Escolha
A juventude hoje vive uma falsa liberdade escravizada, afinal a verdadeira liberdade cobra posicionamento nas escolhas, custo reais e as conseqüências delas. Hoje a sociedade mais jovem, vive numa euforia vandalizada, brincam com os sentimentos sem respostas e se robotizam por não terem maturidade biológica e nem psíquica para praticar apenas o que acreditam, que seja verdade para eles e lhes convém.
O mal é óbvio
O comportamento denuncia
A verdade se resume em palavra única,
é irmã do tempo
Se na terra não somos eternos,
nossas escolhas nos definem enquanto consciências
e nossas condutas denúnciam de que lado estamos
Podemos ver todos os problemas que surgem em nosso dia a dia, como uma ferramenta para nossa evolução, ou vê-los apenas como problemas que vem para nos derrubar, a escolha é só nossa!
Não participar de uma decisão coletiva que você dependerá do resultado, tentando se isentar das responsabilidades, é a forma mais direta de apoiar o pior lado da escolha!
Não fique surpreso se escolher um bom conteúdo ao invés de lixo cultural e perceber que está ficando sozinho em suas escolhas.
Tudo tem uma ordem, um tempo para acontecer. Com o passar dos anos, esta seleção natural nos ensina o certo ou o errado, então, observamos com atenção para escolher qual vida queremos, as que os buracos já estão sinalizados ou os atalhos desconhecidos.
Conforme o tempo passa à de se perceber as mudanças, consequentemente haverá arrependidos por suas escolhas. É preciso entender, o trauma das escolhas não feitas torno-ó e transformo-ó em um ser capaz de torna decisões difíceis em experiências únicas.
Decisões decisivas!
Pode até parecer redundante mas faz sentido quando devemos ter ótimas decisões sabendo que teremos colheitas obrigatórias!
Se eu não tivesse ido. Se eu tivesse ficado. Se eu não tivesse escolhido partir ao invés de ficar. Se a raiva que tive fosse percebida como uma dor a ser tratada de maneira diferente. Ah! se eu não tivesse feito tudo errado. Talvez você ainda estivesse aqui. Escolhas são determinantes.
Timoneiro
Se me fosse imposto optar
Entre a pedra do chão que sangra
E o céu que engole o dia,
Eu ficaria com o mar,
Onde o tempo se desfaz em ondas
E a eternidade é apenas um sopro.
Nos braços do meu barco
— solidão que navega —
Paro em portos de ausência
E parto levando memórias
Que ainda não gestaram.
Longe do ruído do mundo,
Sou um vulto que vaga e sonha.
O balanço do mar é um relógio,
E remo, rezo e remo até que a noite
Cante em meu braço cansado.
Quando não puder mais suportar,
Soltarei os remos,
Redirecionarei a rota dos silêncios.
E se não souber o que fazer,
O vento, antigo mestre, saberá,
Pois ele é voz do que em mim nunca cessa.
A vida por si só já é uma missão, dentro ou fora de uma Comunidade missionária.
Existem vários tipos de missão, o que muda são os povos que serão diretamente alcançados pela entrega da nossa vida: povos distantes, ou povos mais próximos a nós como a nossa família.
"Toda escolha traz uma renúncia", e toda renúncia acarreta em uma nova missão.
Ninguém me disse que seria fácil, mas saibamos, que onde quer que estejamos, podemos sempre voltar para casa.
É uma ilusão infantil, idealizarmos tudo segundo a ótica das nossas perspectivas, porém, seria mais ilusório ainda viver em um lugar quando nosso coração está em outro.
De que adianta viver com os pés no chão e o coração na mão?
O que está em jogo não são os prazeres momentâneos, mas a felicidade eterna.
No fim das contas, tudo passa, só Deus fica e basta!
Melhor esperar e ser surpreendido por Deus pelo que nos dá, do que surpreender a Ele rejeitando o que Ele nos deu, pois o problema não é o que Deus nos dá, mas é o que a gente escolhe.
