Era
quando eu te vi pela primeira vez eu pensei q era um sonho, foi ai que eu descobri, nenhum sonho é tão perfeito
COISAS DE PAI
Hoje vejo você crescido e isso me faz voltar ao passado , quando você era apenas um frágil pedacinho de gente , quando te vi pela primeira vez , senti que tinha que te proteger a todo custo , queria que se sentisse seguro e acolhido . E , por mais que me desprezasse depois , saberia que cumpri meu papel corretamente , nada abalava minha confiança que um dia você seria uma grande pessoa , isso me deixa extremamente orgulhoso , porque sei que meu filho é uma pessoa extraordinária.
Vivi esperando por um amor impossível... foram sete anos para descobrir que eu é que era o impossível!
Mariana das bonecas.
Mariana era uma menina bem pequenininha do tamanho das bonecas que brincava, mas com um coração gigante que se fosse medir por tamanho de abraço, seria um abraço tão grande que caberia todas as bonecas do mundo. A Mariana amava qualquer boneca, as branquinhas, marronzinhas, gordas, magricelas, grandes e as bem baixinhas. As que tinham cabelos compridos, as de cabelo curto e até as sem cabelos. Adorava as roupinhas de bonecas, algumas até cabiam nela. Ela dava nomes de acordo com a cara de cada uma, tinha as Marias, as Berenices, As Fátimas, as Betes e até uma com uma cara engraçada que ela colocou o nome de uma amiga dela que não vou contar. A Mari cantava para elas músicas de verdade e cozinhava comidas de faz de conta. Ela as ensinava a dançar enquanto aprendia a viver. Assim era a Mari das bonecas, uma menina bem pequenina no tamanho e enorme nos seus sonhos.
"Sim, Eu Era Feliz e Até compreendia. Só Que Eu Nunca Imaginei Que está Minha Felicidade um dia Iria Me Abandonar..."
As vezes o que mais sinto saudades não era apenas expor meus sentimentos em linhas.
Era a esperança que carregava no meu coração,
Que transformava qualquer coisa em poesia!
Aquela estranha me pertencia...
no mar de gente que a queria...
era eu, apenas e somente eu quem a fazia sorrir...
Quando eu era criança eu caia muito e ralava o meu joelho e eu saia chorando desesperada pra mostrar a minha mãe que sempre me falava, vai passar filha, e eu passava horas as vezes até dias com aquela dorzinha que eu chamava de dodói, mas acreditava que ia passar então aguentava caladinha, e acho que aprendi com isso talvez me acostumei, a dor não é boa mas aprendi pelos meus joelhos ralados que é preciso ser sentida e se tem alguém que terá que sentir essa dor será eu, e uma hora tudo vai passar, joelho ralados não duram para sempre as dores também não.
Era uma vez... uma mulher boazinha!
Vivia sempre à frente das vontades alheias, atenta para que tudo estivesse perfeito para os outros, menos para si mesma! Vivia de migalhas de atenção e ainda achava que era feliz por isso.
O medo da rejeição fez com que ela adotasse um comportamento permissivo, mas isto tornou-a "boazinha demais". Um dia, ela resolveu ser honesta consigo mesma e preocupar-se com sua felicidade em primeiro lugar. Não estava participando de seleção de emprego, muito menos de um concurso de "melhor mulher" do mundo.
Ser boa com todo mundo não era garantia de ser amada por todos. Ser firme em suas convicções e valores, sim! A diferença é que agora esta mulher boazinha não usa mais esse tipo de atitude "faço tudo por você" como moeda de troca.
Era uma vez uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo. E a competição começou.
Infelizmente uma onda de negativismo pairou sobre a multidão: "Que pena... esses sapinhos não vão conseguir, não vão conseguir!"
E os sapinhos começaram a desistir. No entanto, havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.
A multidão continuava gritando: "Que pena! Vocês não vão conseguir!"
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora cada vez mais ofegante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele. E a curiosidade tomou conta de todos, que queriam saber o que tinha acontecido... E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram: o sapinho era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração! Não deixe ninguém falar que seus sonhos não serão realidade. Você pode!!! As vezes melhor negócio é ser fazer de surdo.
Aos 16 eu apreendi que a vida não era fácil, aos 20 conheci a felicidade e aos 40 pude entender que sou apenas fruto daquilo que plantei.
Era exatamente isto que eu precisava: paciência pra ser gentil com quem não se esforça pra ser humilde.
Sempre acreditei que o amor era a solução pra tudo... Misturado com atenção, carinho, paciência, afeto e força de vontade, sempre seria possível se vencer tudo...
Meu egoísmo me impediu de enxergar o que vinha a frente, a geração do amor artificial, onde os abraços apertados não eram mais nada que um imenso vazio e frio espaço de solidão que todos portavam dentro de si, Lugares cheios de pessoas vazias... Tudo se tornou artificial, incluindo o amor...
Eu sempre achei que era dono dos meus sentimentos, dono do meu coração... Sempre achei que eu pudesse escolher o que ia ou não acontecer comigo...
Quanto mais a gente cresce, mais vai adquirindo forças, por adquirir muita força ficamos arrogantes e confiamos na nossa "super força", confiamos tanto, a tal ponto de querer segurar todos os sentimentos na ponta dos dedos...
De tanto confiar, dizemos que sempre vamos recupera-los se os sentimentos tentarem fugir, mas daí ele foge, e a sua "super força" se torna burrice, estupidez de um ego muito elevado repleto de vazio dentro de si...
"Era uma vez um rei que comandava uma grande e gloriosa nação. Ocupando um lugar especial entre seus súditos encontrava-se o pintor da corte, de quem o soberano muito se orgulhava. Todos concordavam que o enrugado ancião era quem pintava os mais primorosos quadros em todo o reino, e o monarca passava horas por dia admirando tais obras, maravilhado. Um dia, no entanto, um forasteiro sujo e desgrenhado se apresentou na corte afirmando que, na verdade, era ele o melhor de todos os pintores. Indignado, o rei decretou que haveria uma disputa entre os dois artistas, confiante de que daria uma constrangedora lição àquele vagabundo. Ao final de um mês, os dois teriam que apresentar uma obra-prima que superasse a criação um do outro. Após trinta dias de trabalho incessante, dia e noite, os competidores estavam prontos. Os quadros, colocados em cavaletes e escondidos sob panos enormes, foram levados para o salão do castelo. Diante da multidão que se formou , o rei ordenou que o pano que cobria o quadro do pintor do quadro fosse retirado. Todos suspiraram ao se revelar uma deslumbrante pintura mostrando uma mesa posta para um banquete. No centro, uma tigela de prata ornamentada repleta de frutas exóticas que brilhavam , úmidas, à luz do alvorecer. Enquanto a multidão observava admirada, um pardal empoleirado em uma viga no alto do salão fez um voo rasante e, esfomeado, tentou pegar uma das uvas da tigela pintada, colidindo com a tela e caindo morto, aos pés do rei, com o impacto. "Ah ", exclamou o monarca, "meu artista realizou uma obra tão perfeita que enganou a própria natureza; com certeza você há de concordar que se trata do maior pintor que já existiu!" Mas o vagabundo nada disse enquanto fitava solenemente os próprios pés. E o rei gritou: "Agora, tire o lençol que cobre sua pintura e revele o que tem para nos mostrar." O forasteiro, no entanto , permaneceu imóvel e mudo. Impaciente, o monarca foi até o quadro e esticou o braço para arrancar o pano, mas no último momento, se viu paralisado por uma onda de terror. "Veja bem", disse o sujeito em voz baixa, "isso não é um pano cobrindo um quadro. E, se seu famoso artista enganou a natureza, eu fiz o rei de uma grande nação parecer um pouco idiota".
