Erradicação da Pobreza
Nós somos ricos de saúde, mas ainda falta curar a pobreza de saúde causada pelos nossos desejos inesperados e condições incapazes.
1ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se adquirir mais e pedir menos, juntos recaem um hábito do consumo econômico.
2ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se resgatar mais e pedir menos; juntos recaem as oportunidades da vida e também consumo do hábito econômico.
O que conduz ao inferno não é a abundância, mas sim a necessidade. A pobreza leva o miserável a viver no inferno em vida com a possibilidade do inferno após a morte, assim como a humildade é traço apenas da nobreza, a generosidade é um traço apenas do farto, a piedade é um traço apenas do forte, nenhuma pobreza leva ninguém a paraíso nenhum.
A pior pobreza é a espiritual — não aquela que se mede em cifras, mas a que se revela na indigência da alma: quando o homem, já destituído de si, abdica da própria consciência e se acomoda na confortável degradação do nada. É a miséria de espíritos que, incapazes de sustentar um pensamento elevado ou um gesto autêntico, refugiam-se na mediocridade coletiva e ainda a celebram como virtude. Nessa falência íntima, o indivíduo apodrece em silêncio, e a sociedade, cúmplice, erige sua decadência como norma — um coro de consciências anestesiadas, onde a ausência de grandeza já não constrange, apenas se reproduz.
Quem tem uma mentalidade de pobreza costuma sentir urgência em gastar sempre que recebe dinheiro, como se mantê-lo fosse mais desconfortável do que perdê-lo.
Tem quem confunda pobreza com humildade e soberba com riqueza! Porém, existem ricos humildes e pobres soberbos. E vice-versa!
“O primeiro passo para a construção de uma mentalidade rica é a admissão da sua pobreza…”
Autor: Ney Paula Batista
Desde pequenos, muitos de nós aprendemos que a pobreza fazia parte da vontade de Deus. Mas, se isso fosse verdade, por que tanto luxo entre aqueles que dizem falar em nome da fé, da justiça ou da igualdade?
Enquanto multidões lutam para sobreviver, existem catedrais suntuosas, palácios, mansões, carros de luxo e uma concentração de riqueza nas mãos de pessoas e instituições que discursam diariamente sobre a pobreza. Alguns defendem discursos igualitários, mas desfrutam dos privilégios do mundo que criticam.
A pergunta não é se a riqueza é um pecado. A pergunta é: por que a miséria continua sendo aceita como destino para milhões de pessoas?
Talvez Deus nunca tenha desejado a pobreza. Talvez a pobreza tenha sido, muitas vezes, conveniente para quem encontrou nela uma ferramenta de poder, influência e controle.
Vale a pena refletir: será que confundimos a vontade de Deus com os interesses dos homens?
A direita não visa acabar com a pobreza! Procura eliminar o pobre! E não com programas sociais, mas com grupos de extermínio!
