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Erradicação da Pobreza

Cerca de 1658 frases e pensamentos: Erradicação da Pobreza

A pior pobreza não é necessariamente a financeira, pois a vida é como uma roda gigante, e conseqüentemente o que está embaixo um dia estará em cima.
A pobreza espiritual é a pior de todas, e esta sempre estará em baixa jamais atingindo nenhuma altura significativa na vida.

A pobreza mais triste, com certeza, é a falta de cultura e humanismo.

Que a humildade e simplicidade, deixem de ser sinonimo de pobreza e passem a ser sinonimo de engrandecimento de espírito.

A pobreza não estão nas coisas, mas sim na alma.


(CLARIANO DA SILVA, 2016)

A pobreza além de um fracasso individual, é um fracasso social.

A pobreza é a verdadeira doença que deve ser motivo de preocupação para o indivíduo.

⁠Fome
A pobreza nos tornou Africanos.
Nossa África nos tornou vítimas da colonização.
Nós somos Africanos de raíz.
A pobreza nos faz acreditar no amanhã.
Nós somos pobres Africanos, a esperança nos faz crer no amanhã.
Nós somos pobres, pôs somos africanos.
Mas tenho que lutar sim
Lutar contra essa maldita pobreza, pôs sou Africano.
Sim acreditar no amanhã não sentirei mais fome.
Sim sou Africano ter esperança me faz não sentir a pobreza.

Não é a riqueza e nem a pobreza o meu altar,
o sábio não prega a miséria, nem idolatra o luxo.


Vaidade é o culto, do bolso cheio ou da falta de pão, só em Deus a alma encontra a salvação.


Não sou inimigo de Deus, busco sempre entender, que no mistério do Senhor está o viver.

Em nome de uma suposta igualdade de direitos, pobreza e falta de educação são rotineiramente confundidas, como se não aceitar o convívio com gente mal educada fosse o mesmo que rejeitar os mais pobres. Existe tanto gente humilde preparada para o convívio quanto as de posses que armam barraco, e vice-versa. Grosseria é grosseria, venha de onde vier! Daí que condenar a do rico porque é rico, e impor aceitar-se a do pobre porque é pobre, será sempre preconceito em ambos os casos.

"O Brasil tem três grandes problemas:
A Pobreza, O Governo e a Burrice.
A pobreza se corrige com trabalho, o ´problema é driblar os outros dois, pois quando o trabalho derruba um, o outro vem e o ajuda a levantar."

⁠Antes de ostentar títulos e riquezas tenha empatia por quem vive na pobreza...

"Pare de romantizar a pobreza. Deus não tem prazer na miséria; não é critério de salvação e, muito menos, um atestado de santidade."

A riqueza põe em perigo os nossos familiares, enquanto a pobreza lhes dá a liberdade de viverem livres na sociedade. Furucuto, 2026

Há brilho nos olhos femininos quando se mostra caída por um rico, mas a pobreza espiritual do rico apagará o brilho dos seus olhos.

“O primeiro passo para a construção de uma mentalidade rica é a admissão da sua pobreza…”
Autor: Ney Paula Batista

Da pobreza espiritual dos corações dos antepassados nasceram gerações sofredoras.

Ordem e progresso ou administração da pobreza?



Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.


A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.


Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.


Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.


Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.


Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.

A falta de amor é a pior pobreza pois fere a sim mesmo,e por ferir a si mesmo fere o mundo.

Dê nobreza ao que pode ser enriquecido e pobreza ao que não precisa ser lembrado.

"" A maior pobreza é aceitar que não se pode mudar...""