Espiritual
O crescimento espiritual depende do quanto estamos dispostos a presença de Deus, quanto mais você se entrega, mais Deus age em sua vida.
Pregar, cantar, profetizar, exorcizar, não faz de você alguém espiritual. Amar, servir, perdoar, isso sim, faz de você alguém espiritual!
Toda e qualquer suposta experiência espiritual que não resulta em mudança de caráter (Ef 4.17-32) e que não gere o fruto do Espírito (Gálatas 5.22-23), são pó e cinza diante de Deus.
Não adianta ter o desejo de uma experiência espiritual sem o estudo fiel das Escrituras; pois é na Palavra que colheremos a lenha para o fogo que Deus proverá no tempo certo em nossas vidas.
Que não se dispõe a colocar a lenha no altar, não pode reclamar da frieza espiritual em seu ministério (Lv 6.12-13).
A soma dos mandamentos humanos, comentários, interpretações, hipocrisia e elitismo espiritual dos fariseus consistia no fermento do qual Jesus ordenou nos acautelarmos. O peso do fermento dos teólogos esmagou todo o espírito e propósito da lei. As Escrituras por si só se tornaram inúteis, porque elas só queriam dizer aquilo que os teólogos afirmavam que elas significavam.
Calvino era tão fanático por Agostinho que nunca reconheceu as heresias de seu guru espiritual; Agostinho nunca ensinou a salvação somente pela Graça; mas ensinava uma salvação hibrida de boas obras através dos sacramentos, começando com a regeneração pelo batismo infantil, salvação via igreja romana e pelo uso da força até a morte. Mas essas heresias não passaram despercebidas pelo Lutero maduro que escreveu: “no começo, eu devorava [os escritos de] Agostinho, mas quando [...] entendi o que era realmente a justificação pela fé, descartei-o”.
Marcelo Rissma - Timothy George, Teologia dos Reformadores (São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 1993), p. 70.
Sob a perspectiva cristã, o ateísmo vai além da rebelião espiritual; é a negação da própria realidade que até os demônios reconhecem.
Quando Deus promove a maturidade espiritual, Ele não reforma a estrutura presente; Ele rompe o status quo. O desconforto providencial evidencia que o ciclo da graça se encerrou naquele lugar.
O sofrimento físico não é nada comparado a prisão espiritual, pois a libertação do Egito ocorreu em dias, mas o fim da rebeldia no deserto demorou 40 anos.
Refletindo sobre nossas atitudes e fazendo o bem, atingiremos melhor estágio na evolução espiritual.
Na morte a alma deixa o corpo e passa para o plano espiritual do qual saiu quando adotou a vida surgida no momento da concepção.
Seja feliz e alegre compartilhando a sua abundância, física ou espiritual, senão ficará isolado e triste.
O plano espiritual para o qual iremos depois da nossa morte será determinado de acordo com as nossas ações em vida corpórea.
