Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Estava pensando como seria bom sair por ai sem rumo, sem pensamentos e principalmente sentimentos...
Espero que depois de anos, sentimentos não há mais de existir, sentir cansa... Sentir machuca.
Estava pensando em sair à procura de algo, que não seja amor. Estava pensando em ficar sozinha, fazer coisas em que eu goste, fazer coisas que não me canse.
"Mas talvez, a própria vida faça isso por nós."
O outro
Hoje estava lembrando-me
algo sobre você.
E lembrei por que estou
preocupado com aquilo que não é meu.
E tão duro para min
olhar no espelho
e ver apenas que sou o "outro".
Isto feri , mais sei que são feridas
que vão sara.
As vezes apegamos nas pessoas
de um maneira inesplicavél e
acabamos esquecendo de olhar
para o que elas realmente senti por nós.
Um amante, um objeto, o que sou?
Apenas aquilo que já passou em sua vida,
uma pagína que virou e nunca mais voltou.
Andei
Pensei que estava perdida
Foi uma viagem de sonhos
Sonhos de uma partida
Voltei e nada encontrei
Só o vazio que aqui deixei
Quando eu disse que não confiava em você, eu estava confiando de todo meu coração; Quando eu disse que queria o fim, eu sinceramente não queria, mais quem queria o fim, era você, e se o fim fosse uma forma de ver você feliz, eu o aceitaria, por mais que eu fosse sofrer; Quando eu disse que duvidava de você, eu só queria ter a certeza de que você era a pessoa de palavra na qual eu tinha me apaixonado. Quando eu disse que poderia contar comigo, eu dizia a verdade; Quando eu disse que enfrentaria todos os seus problemas por você, eu estava disposto, mais eu não podia os enfrentar sozinho, eu precisava de você, eu preciso de você. Quando eu dizia que adorava seu sorriso, saiba que eu ainda o adoro e penso nele toda vez que penso em você; Quando eu acho que ouvi tua voz isso me consome, sei que estou sendo muito idiota, mais tenho que colocar tudo pra fora senão vou explodir. Eu não queria o fim, mais me conformo com ele pois sei que é o que você queria, que seja feita sua vontade, pequena.
Hoje eu estava triste e parei para pensar no que me faz feliz , e automaticamente veio vários rostos e momentos na minha cabeça . Comecei a me lembrar das pessoas que passaram pela minha vida e que deixaram de certa forma muito delas , me trazendo a alegria e a vontade em viver , nos momentos que passei em família e com os meus amigos , e que com toda a certeza do mundo , não vai sair tão cedo da minha cabeça .
"Ontem encarei a morte pela primeira vez, estava com medo, porém sabendo que Deus me protegia, buscando entender o sentido daquilo tudo e pensando :
Se eu morrer hoje, não sera ruim para mim, todos que ainda estão vivos que sofrerão, que sentirão minha falta, portanto se você perdeu o sentido da sua vida, não se mate, não se machuque, pois estará fazendo sofrer quem mais te ama"
On-line
Oi tudo bem?
Estava com saudades de você
Nunca mais lhe vi on-line
Entrei rapidinho só pra te dizer
Que você é minha melhor amiga
E que sinto muito quando não falo com você
Mas meu tempo está acabando
Pois estou na lan
Que sabe nos falamos amanhã?
Some não tá?
Entre no Msn amanhã
Pois eu também vou entrar
O sol já estava queimando sua pele clara por volta das três e quarenta. Pensamentos na sua cabeça na mesma velocidade em que disparavam os carros na pressa de chegar em algum lugar. Sem observar ao menos, que o céu estava completamente azul. Para a maioria, - isso seria de mais igual, poucos notara que dias antes só se via chuva e com ela, como tantas vezes, sendo acompanhada pela tristeza.
Parecia um dia tão mais bonito, e talvez fosse mesmo. Pelo menos dentro dela. Seu coração estava pulsando diferente, com mais amor pela vida.
Ana voltando de um dia cheio, olhava para cima e sentia seu sorriso colando no céu das (poucas) estrelas que apareciam com o entardecer.
O ritmo da suas pernas ia de acordo com as musicas que saiam de dentro de sua cabeça, que lembravam bons momentos, saudade e saudade. E cada local detalhadamente visto, aparecia em automático recordações que fazia aqueles olhos sempre secos chorarem. Às vezes só por dentro.
Agoniada com a confusão que as pessoas ditavam, ela decidiu apressar seu passo e deixar de lado um pouco a vista que estava observando.
Chegando em casa conturbada, olhou para a janela e ao sentir o cheiro e o barulho da poluição, fechou os olhos. Ao abrir, Ana que sempre tinha mania de desvendar quais que eram os desenhos das nuvens, avistou um coração… e no mar, a lua cheia brilhava um prateado parecendo um ritmo que, naquele dia, não-saia-da-sua-cabeça.
E assim, aos poucos, ela sabia que a vida e a beleza das pequenas coisas estão sim à vista, poucos podem enxergar, mas existe. E cada vez mais Ana entrava em seu mundo particular e trazia dele toda a sua paz para o lado de fora, mesmo que a retribuição desse mundo que pede pressa fosse jogando tudo isso fora.
A sacolinha de plástico
Estava na sala de aula. Primeira fileira, primeira mesa, primeira cadeira. À minha frente o computador, esperando meus comandos. Professor andando atordoado para todos os lados, resolvendo problemas. Ao meu lado, uma parede. Porém, cheia de janelas de vidro. A parede era quase toda tomada por essas janelas. A visão dali era privilegiada : é possível, dali, ver o céu e suas diferentes tonalidades de cor, a grama, as árvores, as escolas, os apartamentos. A vida urbana misturada à natureza. Por ora passavam aviões rumo ao aeroporto, suponho ,pois o mesmo fica naquele rumo. Numa dessas minhas costumeiras olhadelas, percebi um pontinho branco a voar pelo céu. Seria um pássaro? Possivelmente. Olhei melhor. Estava lento demais para ser um pássaro. Era , na verdade, uma sacolinha de plástico que, despreocupada, flutuava pelo céu azul , sendo banhada pelos raios de sol. Flutuava. O vento a carregava devagar, fazendo-a dançar pelo ar. Parecia um pássaro, sem asas. E quem disse que é preciso ter asas para voar? A sacolinha estava ali, para mostrar. Estava ali, flutuando livre. Voando livre. Sabe-se lá para onde o vento a levaria. Provavelmente continuaria a passear pela cidade, quase tocando os arranha-céus , observando lá de cima os carros, as pessoas, avenidas. Observando a vida. Sei que ela continuaria ali, assim, viajando sem rumo. E talvez seja esse mesmo o rumo daquela sacolinha de plástico.
ontem eu tava ótima pelo dia, porém quando a noite chegou...
cai, eu estava indo muito bem, mas, me vi triste, sem esperanças...
Fui ao espelho e me maquiei, pronto, melhorei!!!
Sempre achei que você tinha algo especial. E eu estava certo. Sua especialidade é magoar as pessoas.
ALÉM DA JANELA
Resolvi olhar além da janela
Além da minha casa
Além do meu corpo
E lá estava uma passarela
formada de pétalas colorida
O brilho da luz
O grito da vida
O cântico dos pássaros
Crianças brincando
Jovens festejando
Idosos caminhando
Sob o espaço azul.
Além da janela
Estava lá
A aquarela
A espera do pintor
Era momento da escolha
Era momento da ação
Sair de casa
Ir além do corpo
Criar asa
Abrir a janela
Voar
Ser feliz então.
Eu senti tanta vontade de beijar você ali naquele cantinho que estava quase me embolando nas perguntas que você estava me fazendo. E quando você me disse pra irmos ali no escuro, bem escondidos de todos, eu vibrei por dentro, mas você sorriu e achou engraçado. E eu te disse algo do tipo ''Nossa, quem iria imaginar nós dois naquele cantinho tão frio e escuro.'' Querendo te dizer o quanto cairia bem aquele cantinho e nós dois ali. Eu estava tão nervosa entre meus pensamentos sobre a tua mão em meus cabelos e o teu rosto perto do meu outra vez que nem consegui ouvir você dizer que me queria. E quando você me perguntou algo sobre o que eu estava fazendo eu nem sabia o que estava respondendo, mas espero não ter dito algo sobre a falta que me fez esses teus palavrões desnecessários e esse teu jeito moleque que me encomoda tanto a ponto de só recorda-lo. Eu estava tão preocupada com o que falar pra que te fizesse sentir vontade de ficar mais um pouco que só despertei quando te vi indo embora, com o olhar tão fixo nos meus que só queriam te trazer de volta, de volta a sentimentos que aconteceram e eram nossos um dia. Sentimentos que se foram sem explicações, sem eu ao menos pensar em algo pra te fazer ficar.
Eu sabia que iria acabar, até mesmo quando estava perto de você, querendo parar aquele momento pra sempre, no fundo eu sabia que iria acabar porque você era normal e eu não sou nenhum pouco normal. Eu não me contento com o normal. Eu naturalmente sou maluca e por muitas vezes ser maluca me impede de sentir tamanha normalidade.
Foi numa dessas manhãs sem sol que percebi o quanto já estava dentro do que não suspeitava. E a tal ponto que tive a certeza súbita que não conseguiria mais sair. Não sabia até que ponto isso seria bom ou mau — mas de qualquer forma não conseguia definir o que se fez quando comecei a perceber as lembranças espatifadas pelo quarto. Não que houvesse fotografias ou qualquer coisa de muito concreto — certamente havia o concreto em algumas roupas, uma escova de dentes, alguns discos, um livro: as miudezas se amontoavam pelos cantos. Mas o que marcava e pesava mais era o intangível.
(...)
Tudo isso me perturbava porque eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém. Até então aceitara todas as ausências e dizia muitas vezes para os outros que me sentia um pouco como um álbum de retratos. Carregava centenas de fotografias amarelecidas em páginas que folheava detidamente durante a insônia e dentro dos ônibus olhando pelas janelas e nos elevadores de edifícios altos e em todos os lugares onde de repente ficava sozinho comigo mesmo. Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.
E você dizia sempre "eu te amo" como se tivesse certeza do que estava falando,e eu me perguntava,que amor era esse ...
Hoje acordei cedo, e quando dei por mim já estava à rua, estava a fazer umas caminhadas matinais. Sobe, desse, ruelas, avenidas, e uma brisa passava, quando bateu uma brisa mais fria, uma saudosa brisa, e ‘flashes’ do passado corriam, fui atrás, quando os passei e via suas faces tomei um susto. O medo andava entre todos bem escondido, a angústia era a mais veloz, a tristeza era mais lenta e corria pouco por que demorava passar, o amor perdido era de uma frieza nórdica, vagamente cheguei a vir outras lembranças porem não menos importantes. Quando fui alcançado por amigos que me ampararam do susto e com um choque em ‘220v’, me acordaram daquilo que por hora se tornará pesadelo, suspirei duas vezes e percebi que andei por meu próprio coração.
A tempos me imaginei "diferente" da maioria.. É e estava certo(admito)nao sou igual,sou muito pior..
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