Era
Eu vi um filme, nem me lembro bem por que não era grande coisa, em que havia um psicopata que assassinou muita gente.... Ao ser perguntado porque isso, ele disse: PORQUE SEMPRE QUE PODEMOS FAZEMOS ISSO, PRA ACABAR COM A FÉ DAS PESSOAS E DESTRUÍ-LAS 💀.
Eu também mereço o Nobel: descobri que o meu relógio biológico é movido a corda. E o do meu avô era uma ampulheta.
Ladra de coração
Arrumei uma namorada
Achei que era a solução
Mas ai veio você
E roubou meu coração.
Hoje não tenho namorada
To livre, desimpedido
Vem ser a minha polícia
Que eu serei o seu bandido.
Mas na verdade
O bandido dessa história é você
Que roubou meu coração
E não quer me devolver
Só tem uma solução
Pro caso ser resolvido
Pode ficar com meu coração
Mas vem viver junto comigo.
Ela diz que você era um motor velho e que precisava partir
Mas tudo que eu queria
Era ter como eu sempre tive
As peças para te fazer ficar
Porque partir
Acabou por me destruir
E um buraco ficou
Eu sei que nem sempre temos as peças
Mas às pressas
Eu quis te consertar
Consertei por um tempo
Mas você foi com o vento
Agora eu dou mais valor
E até mais amor
Mas agora só tenho espaço para dor
Seja lá o que for
Sinto como se não quisesse passar
Mas vou nadar contra isso
Nessa mar de dores
Espero ser uma antiga navegadora
E levar em meu barco
Apenas lembranças
Quando Jesus ouviu que era filho amado, ainda não tinha feito milagre algum! Você não é amado pelo que faz e sim pelo que é, FILHO!
Há muito tempo, eu sabia que isso não era uma questão trivial. Sabia que podia não estar dançando conforme a música, mas isso é uma coisa real. A realidade não deixa muitas opções.
Eu sei muito bem que posso ter entrado de cabeça numa situação paradoxal.
São coisas que estão além da minha mão no momento. E acredito que não estaram ao alcance tão cedo.
Por hora dancemos conforme a música, depois tira-se os músicos e será uma nova canção.
Toda hora é hora para lançar um olhar muito atento sobre todas as coisas. Principalmente aquilo que importa.
Carinho era o que você me dava.
Amor era o que você me mostrava.
Risos era o que você me tirava.
Linda era o que você me chamava.
Obrigado era o que eu ouvia.
Saudade hoje que restar dessa historia.
Esperançosa hoje te esperou.
Dia e noite a tua espera.
Ultimamente esperançosa.
Acreditando na tua volta.
Relembrando nossa historia.
Dia e noite na ilusão de um sonho.
O sonho que é contigo.
TEMPOS.
Era tão bom antigamente
não tinha tanta frescura
brincava sem ter censura
e ninguém era diferente
a criança era inocente
mas também era sapeca
o gordinho ou o careca
o pretinho ou o baixola
e o menino jogava bola
e menina tinha boneca.
Enquanto mais gritava, menos era ouvida... Voz que se cala, sentimento reprimido, tristeza que corrói como ácido no metal. Assim é o coração de quem se cala, por fora uma rosa em dias de primavera, por dentro uma rosa despedaçada pela falta de tudo aquilo que lhe alimenta. Culpados? Não existe culpado, existe opção.
Imaculada simplicidade era aquela, onde se fazia cumprir a lei de um artigo só: aquele que dispunha sobre a velocidade do gatilho.
Doce e tão aceitável era a natureza. Corri em sua direção sentido na pele toda a emoção da liberdade e da felicidade que ela me proporcionava. Eu era um lince a correr livre por toda aquela vasta, vastidão de repleta vida. Que livre me fazia cada vez mais sentir.
Felicidade mesmo foi meu tempo de criança. Onde ela custava quinze centavos e era um picolé azul, composto tão somente de água, açúcares e corantes artificiais. E quando não tínhamos o suficiente pra compra-ló, fazíamos vaquinha. E se não fosse o suficiente para comprarmos para todos, dividíamos um único. Isso, sim, é felicidade. O problema é que nós, adultos, complicamos demais.
Eu queria ser a tua paz, mas eu era um caos, queria que repousasse em mim, mas eu era furacão, queria que mergulhasse no meu mar de amor, mas eu era tsunami e assim te perdi porque eu te queria por perto, mas eu era vendaval e te joguei pra longe.
A vida, minha amiga, não pára porque você está de dieta. Ela segue o seu curso assim como era antes de você decidir se cuidar.
Pessoas vão nascer, pessoas vão morrer, você vai se mudar de casa, de cidade ou de companhias. Você vai se alegrar, se entristecer e se decepcionar muitas vezes até chegar no seu peso ideal. Isso não pode ser motivo para você desistir.
❝ Não era o golias o gigante, Davi que se fez pequeno pra que Deus se manifestasse revelando-Se de fato Quem é "O Grande." ❞
—By Coelhinha
Certa vez, minha amiga Lucy, comentou que a humanidade odiava tudo aquilo que era diferente.
Talvez Lucy tivesse razão em alguma coisa em seu pensamento, mas a ideia principal a qual queria passar, era equivocada.
O sentimento o qual Lucy se referia não era ódio, era medo. A humanidade tem uma estranha reação sobre tudo aquilo que é diferente; ela teme. Não por maldade, mas por um instinto básico de se preservar.
O diferente, é desconhecido, e o desconhecido assusta. É aquele terreno incerto onde não se sabe o que irá encontrar. Dá medo. Medo de não saber o que vai encontrar, medo de não poder voltar, medo de não ser suficiente para aquela nova verdade, aquela nova realidade. Medo. Esse pode ser o sentimento mais básico. Todos temem algo em algum nível e muitas vezes nem mesmo se dão conta disso.
►Sonhos Belos
Ontem eu tive um sonho muito divertido
Onde minha cama era uma embarcação,
Navegando sobre o rio Nilo
E, eu não era o capitão, apenas um menino
Que estava perdido, mas sorrindo
Por quê? Não havia um motivo específico
Haviam comigo, passageiros inquietos
Como também, passageiros pacíficos
Eu desenhei no meu caderninho,
Um pequeno labirinto,
E eu o chamei de Minos.
Em menos de cinco segundos,
Eu dei a volta ao mundo
Com apenas desejos no bolso,
Eu comprei o tudo
Como um vidente, previ meu futuro
Como um homem da lei,
Determinei onde morrerei
E, assim como um grande samurai,
Não deixei a tristeza me vencer.
Com dois ou três passos,
Fui do Egito para o Ártico
Sobrevoei sobre um mundo mágico
Encantado, onde a harmonia reinava
E o ódio havia sido apagado.
O tempo era preguiçoso
O mundo era meu, para todos
E eu me contentava com pouco,
Que se tornava muito, com os encantos
A esperança preenchia os quatro cantos,
E a solidão passava apenas de relance.
Como flores em um jardim encantado,
A alegria tinha de sobra
Transbordava por entre os riachos
Não havia quem estivesse com sede,
Ou cabisbaixo
Ah, que mundo era aquele, tão admirável.
Mas então, quando acordei,
Estava caído no chão do meu quarto
Uma goteira intrusa estava acima de mim,
E meu rosto estava todo molhado
Então me levantei e peguei o caderno
Escrevi algumas ideias, em papeis reciclados
Não sabia ao certo o destino daqueles versos
Mas agora eles se tornaram um texto completo
Descrevendo o mundo predileto,
De um garoto de olhos castanhos,
E sonhos belos.
