensa que já nada deve porque perdeu o empréstimo! O acaso privou-nos do objecto, mas deixou em nós o uso e proveito que dele tiramos, e que nós deixamos esquecer pelo perverso desejo de continuar a possuí-lo!