Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
E eu que sempre achei impossível se apaixonar por alguém a primeira vista, hoje vejo que estava errado e só consegui ver isso porque eu te vi
Conto de Ilusão
Eu estava com meu grupo de amigos na praça da cidade. Estávamos bebendo. Fazíamos isso constantemente. Sempre à noite, claro. Mas tinha um garoto. Sempre tem um garoto. Eu e ele conversávamos bastante. Ele era muito inteligente e interessante. Naquele instante estávamos todos ali, conversando, rindo e ficando bêbados. À essa altura, alguns vão para um lado, outros para outro. Começa a rolar aquela história de pegação. Odeio essa parte porque sempre fico só. Mas tudo bem, apesar de tudo, eu ainda acho que o amor é lindo. Que meus amigos aproveitem. Então me sentei em um muro, acompanhada pelo copo de vodca, e fiquei olhando todos eles com um olhar meio vago, flutuante. E claro, fiquei me perguntando aonde o ele tinha ido. Não estava em nenhum lugar à minha vista. Imaginei que tivesse saído com alguma garota, mas todas estavam ali. Quando de súbito ele me deu um susto por trás.
- Caramba, que susto. Eu quase caí.
- Eu não ia deixar te deixar cair.
- Ah, ta bom.
- Posso sentar aqui?
- Sim.
Ele subiu o muro e se sentou ao meu lado. Fiquei olhando-o subir. Quando se acomodou, me encarou. Ficamos nos encarando por alguns instantes, e então ele perguntou:
- Por que você se diz tão pessimista? Não parece ser. Está sempre tão bem humorada, rindo...
Ele deixou a frase morrer no silêncio. Não esperava uma pergunta assim, mas respondi:
- Quando a vida nos machuca muito, nós acabamos por perder a esperança de dias melhores. Então tudo acaba por dar errado e você pensa que tudo sempre será errado. Você acaba se tornando pessimista. E então, quando algo bom acontece, você se surpreende. E você tenta aproveitar ao máximo esse algo bom. É o que eu tenho feito. Aproveitado cada segundo que estou com vocês. Meus amigos.
Ele me encarou por alguns segundos e perguntou:
- Quer ficar comigo?
Por esse eu não esperava. Sinceramente.
- Acho que não.
Ele pareceu se ofender, então me apressei em dizer:
- Não é nenhum problema contigo. Sério mesmo. O problema é comigo.
- Tudo bem, não precisa se explicar.
- Não preciso, mas eu quero. Eu gosto de ti. Me sinto atraída por ti. Em vários sentidos. E é exatamente por isso que eu não quero me envolver mais. Eu não quero ficar dependente de ti.
Ele pareceu surpreso. Deu aquele sorriso de canto e falou:
- Tem medo de se apaixonar?
- E depois eu que sou convencida...
- Não estou sendo convencido, só achei que fosse isso.
- É, pode ser.
- Não é você que vive dizendo que o amor é lindo? Porque não aceita a beleza dele?
- Porque, na maioria das vezes, ele não me mostra beleza alguma. Só me mostra seu lado ruim. Para os outros ele é bonito, mas para mim, não.
- Então você tem medo de amar porque pensa que vai se machucar, é isso? Já foi ferida por alguém, certo?
- Sim e sim.
Novamente ele me encarou. Desviei o olhar e bebi mais uns goles de vodca. Ele disse:
- Eu te acho muito interessante. Poderia me apaixonar por ti e te dar todo o meu amor. Mas, como eu já te disse, não está nos meus planos me entregar para alguém. Então não posso te prometer amor.
- Sim, eu sei. Não quero que prometa. Só quero me compreenda.
- Compreendi, sim. É uma pena que você não queira apenas se divertir.
- Gostaria. É uma pena que eu não saiba separar as coisas. E também uma pena que você não queira se entregar à mim. Por completo.
- É esse o seu desejo?
- Talvez. Acho que seria bom.
- Talvez.
Mais uns goles na minha vodca. Ele desviou o olhar para o nada. Pensei, vagarosamente, por uns instantes. Dei o último gole da vodca. Desci do muro e estendi a mão para ele.
- Desce aqui.
Ele aceitou a minha mão. Quando desceu, estávamos bem próximos. Olhei nos olhos dele e disse:
- Quer saber de uma coisa? Acho que já estou ferrada mesmo, então não faz diferença me ferrar mais. Aliás, sei que vou gostar.
Ele deu aquele sorrisinho de canto e eu o beijei. Na minha lentidão, causada pela bebida, eu imaginava que um dia ele me amaria. Um dia ele sentiria e acreditaria no verdadeiro amor.
Eu estava sentada no último andar do prédio, olhando diretamente para as ruas, via os movimentos das pessoas, desesperadas, o trânsito, um enorme som desarmônico de buzina, repetidamente várias vezes, não parava nem por um segundo, pareciam que tinham se esquecido de tirar o braço do volante. Perguntava-me por que aquelas pessoas, independentemente se estavam andando em plena rua ou sentadas num carro, será que elas se questionam o quê vieram fazer nesse mundo? Cada uma daquelas pessoas deveriam saber que são únicas, mesmo não achando, tudo que eles fazem, talvez para uns sem importância alguma, é necessário fazer, aquele alguém foi designado pra exercer aquela função e ninguém pode tirar isso, é a missão desse ser, que embora não faça as coisas que você faz, não deixa de ser capaz de fazer, ele se diferencia. É nesse ponto que queria chegar enquanto pensava nesse assunto lá em cima, algum dia se quer você já se perguntou no que te faz ser diferente, o que te destaca? Pode ser seu cabelo, seu jeito pessoal, modo de tratar o próximo. Nunca desista por achar que você não vai ser notado, é importante tentar. As portas nem sempre estão abertas, mas com a chave certa você consegue.
É incrível como as vejo surgir, fascinante forma de existir. Antes mesmo que eu percebesse já estavam aqui, trazendo luz para meu caminho florir. Puxando da memória seria capaz de descrever como lhes vi chegar, cada uma a sua maneira, com sua incrível forma de viver e sonhar. Na simplicidade de cada momento, na leveza de um pensamento, na verdade por trás de um olhar, na cumplicidade instantânea, na semelhança das essências que pareciam se conectar, na implicância cotidiana que a distância não é capaz de separar, na firmeza das palavras, na presença que se faz presente sempre que precisar, na atenção necessária e nas doses de juízo que parecem faltar. Encontros que não consigo explicar, simplesmente lhes vi chegar. Amizades que vieram aqui habitar, forma tão linda que Deus criou para expressar o verbo amar.
O AMOR À RIQUEZA E A FELICIDADE
Estava o amor e a riqueza conversando...
A riqueza falou:
- você amor é muito bobo, não traz aventuras na vida do homem, vive o fazendo chorar por coisas bobas, mostra para ele que ele é fraco e sentimental, eu ao contrario levo ele a muitos lugares bonitos e ele experimentar sensações como ele nunca experimentou, todos querem andar com ele por minha causa, sou a melhor coisa que ele tem na vida.
O amor calmamente respondeu:
-Sabe riqueza, eu não tenho essa suas vantagens e sei que sou muito inocente acredito muito fácil nas palavras que o ouvido do homem ouve, mas sou humilde e sei ser paciente, você leva o homem a muitos lugares lindos, e o homem admira comigo dentro do coração, você traz pra ele sensações, ele as vive, achando que sou eu que ele está vivendo, você faz muitas gente querer andar com ele, mas quando você se vai todos o abandonam, mas eu continuo ali junto com ele, e com o tempo ele nota que sem minha presença ele não tem felicidade, mas sem você ele vive muito mais feliz.
Hoje eu estava pensando nas coisas que tenho feito, e acho que algumas coisas que tenho feito está errado, pois é mas mesmo assim sigo em frente pensando que tudo vai se encaminhar bem, eu tenho sido um pouco imatura. Eu tenho medo do tempo; eu tenho medo que o tempo passe e eu não faça nada daquilo que eu desejo, eu me olho no espelho e não me reconheço mais. Quem é essa que está no espelho será eu mesma? Estou tentando voltar ser quem eu era a menina feliz que não tinha medo do tempo.
Achei que nem tinha escrito 50 pensamentos ainda!
Mas tudo bem, né?
Ainda a pouco, estava eu pensando comigo: será que essa garota vai lavar os cabelos amanhã pela manhã! Havia me esquecido que tinha compromisso hoje e, por isso, atrapalharia, ops, quer dizer, lavaria eles hoje.
Estava aqui refletindo o quanto essa semana tem sido boa. Tenho te visto todos os dias e você está com um sorriso e uma voz tão gostosa. Da vontade de te ouvir o dia inteiro.
Aí quando te vejo então, nem fala... Consigo viajar em você com tanta facilidade. As vezes me perco no meio das suas palavras. Culpa do seu cheirinho :P
É muito bom ter uma amiga como você, alguém que me faz tão bem. Meio que uma válvula de escape para as tensões do dia a dia.
Nem consigo não pensar em você todos os dias, um caminhão de vezes. Penso em você quando acordo, quando tomo café, quando almoço, no café da tarde, quando janta e também na hora de dormir. Ah, penso em você também nos intervalos.
Hum, também estava fazendo aqui uma pesquisa e verifiquei que a corda certa é na casa de 78. A perfeição seria 99, mas realmente é complicado chegar até lá. Mas considerando que vou te encontrar até os noventa e poucos anos, acho que da pra chegar.
Boas festas hoje...
Já estou com saudades ;)
Princesa, hoje acordei pensando em você. Procurei você, mas não estava por perto. Senti saudades. Fiquei pensando em você. Vim escutando músicas, canções e lembrando de momentos felizes que já passamos. Espero logo te encontrar, para juntos passear. Não nessa chuva. Mas em uma tempestade para que eu possa te esquentar.
Você Poderia Ser Feliz
Você poderia estar feliz e eu não vou saber
Mas você não estava feliz no dia em que te vi partir
E todas as coisas que eu queria não ter dito
São tocadas repetidamente até tornarem-se loucura na minha cabeça
É muito tarde para te lembrar de como nós éramos?
Mas não os nossos últimos dias de silêncio, gritos, borrões
A maior parte do que eu lembro me faz certo de que
Eu deveria ter impedido você de sair pela porta
Você poderia ser feliz, eu espero que esteja
Você me fez mais feliz do que jamais fui
E de alguma maneira tudo o que eu tenho, tem seu cheiro
E pelo mais curto momento, nem tudo é verdade.
Faça as coisas que você sempre quis
Sem eu lá para te impedir, não pense, apenas faça
Mais do que qualquer coisa eu quero ver você,garota,
Dando uma gloriosa mordida no mundo inteiro
O amor estava lá todo dia,
De manha a tarde e a noite
Mês esperando eternamente
Me nutria como orvalho matinal num deserto
Me acomodei em seu deleite
Esqueci de regá-lo com a mesma intensidade
Então ele foi embora
se esvaiu, evaporou no sol do verão
fiquei p’ra trás
As cores se desbotaram
As flores murcharam
O outono atropelou seu tempo
E o inverno chegou
E tive que enfrentá-lo sem agasalho
Sem aquele calor que me afagava toda manha, toda tarde, toda noite
E mim só restou o amor que deixei de dar
A culpa e o remorso corroeram minha alma
E o pior que isso não me matou
Mas fez eu perder o medo da morte.
Aos poucos fui notando que o motivo dos meus pesadelos, e que estava quase me consumindo por completo, era o medo, medo do não, do não poder, do não conseguir, medo do acontecer.
Queria ser capaz de me levantar pela manhã, olhar no espelho e gostar da pessoa em que eu estava me transformando.
Então me diga onde ele estava quando eu gritava de dor? Então me diga que tipo de amor eterno é esse que acaba depois de uma semana? Então me diga o que é esse sentimento de bosta que mesmo depois de três anos só faz eu sentir mais nojo dessa tua cara?
Quando eu ainda não estava aqui, eu já existia. E quando eu me for, continuarei existindo. Porque a Vida é inextinguível.
Aonde é que eu estava com a cabeça quando disse que não queria mais, e agora doí de mais. Destruí algo que era tão bom.
Eu estava te olhando hoje e me perguntei que tipo de coisas passam pela sua cabeça. Você ao menos sabe? Ou é daquele tipo de rapaz que sai de casa apenas para respirar ares diferentes e nem pensa direito? Não, nem precisa responder. Eu notei já. Você sabe usar as palavras, mas não sabe colocá-las em prática, não sabe o que sente, e nem como saiu da balada. Tem noção de como tomou o rumo de entrar na minha casa, no meu coração, nos meus textos? Não tem. Você não sabe o que fazer, João. Eu sei que pensas em desistir de tudo e que fugir sempre foi teu desejo insano, escondido na parte inconsciente que nem você reconhece. Sei do teu mal gosto em se vestir, mas sempre compra o que a vendedora recomenda, porque sei também que você liga pro que os outros pensam. É, João, eu sei desse teu medo de ser julgado, de falar o que pensa mesmo, e por isso espalha pros teus pseudo-amigos que nunca pensa em nada, na verdade. Tem medo do que dirão se soubessem do teu lado romântico e que só sai pra balada e “pega” alguém por ser cabeça fraca. Você se deixa levar e agora nem sabe pra onde o vento está soprando. Eu quero te mostrar o que você não viu, João. Me deixa te mostrar um quadro naquele museu, que aliás, eu prometi te levar no mês passado, mas esqueci e você finge que não liga. Acha que por ter essa barba mal-feita e esse rosto de confiante, pode me enganar sem antes entregar o que sente só pelo olhar. Você notou que desvia o olhar? Não consegue nem me olhar fixamente por meio minuto porque sabe que eu te desvendo e você se sente incomodado por isso. Sabe que eu posso te mostrar o lado bom da vida, e que irás perder o costume desse lado “ruim-meio-bom”, que eu posso ir embora e você não saber se virar sozinho, mas já sabes, caramba. Só não se tocou. Pensa bem. Fingir ser forte, acaba te fortalecendo, de alguma maneira. Você sabe disfarçar o que muita gente não sabe, mas disfarçar sempre é desespero, João. Eu vejo isso nos teus olhos também, assim como eu vejo a forma que você me olha, mas muda o foco dizendo da garota do fim de semana que não te entende, mas que te dá prazer. E se esquece da nossa experiência no começo do ano, que você disse que nem uma morena de cabelos compridos faria melhor do que eu fiz, e me tornei inesquecível em apenas uma noite.
Me desculpem a indelicadeza das palavras e a ausência nestes últimos tempos! É que eu estava cuidando da minha vida, assim como você. Me desculpe a falta de iniciativa. É que não se pode insistir em alguém que sequer moveu uma mão amiga nesse tempo todo, enquanto eu estive à toda disposição
Falando de meninice...
Ali estava ela...
Delicada...arrumada...perfumada...sonhadora.
Ali ficava horas a fio imaginando o mundo lá fora...E gesticulava amor, olhava ternamente, não vivia indiferente.
Imaginava ser feliz...portas e janelas abertas. Mas vivia ali. Era seu mundo doce e submisso.
Medo de chegar a porta...na janela nem pensar...não tinha porque deixar de amar.
Uma redoma de proteção onde não podia tocar o chão... E dali rolavam lagrimas e histórias...duvidava de seu valor. Tinha o gosto refinado e o toque delicado, mas era pássaro destratado em divina forma humana. E quando em verve crítica seu diário escrevia, tomada de rubor o seu rosto ardia e pouco a pouco,ali, timida, uma nova mulher nascia...
Entretanto ainda confusa, não entendia porque ninguém jamais a amaria...
E ficou ainda a impressão de que o tempo e o silêncio eram reflexos de seus pensamentos e a mulher que todos achavam incrível , na verdade fingia achar graça... mas no fundo , em tudo... foi apenas na vida, mais uma grande palhaça.
Gracia Monte♥
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