Era
Do chão sofrido, a poeira batendo na cara, eu lembro de cada gemido do velho pau de arara.
Era sede e dor, fome e desespero, em meio a tudo um sorriso, que durava quase o dia inteiro.
Quando eu era mais novo, lia nos ônibus: ‘Fale ao motorista apenas o necessário’. Anos depois, entendi que essa frase vale pra vida: fale apenas o essencial. Nem todo mundo merece saber dos seus planos… tem gente que escuta só pra usar contra você.
Era uma vez um casal apaixonado, cheio de presentes, e pouco de futuros incertos. É, foi assim como um conto de fadas e, ela me apareceu de vestido azul ou seria branco. Sempre tive problemas com cores, mas de algum jeito ela me fez ver todas as cores que o mundo proporciona. O mundo poderia ter gosto naquele exato momento que derrubou o seu café em minha roupa, seria um suco de maracujá, no fim foi um café para despertar.
A vida surpreende o infeliz com a felicidade, daquela surpresa que tive assim como as desculpas que me esperavam no esbarrar, vi os olhos castanhos "enormes" pareciam encher a própria vida e tomar da luz do sol, era estonteante. No dia que não chovia, no dia em que não nos beijamos, pedi ao mundo que me jogasse todo café novamente ( era um clássico) se o beijo tivesse acontecido o seu desastre seria ruim, mas, com toda organização das desculpas vi que seria tão gostoso quanto o café desperdiçado. Logo quando me pediu perdão por se atrapalhar, partiu e nunca mais a vi. No domingo enquanto rasgava jornais para montar caça-palavras, observei que as palavras conversavam entre si, era algo tão diferente. Me senti um louco por pensar em mulher no fazer da rotina. Sempre fui muito intelectual, disperso de coisas que me ocupariam o tempo sem agregar. Depois de organizar mais de cem palavras no sentar das horas, enxerguei uma intrigante "passado" bem, não fez sentido algum, afinal, já passou. Levantei assim que terminei meu rotineiro montar de histórias. Observei enquanto passava café toda aquelas letras misturadas, certamente tinha motivo toda a mistura. Era, ainda são, sempre serão necessárias as misturas para formar um sequer história.
Além da história, o café estava horrível. A água queimou demais o pó, ou, o pó sujou demais a água . As palavras estavam paradas, minhas risadas solitárias na cozinha, tudo se completava em total sintonia. Talvez, faça algum tempo que não saiu com alguém. O mundo é o mesmo, as pessoas o remedam de forma tão tola que desinteressa. Não queria um amor, mas, o passado me perguntava naquela sala: -Kissmann, o tempo que leva os olhos, os olhos levam o momento. Ali, bem ali, onde bebi o café horrendo, a pingueira chorando na infiltração, percebi tudo. Assim que percebi o significado do que é ser feliz, me veio um único nome: Elenny.
De saia , saltava
Sorria , como Deus dizia
Aquela menina
Não era Maria
Pois não era Santa
De pernas bambas , dançava
Se sacudia
Era arretada
Cabra da peste que pense
Que ela é boba , inteligente
Como a gente
Sempre sorridente , ardente como
O sol de meio dia
Essa moça era seca , mas brotava
Entre suas pernas , um rio que só
Um bom moço saberia nadar
Danada ela , sabia o que queria
Mas , não sabia quem queria
E , quem diria , ali naquela via ,
Sempre havia , alguém que a queria ,
Mas não existia aquele que a teria.
Sua esclera era branca como areia da praia
Sua pupila era castanha,mas não era do pará
Sua pele é negra, como noite estrelada
Apenas teu sorriso iluminava a noite em tua pele
Seus cabelos emaranhados se enroscavam em meus dedos
Em um desleixo de te olhar dê fronte, me ceguei com o brilho dos teus olhos
Naveguei por rios de pensamentos, que ali era posto a desaguar
Era um rio fundo, mergulhei de cabeça naquela imensidão
Me afoguei em minha paixão.
Era âmago, era âmago, tão âmago que me deixou amargo
Rasgou-me os tecidos dos órgãos e se entulhou em cima de sentimentos
Admoesta por ser tão besta meu amor!
O eflúvio do teu corpo, me cabia as narinas
Era âmago o meu amor
A quem fala que viu
A quem fala que tocou
Era Âmago meu amor, meus beijos que brotavam na beira da praia do mar das suas coxas
Quem dera nadar, quem dera morar, quem dera ficar lá
Na proá dos teus olhos via o Brasil sem cobertor
Quem dera meu amor, ser tela e tinta, transformando-me em quadro, adequar da sua ideia de pintar
Mistura as tintas, mergulha o pincel de sentimentos que sentes por mim
Transforma em arte, tudo que é belo além de ti.
Aquele primeiro beijo tinha tudo que um beijo deveria ter: era a mistura perfeita de carinho, paixão e adoração. Era como se todos os sentidos de ambos se fundissem num só para criar um beijo tão lindo e único. Os lábios se encontravam como se fossem feitos um para o outro, e o sabor a boca mais gostosa que você pode imaginar, impregnava os sentidos. Aquele beijo gostoso permaneceu na memória de Marcos para sempre. Era a prova de que o amor é a mais bela expressão de decência que existe e que, por mais que o tempo passe, nunca será esquecido. Era o que se podia esperar de um beijo escrito no Brasil, o país mais romântico do mundo.
Marcos escreveu sua história de amor no Brasil romântico. Ele e sua amada viajaram pelo país, admirando os belos cenários naturais, visitando as cidades históricas e apreciando a diversidade cultural. Passearam de barco pelos rios, apreciaram as praias brasileiras e aproveitaram os momentos em que a poesia da vida se manifestou. Marcos encontrou a inspiração para escrever seu conto de amor no Brasil romântico.
Na segunda-feira, Deus me ensinou uma canção nova. Foi uma canção de bênção. A melodia era suave e envolvente, cheia de empatia e calor. As palavras eram como uma flor perfumada, tão linda que eu não podia deixar de amá-la. A canção me encheu de esperança e me fez lembrar da grande bênção que Jesus Cristo me mostrou naquele dia.
Nesta segunda-feira, Jesus Cristo inspira a todos nós a transformarmos nossa vida em amor, flores, empatia e carinho. Seus ensinamentos nos ajudam a desenvolver cada detalhe emocional e físico de uma pessoa, para que possamos caminhar em direção a uma vida melhor. O amor é a força que nos motiva a fazer o bem, a sermos gentis e a nos ajudarmos uns aos outros. Com essas ações, podemos tornar nosso mundo um lugar melhor.
O Anjo de Deus é a força motriz desta gente. Eles são guiados pelo amor, bondade e esperança que os anjos trazem. Eles lutam com bravura e determinação para atingir suas metas e alcançar seus sonhos. O Anjo de Deus trás consigo as lições de que o mundo precisa para ser melhor, e essa é a essência desta gente.
Deus olhou para o mar e abençoou a sua filha, dizendo que ela era obra de suas mãos. Ele prometeu que a amaria e protegeria para sempre e que a restauraria quando ela precisasse.
Marcos é uma figura emblemática da literatura brasileira, sendo uma fonte de inspiração para momentos de reflexão e introspecção. Sua obra é um exemplo de criatividade e sensibilidade, abordando temas profundos e pertinentes à realidade brasileira. É por isso que seu trabalho continua a inspirar gerações de leitores e escritores.
O menino era alguém que vivia com o coração leve, em meio às sombras da vida. Ele possuía um sorriso sereno e um olhar que irradiava calma. Era dotado de uma sensibilidade única, que o permitia sentir a beleza das coisas mais simples e a ternura das estrelas mais distantes. Seu dom incrível, que o acompanha até hoje, era o de ver o mundo como uma oportunidade de brilhar, de aprender e de amar.
Marcos é um escritor de muito talento que conseguiu criar uma obra de arte chamada "Dono dos Triângulos". Esta é uma história cheia de aventuras e reviravoltas surpreendentes, que conquistou muitos leitores. Nela, Marcos explora os mistérios de um reino mágico, onde as forças do bem e do mal se enfrentam. Os personagens principais embarcam em uma jornada épica para salvar o reino e restaurar a paz. O livro é repleto de criatividade e imaginação, o que o tornou um sucesso entre os amantes da fantasia.
Eu Fernando Cabral era uma criança sem graça. As pessoas não olhavam pra mim. Eu era insignificante, Ninguém me via. Não tinha atrativos. Não tinha mãe e nem pai pra me dizerem que eu era bonitinho, que eu era querido, engraçadinho, que tinha luz, que era especial ou iluminado. Eles nem me viam, parecia que era transparente. Ficava tão escondidinho, tentando me proteger que parecia que eu estava sozinho no mundo. Tudo que tinha a minha volta era ameaçador, como se não tivesse ninguém pra me proteger de qualquer perigo. Eu queria mesmo era que eles seguras, sem na minha mão e fizessem eu sentir a proteção, a força deles, sentir que estavam ao meu lado. Eles não me pegaram no colo pra eu sentir o calor deles e meu peito protegido. Sentia um vazio enorme no meu peito, é como se eu fosse agredido no peito, tamanha era minha necessidade e sentia que precisava fechar ainda mas meu peito para me proteger. Doia muito esse vazio. Eu queria colo!! Eu queria que me apertassem nos braços pra sentir o tamanho do amor deles, mas eles não estavam lá pra isso. Dias após dias crescia esse buraco. tinha vontade de gritar pra eles percebessem minha presença e me vissem. Eu chorava, chorava muito, mas eles não estavam lá pra entenderem isso. Eu só queria carinho, atenção, color, amor mas eles não estavam lá. Na verdade eles nunca me ouviram chorar, Eles nunca entenderiam o que eu sentia. Eram dois insensíveis, como se nunca tivesse sido crianças. Não sentiram amor, não cuidaram de mim, não me deram comida, não me deram banho, não me trocaram, não me fizeram dormir. Jamais conseguiriam entender o tamanha da minha solidão. Jamais brincaram comigo pra eu me sentir importante. Não me incentivaram. Não me elogiaram. Eu procurei ser bonzinho e nem assim tive atenção, afeto, amor. Para completar me deixaram com minha avó para cuidar de mim. que só me machucava ainda mais, me maltratada e também ignorava as minhas necessidades. Eles nem viam o que ela fazia comigo e acho que não estavam nem aiii comigo. E quando descobriram algo, não me acolheram. Não viram a minha dor., não me defenderam, não me enxergavam e não vieram curar a minha dor que só aumentava a cada dia. Parecia que ninguém percebia que eu era uma criança que tinha mas necessidade de afeto e amor que comida. E meu pai onde estava? Ele nem vinha me ver, passavam dias e dias sem aparecer. Quando aparecia nem conversava comigo, não me fazia mimos, não me dava carinho. Ele não sentia nada por mim, assim como não sente até os dias de hoje. Sentia que estava ficando cada vez mas transparente, Doia tanto essa solidão. Será que eu era feio, errado, desprezível? Era tão sem graça que ninguém me dava atenção? Eles me torturavam com essa indiferença. Como eu queria apenas me sentir amado! Que passassem a mão na minha cabecinha, nos meus braços, nas minhas costas, para eu sentir o afago do calor dele. Eu queria ouvir que era especial, impostante, esperto, pois merecia ser amado e ser feliz. Mas do jeito que me trataram eu me sentia cada vez mais abandonado, rejeitado, como se tivesse atrapalhando algo. Como pedir que me dessem atenção, que brinca assim comigo, que me fizessem ninar, que é embalagem em seus colos, que me beijassem?? Queria muito pedir que beijassem seu rosto, que segurassem em minhas mãos, me pegassem no colo e me dissesse que me amavam. mas não podia pedir, sei que eles não queriam me dar nada disso. pois se quisessem teriam me dado e não me abandonado. e eu não precisaria nem pensar em pedir. Esperava que me levassem pra passear, pra brincar com outras crianças, ao invés disso ficava encarcerado num quarto escuro como era costume na época, como forma de punição por um crime que não cometi. Queria me sentir normal, viver no meio de outras pessoas, assim não me assustava tanto quando ia pra escola. Precisava de segurança para sair de casa e ter a certeza de que não iriam me abandonar, mas na verdade me abandonaram todos os dias de minha vida. Precisava ouvir de meus pais pra não ter medo de nada e nem de ninguém. Mas ao invés disso eles me fizeram viver isolado do mundo escondido, como se eu fosse um pecado a ser escondido. Não podia conviver nem com outras famílias. Tinha que ser bicho do mato. Não podia ser apresentado nem pra o mundo real, não é Pai?? O que eu tinha feito de tão errado?? Quanta vergonha Vocês me fizeram sentir. Não sabia nem do quê mas morria de vergonha de mim mesmo. Quem sou eu?? Quem eu era?? Como acreditar e caminhar com segurança diante de tanto desprezo e indiferença? Droga o que vocês fizeram comigo?
Pulicado Facebook em 6 de outubro de 2015 ·
Público
Ela sabia que a sua paciência era uma virtude, mas cansou de esperar.
Então ela levantou-se, e foi sem pressa de voltar.
Apenas com o pensamento, em experiênciar.
Era nós os teus braços no calor do teu peito, que eu encontrava conforto quando as palavras não se faziam necessárias.
Alma Livre
Diziam que o lar era onde ela deveria estar.
Mal sabiam que o lar era onde a alma dela dançava, e a alma dançava longe, leve e livre dali.
