Escravidão
No tempo da escravidão corrente e cadeado no pescoço
hoje em dia a escravidão continua
acordo bem cedo para ir ao trabalho
do trabalho para casa
da casa ao trabalho
bem-vindo à nova realidade da escravidão
pois é, ela acabou
só que agora sem chicotada nas costas
sem marcas no braço
a marca é no cansaço
noite após dia
dia após noite
tudo isso para ganhar
menos de um salário mínimo
pois é
essa é a escravidão
nos dias de hoje
O excesso de liberdade só pode terminar em excesso de escravidão, assim nos indivíduos como nas comunidades.
A escravidão não acabou; apenas retirou a mordaça e escondeu as correntes, para que os escravos vivam em liberdade, sem nunca serem realmente livres.
O Brasil ainda é um país escravo e ninguém percebeu, o fim da escravidão em 13 de maio de 1888 foi uma farsa.
Exportações de mão de obra barata, mulheres e crianças continuam ocorrendo nos bastidores e ninguém vê!
A princesa Isabel aboliu a Lei da Escravidão, mas Satanás valorizou o mal uso dela, tornando as almas como escravas dos seus pecados.
A escravidão continua viva quando quem foi oprimido chama de salvação aquilo que só existia para mantê-lo de joelhos.
A historia da escravidão negra no Brasil, desde o século XVIII ao XIX, é uma falácia, usada intencionalmente pela elite acadêmica para manipular e imputar no inconsciente o engano. E vem sendo repetidamente propagado. O termo mais correto, é tração animal negra, dos que não tinham alma, chegando na sua maior parte em contrabando como mercadorias e eram contabilizados nas fazendas junto com ativos de pês de café e de animais.
Antigamente, a escravidão era física, com chicotadas. Hoje, vivemos uma escravidão mental, com banqueiros, investidores e financiadores usando meios de comunicação e mídia para nos aprisionar. Criam valores falsos, nos distraem e nos impedem de refletir. As dores dessa escravidão são ansiedade, tristeza e estresse, sem que percebamos de onde vêm. Vivemos em um sistema que nos mantém mentalmente escravizados.
O homem íntegro e justo está liberto da lei do pecado, que submete a humanidade à escravidão de suas vis paixões.
O Caos e a Piada Chamada Brasil: 500 Anos de Escravidão Remodelada Brasil, que piada melancolia é essa? Quinhentos anos de história — desde 1500 que o caos não é acidente, é roteiro sádico. Colonização forjada em sangue africano e indígena, desigualdade como cimento eterno. A escravidão de 1888? Não morreu; trocou a moldura. Chicotes viraram contratos precários, senzalas se metamorfosearam em favelas sufocantes, e o grilhão agora é uma dívida impagável que esmaga gerações. Reflita: o que mudou, além da pose de "democracia racial"?Racismo estrutural não é falha humana; é o esqueleto podre da nação. Negros e pardos — 56% do povo (IBGE) — arrastam-se na base: 70% dos famintos, 75% das prisões, migalhas no poder. A elite, herdeira de senhores de engenho, ri enquanto lucra. No século XXI, o absurdo escala: inflação bater recordes em 2025, corroendo o salário mínimo como ácido, enquanto bancos engordam com lucros obscenos ,bilhões em dividendos para acionistas que brindam com champanhe. O povo? Pão e circo digital, entregadores suando em apps sob sol impiedoso, ecoando as lavouras de cana. E o feminicídio? Virou rotina banal, estatística fria: uma mulher morta a cada seis horas, muitas negras, silenciadas em lares que deviam ser refúgio. Mulheres limpam o chão dos ricos pela manhã, voltam para casa e viram estatística à noite. O Estado assiste, impassível, leis existem no papel, mas o machismo racista as enterra. Que reflexões cabem aqui? Somos uma nação que celebra o carnaval enquanto corpos apodrecem nas ruas. O mito da cordialidade esconde hienas: corrupção sistêmica, terra concentrada em mãos brancas, educação como esmola para manter a pirâmide intacta. Pense no abismo: 500 anos de promessas quebradas, do "país do futuro" que nunca chega. Bancos recordistas, povo no osso; feminicídios cotidianos, impunidade eterna. O Brasil é o caos reflexivo de um espelho torto, nos força a encarar que desigualdade não é destino, mas escolha perversa de quem detém o poder. Quebrá-la exige rasgar a moldura: taxar fortunas vorazes, dividir terras roubadas, punir o terror doméstico com fúria real. Senão, seguimos a piada: rindo por fora, sangrando por dentro, num circo onde o palhaço é o povo.
Os niilistas pintam a moral como escravidão e coerção, mas ignoram que há liberdade na moral: ao cooperar com o grupo, você conquista confiança, apoio e vantagens reais para melhorar a própria vida e realizar seus desejos.
A escravidão mais eficiente é aquela que dispensa guardas; basta convencer o indivíduo de que o questionamento é um pecado e ele mesmo trancará a própria mente por dentro.
A escravidão religiosa mais cruel é aquela que mata a razão hoje para prometer a eternidade amanhã; o indivíduo deixa de existir muito antes de o corpo cair, e o faz sem notar, achando que está finalmente aprendendo a viver.
Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes
liberdade oprimida pela lei que não é consultada, não é liberdade, é apenas escravidão de ideologias que nos acomete sem percebermos.
Já faz bastante tempo que foi abolida a escravidão no Brasil, mas infelizmente parece que boa parte dos brasileiros ainda carrega a cultura escravagista enraizada em sua memória e presente em seus comportamentos. Penso nisso toda vez que vejo a imensa facilidade que muitas pessoas naturalmente jogam lixo na rua, ou mesmo no chão de alguns lugares fechados. Prevalece aquela atrasada idéia e certeza de que alguém irá limpá-lo.De onde vem este autoritarismo e comodismo de que alguém tem que recolher no chão algo que eu joguei? Alguém tem que ser responsável por limpar o que eu sujei?
Tendo boa vontade para com próximo e fé o coração vai saindo aos poucos da escravidão da desilusão, a realidade é mais ampla, e a felicidade infinita.
