Escrevendo
Eu me sinto muito mais confortável escrevendo do que dizendo as coisas. Eu gostaria de poder viver a vida inteira no papel.
Desculpa
Eu continuo escrevendo
Traduzo ainda
Todas as sensações
Aqueles sentimentos
Que voltam a tona
Lembranças
Que não paro de pensar
Dizem respeito
sobre a gente,
nossos momentos
São tantas saudades
é que eu ainda não arrumei
um jeito de nos esquecer
O que faço para findar
Desculpa
Tudo parece cinza
Os tons opacos, sem ti
Tudo parece sem vida
Mas ela continua
Só preciso parar
De revirar o passado
Fico mal só de pensar
(DiCello, 06/06/2019)
Num suave toque
suas mãos deslizam sobre a minha
pele feito um giz,
escrevendo em mim poesias de amor.
E Cristo continua escrevendo seus pecados na areia enquanto você aponta o dedo para o pecado dos outros.
E é na noite calada no sopro da madrugada em que meus sentimentos se mostram mais forte, escrevendo no escuro sem luz é o mesmo que amar e não ser amado,
As linhas talvez não vão sair perfeitas, mais as letras sim.
Quero fazer de tudo,
Por que tudo passa.
E com esse querer tão grande,
Fico escrevendo e não faço nada.
em quanto eu tiver escrevendo ou mandando algo para vc é porque te amo quando não estiver mais é porque algo aconteçeu
"acredito que não percamos tempo escrevendo sobre um alguém
que tenha saído de nosso coração, só acredito, não sei."
by Mel
E outra vez, estou aqui perdendo meu tempo e escrevendo sobre você, não me canso de tanta inutilidade? Todo dia eu penso que não ligo mais para você que não me importo, mas essa é a maior prova que ainda me importo, eu fico me lembrando que já te esqueci. Talvez seja só raiva ou magoa.Mas para agora, tudo o que eu mais almejo agora é me esquecer de lembrar de você, é não lembrar de querer saber da sua vida...Imagino que alguma parte minha não queira isso, porque a pessoa pela qual eu me apaixonei ainda está ai em algum lugar, e dela eu nunca quis me separar o problema é que eu não sei se o único lugar que ela está é na minha doce imaginação.E fico pensando se essa minha obsessão pela sua vida não é só uma forma de querer achar esse alguém em você ou querer te achar pela sua essência e poder dizer “ ta vendo? Esse é o idiota que você dizia ser apaixonada”
A nossa vida é como um livro em branco, cada um sendo o seu próprio autor, escrevendo cada capítulo, incorporando cada personagem, deixando as páginas correrem sem saber ao certo o final da história.
E mais uma vez sozinho, escrevendo tentando entender o caminho que sigo, sozinho; fico ocupado com minha mente e não vejo o tempo passar, não tem ninguém pra me espelhar nem mesmo pra me guiar, a luz do fim do túnel não existe pra aquele que sua loucura nunca a de acabar, escrevo para aqueles que como eu nunca vão parar ate o dia em que sua mente contemplar o ultimo feixe de inteligência que restar, o ultimo pulso elétrico por seus cérebro passar e aqueles que o cercam olhar e pensar: Pobre rapaz, tinha tudo pra ser bem de vida e perdeu por nunca pensar.
Chegou a hora de me ocupar com algo, e escolhi me ocupar escrevendo.Mesmo que eu algum dia vá ler isso, e rir de mim mesma.Mas acontece que eu não existo mais, não sou mais eu, não existo mais da mesma forma. E assim deixo meu humor cinza dominar, a força que existia aqui, está desaparecida. E no momento não há ninguém do meu lado, estou só por sinal. Na verdade já me acostumei com a solidão. Pensando bem, eu gosto assim, apesar de nem sempre ser uma boa escolha, apesar de nunca estar satisfeita comigo mesma. Vou continuar com o clichê, e sinceramente, existe uma parte em mim, que não existe mais. Está intacta há dores, pensamentos negativos, e insultos há mim mesma. Na verdade essa parte domina apenas 30% de mim. Quero mais. 100% de preferência. Procuro inspirações avulsas, sorrisos alheios, e uma boa música para me sentir bem. Não sou mais a mesma.
Escrevendo e lendo o passado eu nem me acho digno de nota, só escrevo o que gosto, Felizmente no final torna-se algo tão complexo que ninguém entende.
Aí ficam me taxando de maluco mesmo que num simples gesto daqueles que gira o dedo em torno da orelha ....Tan..tan....
Série Cartas: Carta Dois – Às Claras!
Às Claras!
Meu amor estou aqui de novo, escrevendo alguns rabiscos, onde expresso meus sentimentos, pois um amor não se mede com fita métrica, nem com a duração, muito menos com declarações no facebook e sim pelas dificuldades que nós enfrentamos para ficarmos juntos. Um amor verdadeiro é aquele que a outra pessoa fica feliz e radiante, pelo simples fato de ver a outra feliz.
Quero expor sobre esse pedaço de papel rasurado que mil vezes tentei esquecer-te, mas no fim... mil vezes desejei-te tê-la só para mim. Só que uma pergunta me fiz durante nossas discussões: - “Será que vale a pena discutir por bobagem?” Às vezes me repito por diversas vezes que eu a amo para poder dizer pro mundo que eu faço parte de uma maioria que está comprometida... mas isso não vem ao caso. O caso é que já é um fato consumado que estamos bem e felizes ao ponto de querermos viver sob o mesmo teto, dividir as mesmas alegrias e as mesmas preocupações e assim ficar velhinhos um do lado do outro para o resto da vida.
Te amo e não escondo isso, porque eu quero que o mundo saiba que você está aqui ao meu lado. Ah, e me desculpe se eu disse algo que veio a ferir seus mais sinceros sentimentos, não foi a intenção, pois tudo o que faço é para te ver alegre por me ter ao seu lado. Prometo que um dia eu conseguirei suprir todas as tuas angústias e sofrimentos e farei-te esquecer qualquer coisa que te lembre a este passado tão remoto e que ainda se faz presente na sua vida.
Estou aqui escrevendo esta humilde carta expondo meus mais puros e claros sentimentos para você entender que o que eu sinto por você não tem explicação e me deixa sem palavras para terminá-la, então só resta-me dizer que eu a amo mais que tudo e nunca a deixarei só.
Sempre teu,
Amadeu.
A vida é um livro em branco desde que você nasce você vai escrevendo elede acordo com o que você vive e pensa esse livro é que te define
Eu não sei por que eu estou escrevendo. Eu não sei. Mas li alguma coisa, uma crônica ou algo assim que me deixou encabulada.
“O gosto horrível e podre de fracasso na minha boca.” Fracasso, e tudo o que eu consigo lembrar quando essa palavra me soa aos ouvidos, é na minha fétida e ridícula tentativa de conquistá-lo.
Pretensão?! Talvez. Ainda não tinha noção que os galinhas não são conquistáveis. Ou apaixonados.
E eu, depois de três meses, brutos três meses, ainda acordo e penso nele, e escovo os dentes, e me troco, tomo café e a cada vez que os cinco minutos de descanso do meu dia me permite, eu penso nele.. E quando vou dormir, a dose da imagem fiel noturna dele me vêm de novo.
E no outro dia, e no outro, e no outro, e no outro. Eu deveria consultar um psiquiatra. Eu deveria. Mas não vou. Eu não vou por que isso de alguma forma me reafirma o que eu já sei. E mata todas as chances dele sair da minha cabeça. É, eu não sei por que estou escrevendo. Talvez esse seja um dos cinco minutos de descanso do meu dia. Não foge a tradição. E eu ainda penso nele.
