Esforço
Não precisa ser famoso para ser notado mas é preciso muito esforço para ser lembrado o segredo não esta na nota e sim em ser lembrado pelo "Bem" que faz.
Se soubesse que aquela seria a última vez que falaria com você, eu teria me esforçado mais um pouco. Guardaria pra mim todas as coisas que te despejei. Não teria te magoado tanto, e talvez hoje, pelo menos não sentiria tanto o amargo da indiferença. Se soubesse que aquela seria nossa última conversa, com certeza eu iria tentar te fazer lembrar de todas as coisas boas que vivemos, porque em toda batalha existem também momentos de paz, onde dá pra se reconhecer o amor. Se soubesse que hoje, essa angústia pela tua falta fosse me fazer sofrer tanto, eu teria me comportado melhor, não te diria tanta coisa injusta, tanta maluquice na hora da raiva. Há pessoas que carregam a dor de não dizer eu te amo enquanto deveriam, enquanto o outro ainda respira, enquanto o outro ainda está vivo. E há pessoas, como eu, sofrem por aqueles que estão por ai, vivos ainda, mas sabe que quem morreu para elas, fui eu.
Ricardo F.
Ser amado !....
....agradeço aos bons e aos maus por conseguirem
me amar ,aos que se esforçaram e aos que por
simples acaso puderam me amar ,pois do fundo de meu coração lhes amei e os amo tal qual os são .
A linha do tempo nos circunda ,nos tange e miscigena-nos,
sentir-se amado é um estado psíquico ,onde o amor
que desejamos receber de fora, nada mais o é
aquilo que esta contido dentro de nós mesmos ;
o medo de viver ,de ser feliz( são memorias guardadas
em nosso DNA por séculos decorridos e opressivos )
esse mesmo medo nos reprime e faz com que
esperemos que o outro nos ame primeiro para que
possamos amar,a grande maioria se esconde atrás
do medo de ser rejeitado ,mas quer saber..... mais
vale mil tentativas ,mil desilusão pra ser correspondido
do que ficar esperando a vida passar diante de nós.
Na linha do tempo tudo é pura energia ,quando você
encontrar alguém que seja ressonante com a sua
não se oponha, apenas viva e deixe ambas as energias fluir de um ao outro ,isto é ser amado.
Vivemos em um mundo onde as pessoas se esforçam tanto pela chamada "perfeição" que ser você nos dias de hoje é considerado estranho
Em diversas situações se for fazer algo por uma pessoa, não diga que está se esforçando, pois não valerá de nada. Quando fazemos uma coisa com amor, fazemos com vontade e não com esforço.
O dilema humano emerge porque o esforço para superar a natureza ou o destino podem levar a um destino mais terrível do que aquele que a pessoa está tentando evitar. Assim, parece que quanto maior for a segurança externa que o homem construir para si mesmo, maior a sua insegurança interior. Da mesma forma, parece que quanto maior for a liberdade externa que conquistar, menos liberdade interna terá.
Me esforço muito para me encaixar, para entender, para aceitar, mas me parece, cada vez mais, menos favorável.
Se esforce para amar muito as pessoas. Contudo, tenha cuidado com as interesseiras, que querem aproveitar do seu amor.
NÃO DUVIDE DE MIM
Não duvide do meu esforço, enquanto valer a pena, persistência não faltará em mim. Não duvide de modo algum da minha criatividade, ela tem dimensões incalculáveis. Não duvide das minhas ações, eu sempre fiz e faço tudo aquilo que possa me trazer resultados positivos, e quando esses resultados não acontecem! eu simplesme recomeço.
Plante, mesmo que seja de outra pessoa a colheita do resultado do atual esforço. Mesmoanônimo e sem reconhecimento, de onde você estiver, verá que participou como protagonista daquela conquista quando tudo foi bem mais difícil.
Seu valor é o de um Agente Divino andarilho do Universo, ainda que nada fale, sua Força gritará seu mérito.
“O topo da montanha não é glorioso apenas pela vista espetacular, ali também se dá valor ao esforço da caminhada!”
Ande de mãos dadas com o trabalho, o esforço e a honestidade.Sendo assim, o resultado e a proteção divina chega um dia antes do combinado.
É mais fácil acreditar que não vai conseguir, porque a vitória demanda trabalho e esforço insuperáveis
Nunca entendi de fato, o que realmente sou, e jamais esforcei-me para isto!
É uma complexidade acima de qualquer entendimento.
Não sei, sinto que é como sonhar que me esforço para te amar,
mas a vontade é te esquecer,
te esquecer, pois não quero mais sofrer.
Seja verdadeiro, se esforce mesmo que vá doer.
O confuso se torna amargo e destrói tudo que lhe é certo.
Quando se vive na mentira, a verdade nos assusta.
III.
* Assumir, convictamente, a identidade… Seguramente, o maior esforço de todo o ser humano, neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, mergulhadas no espaço camaliónico das “diferenças” impostas, improvisadas, por esta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum.
Pura hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza, intrínseca à essência de um Mundo, a que já não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso. Que progresso? O da rarefacção da camada de ozono? O do efeito de estufa e do degelo dos oceanos? O do “des-equilíbrio” dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens. Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo. Meras peças soltas do grande puzzele, o puzzele universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó em incandescência dissonante. Brilho opaco dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não desaguam mais.
Perdemo-nos de nós mesmos. Não nos encontramos mais. Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas desencontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irrascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos pelos espaços infinitos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguer, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível.
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico, quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, camuflados com o meio, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos. Edificamos uma nova ordem. A da caoticidade mundial. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”.
Que racionalidade é esta, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é esta, “des-veladora” de todas as misérias? Que racionalidade é esta “re-veladora” da massa indigente das gentes vagueantes?
IV.
* Convivo com o Mundo dentro de mim própria. Basta-me.
* A “Paz Perpétua” reina dentro de mim. Conquistei a felicidade.
12/11/07
* Não quero viver no Inferno das noites claras,
Na solidão das gentes,
Nos espaços atópicos de cada pensamento,
Nos espaços indefinidos dos pensamentos dispersos.
* Não quero a luz opaca dos olhares indiscretos. O brilho negro dos falsos sorrisos. A demagogia retórica das palavras sórdidas. O cheiro nauseabundo dos corpos em putrefacção.
* O Mundo está podre. Rejeito-o completamente. Recuso-me a compactuar com a hipocrisia, com as falsas verosimilhanças, com as vãs ironias, com as inglórias inteligências dessas mentes foragidas, que nada vêm. São inúteis. Completamente inúteis. Perpetuam, apenas, um saber “fantasiado”, com longos rasgos de ignorância extrema.
15/11/07
* Distante, no meu Mundo, penso as trilhas da Vida e da Morte.
* Viver é o quê, afinal? As respostas são múltiplas. Nenhuma me satisfaz…
20/11/07
I.
* O meu corpo, morto, embala-se nas cinzas do chão que, um dia, o deixou esvanecer.
* Quero viver Tudo, intensamente, como se cada instante fosse o último dia do resto da minha Vida.
* Sou a exemplificação da Hipérbole…
II.
* A monotonia congela-me o cérebro. Irrita-me a alma, ávida do sempre novo, do perpetuamente diferente, da metamorfose, do mistério, do enigma, de todas as incógnitas…
A minha alma requer o desafio do desconhecido, do nunca visto ou imaginado. Do impensado e do impensável. Caminha para o impossível, para o reino efémero da ausência de limites, para o paralelamente infinito, para todos os caminhos, até mesmo para os mais recônditos.
Procura a inocência primeira, a leveza do Ser de todas as coisas, animadas e inanimadas, terrestres e celestes, no seio dos dois lados da quadratura perfeita: os Homens, a Terra; os Deuses, o Céu.
Busca o infinito, na esperança de encontrar um mundo novo, perfeito. Este já está gasto, saturado, desgovernado, demasiadamente costumeiro para quem deseja ver mais longe, para além das ilusórias aparências que ofuscam o olhar primogénito.
A minha alma procura, sem cessar, a liberdade, esse espaço aberto de expansão total do Tudo, onde não há o acaso, nem o vazio, nem o nada.
Quer percorrer os círculos viscerais de todos os entes. Ama a Totalidade, na sua grandeza, que foge aos estreitos limites do Tempo, do Espaço, do Destino.
Vagueia por todos os lugares. Não cabe dentro de si mesma. Procura o Aberto, onde Tudo se funde, em perpétua comunhão com o Ser, o Estar e o Pensar.
A minha alma pensa o Mundo. Esmorece perante o caótico cenário da miséria humana. Quer mudar o Mundo, a mente das gentes agrilhoadas à mesquinhez do mero sobreviver. Quer ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. Quer ser eterna.
Não é narcísica. Vê-se ao espelho. Reconhece a sua própria identidade. Sofre com todos os “Epimeteus”…Deseja todos os “Prometeus”…
Sente-se só. Desamparada, neste espaço cósmico “des-humanizado”, que não suporta a disparidade da alteridade.
Quer renascer num mundo novo, com a hierarquia axiológica adequada…. sem rótulos, sem rebanhos, sem congeminações forçadas e infundadas. Quer crescer no topos infinito de todos os oceanos…
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