Essência

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​"A minha essência não é moeda de troca; é patrimônio inegociável que não depende da cotação do ego de ninguém."

⁠Admiro sua beleza interior, seu caráter e sua essência. Mais do que tudo, cativam-me suas atitudes, sua bondade e seus valores, que expressam virtudes sublimes. É um reconhecimento da beleza da sua alma.

O que mais admiro em você é sua beleza interior, seu caráter e sua essência. O que realmente me cativa são suas atitudes, sua bondade e os valores que você carrega, os quais refletem virtudes elevadas como o amor e a compaixão. É um elogio que valoriza a sua alma⁠

Hoje precisamos vestir menos aparência e mais essência, menos discurso e mais verdade.

Nem sempre se trata de seguir o que a mente pede. Às vezes, a verdadeira essência da vida está nas pequenas gentilezas que nosso espírito ainda não aprendeu a valorizar. Não perca a chance de ser gentil, de demonstrar amor e de honrar as pessoas que estão ao seu redor. Lembre-se também daqueles que te amam, mas que estão distantes, não por vontade própria, mas por razões que talvez sua mente nem consiga compreender. Cada ato de bondade pode fazer uma diferença significativa na vida de alguém, e, ao cultivar essa generosidade, enriquecemos não apenas a vida dos outros, mas a nossa própria jornada.

♒ Aquário – Diferente por essência, revolucionário por natureza. 🌌

"O tempo não apaga o que somos apenas revela o que sempre esteve enraizado em nossa essência."

Não espere ser, você já é! Lembre-se, Jesus morreu na Cruz e ressuscitou em ti a essência da luz.
Lu Lena

ÉS ESSÊNCIA DIVINA


Preencha o vazio com memórias internas. Abrace a fé, a determinação e a resiliência. Você merece ser luz; não deixe que sombra alguma ofusque sua essência. És único e especial no instante em que Deus soprou a vida que hoje habita em ti.
Lu Lena

VIDA EM CACOS


O sentido da vida é como nos vemos num espelho: ou refletimos nossa essência etérea, ou deixamos que a névoa do mundo denso a deixe fragmentada em cacos de vidro.


Lu Lena / 2026

ECO DO ABISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Eu sou lançado ao mundo sem essência
Sou um grito sem resposta no clarão das horas
A realidade crua arde em meus olhos
E a luz que se derrama não me cede consolo
O universo não me prometeu sentido
Eu o encontro em cada passo que escolho
E cada escolha desgarra o eu de outrora
Até que nada fique além do meu próprio ser
Sou livre como a pedra que se quebra
Sou mais livre ainda como o vento que não encontra forma
E essa urgência de escolher devora minhas certezas
Não há desculpa nem refúgio
Nada antecipa a minha decisão
Nada transforma o vazio em abrigo
Aqui estou
Respirando a dúvida
Vestindo a solidão como veste o medo
E apenas no tremor de existir
Encontro o preço de minha liberdade
Que a angústia seja a lâmina que me forja
Que a liberdade seja o aço que não se dobra
Pois não há outro que escolha por mim
E sou eu — sempre eu —
Neste mundo que ecoa meu nome sem eco — sem fim.

A tua essência ninguém poderá tirar.⁠

⁠você me olhou e viu, o que ninguém quis ver, a excelênte essência que Deus guardou só pra você 💓

⁠A terra não muda quem tu és,
O ambiente que você frequenta não pode mexer na sua essência!

⁠Viva de acordo com a sua própria essência.

⁠Conheça a sua essência, e não se sinta inferior a ninguém pense nisso 😉.

⁠Mulher; seja o bom perfume de Cristo, uma preciosidade, que Deus colocou em sua essência, como Mulher cristã.

Isso não é frase bonita.
É confronto de Reino.
É verdade que separa aparência de essência. miriamleal

Quem faz por amor não negocia essência.
Não molda a verdade para agradar, nem suaviza o propósito para caber no ego de alguém.


miriamleal

Vasco da Gama não "descobriu" Moçambique; apenas o encontrou.
​A Essência: Moçambique já possuía uma existência histórica, social e económica complexa, evidenciada pelas suas cidades-estado e rotas comerciais ,muito antes de 1498. A chegada de Vasco da Gama marca apenas a inclusão da região nos registos ocidentais, não o seu nascimento.
​O Vazio: O erro da narrativa histórica reside na falta de soberania narrativa: faltou o cronista moçambicano para registar e perpetuar a história a partir da perspetiva interna, permitindo que a linguagem da "descoberta" e do observador externo" prevalecesse.