Esqueço
Quando estou nos seus braços, esqueço do mundo;
Quando estou nos seus braços, esqueço da minha vida;
Quando estou nos seus braços, não penso na eternidade;
Quando estou nos seus braços, me sinto um menino descobrindo o amor.
Poderia falar de amor relembrar o ardor,Eu esqueço do calor,Então julgue me pelo mentor,Nem mesmo o senhor,A falta de amor temporário,Não corro pelos templários para encontrar mandatários ou para quem desejam serem casados,Anemia sentimental alquimia Individual,Uns sonham ter a pedra filosofal outros a pedra infernal,Flamel,Flamejava ideias,Digerimos a arte e outras coisas,Escrevo rimas aleatórios sobre a vida.Mas! Tudo faz parte.
O relógio gira em torno do teu eixo a lua gira no feixe,Eu crio peixes e esqueço do tape da vida,Fita da vida a vida faz a fita,A dor cura com tempo não com gaze,Esqueci da frase ou simplifiquei uma crase,Extinto primitivo com raciocínio moderno,Prazer me trás lazer,Mesmo não tendo muito o que oferecer.
Não esqueço, quase me enlouqueço
Quando eu me lembro do fim de semana
A gente se beijava até de madrugada
E quando acordava, ainda te via sorrindo na cama
Você de palhaçada, me descabelava
E me segurava, como sempre fazendo cosquinhas
E outra vez a gente se amava
E o tempo passava e depois ficava de conchinha
Há abraços...
Que nunca esqueço
Há beijos...
Na minha lembrança
Não têm preço...
São sonhos presentes
Uma esperança...
É tudo o que mereço
Uma vitória...
A sublime confiança
A renascer...
Das trevas!
Enquanto o seu refúgio são as drogas,
O meu é a poesia,
Nela que vou mais além,
Esqueço tudo e todos,
O mundo também,
Encontro outros amores,
Num universo de sentimentos
Que a poesia tem...
Ela(Saudade)
De tão grande que é a saudade,
as vezes esqueço que ela(saudade)
existe, porque o que nao é
alimentado não tem forças,
mas basta colocar o meu olhar
sobre você que ela(saudade)
vem castigando de tão forte.
Talvez
Às vezes esqueço.
Me esqueço de nós.
Num momento do tempo parece que nunca houve nós.
Daí me lembro.
E nesse me lembrar a sensação é de que parece ter acabado de acontecer...
E olha que faz tempo que não há mais nós.
Parece que tudo foi ontem.
Que não mudaram estações sem nós.
Que não passaram Natais sem nós.
Quem não iniciaram Novos anos sem nós.
Daí me lembro.
Houve sim...
Houve tanto no mundo você sem mim.
Estranha sensação de andar pela metade nesta vida.
Procurando uma saída.
Uma saída pra nós dois... sermos nós outra vez.
Talvez... essa é a palavra que me tem dado força de andar pela metade.
Talvez haja nós... aí na frente... mais uma vez.
É nos cabelos dela
Que eu vou,
E esqueço de voltar
É la que meus dedos
Devem morar.
São nesses anelados castanhos
Que ela me ganha.
“Anseio pelo tempo perdido numa eterna inquietação e quando percebo esqueço de viver o hoje vivendo somente o amanhã”.
Não sei se devo, se me apego ou se esqueço...Se coleciono sorrisos ou coração, a vida nem sempre é uma decisão
Ou eu sou feliz
Ou só te faço feliz
E esqueço de mim..
Tem sido assim..
Vamos fazer um acordo
de felicidade, igual?
Aprendi a esquecer.
Esqueço tudo a cada amanhecer.
Melhor maneira de não mais sofrer.
Olvido indiferentemente
passado... futuro
inclusive o presente.
Todo o mar para atravessar...
Jogo os dados quando termina o dia.
Me dirão eles de uma nova travessia?
Me sinto tão bem quando
estou ao seu lado, parece
que nada mais existe, esqueço do mundo,
e só vivo aquele nosso momento.
LÁPIS E A BORRACHA
Escrevo para lembrar o que esqueci e esqueço novamente para escrever o que lembrei.
Assim é a vida uma sucessão de páginas em branco
Cabe a você decidir, ser o lápis que tudo faz lembrar, ou a borracha que tudo se faz esquecer.
Vagamundo
Carrego cicatrizes
(...e quem não as tem?)
De algumas esqueço,
enquanto outras sangram
porque feitas de punhais-palavras.
A cada (a)talho, vago pelo mundo
para driblar esse mal
chamado coração.
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