Era
Mentiras disfarçadas.
Onde tudo era um sonho,
Tornou-se tão real e escuro.
Palavras vazias, soltas sem sentido,
Criações de extrema potência,
Foram passadas de forma incoerente,
Sem sentimento e sem noção.
Cada palavra mencionada
Era apenas um possível encantamento,
Uma armadinha elaborada.
Liberando a corda aos poucos,
Para conseguir o que realmente desejava,
Uma maneira estratégica,
Criava-se a saída triunfal.
Fazendo acreditar em um possível exagero,
Uma criação gerada por algum sentimento,
Brotado de leve no coração pela sedução.
Cada palavra tinha um significado diferente,
Que refletia dentro do contexto algo especial.
O que poderia ser um laço sem compromisso
Tornou-se um mal-entendido com distorção.
De um assunto que poderia ser resolvido,
Criou-se um efeito bomba,
Prestes a explodir.
O planejamento por parte do outro
Foi muito bem executado,
Conseguiu puxar a corda,
Enforcou quem depositou confiança.
O assassino a matou,
Fugiu para não ser visto,
Sumiu sem deixar vestígios.
Quando era criança, acha incrível ter um piano de cauda branco. Hoje acho cafona. E tirar foto ao lado deles, mais ainda. 😂
Esse aqui foi no @spahotellareserve e no contexto do lounge e sala de televisão com um terraço incrível pro Rio de La Plata, combinou com a decoração e proposta do lugar, que é bem charmoso, por sinal.
Então ficam duas lições:
1) Sua visão, gosto, prioridades, percepções do que é feio, bonito, justo, injusto, certo ou errado, mudam.
2) O que é ruim para você, pode ser interesante, legal, ou cair bem para o outro.
Então, não julgue. Aceite a vida, os fatos, as pessoas como elas são. Não há pior ou melhor. Há momentos convenientes para cada um. Como tirar uma foto ao lado de um piano branco para escrever este post. 😉🙏🏻😘
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Era uma vez... Uma fila.
É Dificil hoje vi na fila venezuelanos, espanhois e mexicanos
Será que essa fila nunca acaba???
Será que o mundo capitalista não lembra que quem tem fome, é os mesmos que sustentam seus sisteminha
Será que é preciso todos os sinais virem,
Todos muros cairem
O que é preciso para ser mais preciso nesse mundo caótico baby?
Me ajude a enxergar aquilo que ainda não pude ver
Me ajude a interpretar o que Jesus me disse
Me ajude a entender as entrelinhas do nosso Senhor baby
Só quero entender
Será que essa fila nunca acaba?
Sempre havia uma idéia de que a televisão era culpada pelo
modo que as pessoas buscavam meios de fuga para se ausentarem da
realidade política, ou para não assumirem quem elas são, o que elas acreditam ou o que vivem. Por estes motivos a televisão durante muito tempo foi chamada de um meio alienatório, que servia para que as pessoas não tomassem consciência da realidade que acontecia a sua volta.
Era uma vez uma garota boba e seu coração, eles viviam em uma grande harmonia, só que esse coração ela louco pra que ela o dasse a alguém pra cuida-lo dele, para ele poder amar até que um dia essa garota boba encontrou uma pessoa e deu o seu coração a ele, ele por sua vez pegou o coração da garota boba e o fez de bola brincou pra lá brincou pra cá até que um dia o coração da garota boba quebrou em muito pedacinhos, e ela começou a os catar e jurava não dar seu coração a mas ninguém. Quando finalmente conseguiu juntar todos os pedaços achou um outra pessoa é um Bobo que se preze nunca erra uma vez só ela novamente deu o seu coração a uma pessoa mas essa foi diferente até cuidou do coração dela por um tempo mas depois meu amigo não brincou com ele como o anterior maltratou o coração da garota de uma forma que ele se partiu em milhões de pedaços da primeira pancada a garota sendo a boba que é esta catando seus cacos dessa vez mas difícil de achar cada pedaço mas todos nós sabemos que boba como ela é assim que juntar tudo vai dar a outra pessoa que não o merece.
No inicio era apenas saudades que eu sentia, uma vontade louca de ficar perto o tempo todo, mas você preza tanto a distância que transformou saudade em desapego.
O primeiro a reconhecer Jesus como o Cristo foi João Batista, quando era um feto no ventre de Isabel. O Salmo 139 é claro ao afirmar que Deus nos conhecia como pessoas quando éramos massas informes no ventre. Aborto é crime desde a concepção. É o mais cruel dos assassinatos.
Ele era apaixonado por ela, assim como ela também era apaixonada por ele, nenhum dos dois sabia do amor que ambos sentiam um pelo outro, e juntos eles ouviam das músicas tudo aquilo que suas respectivas paixões não tinham coragem pra lhes dizer.
Não, eu não era assim! A dureza de alguns corações me apresentaram a frieza, e esta sem remorso, instalou-se em mim! (10/08/18)
Uma vez alguém disse que eu estava sendo quem eu não era. Talvez essa pessoa nunca tenha me conhecido.
A pessoa que eu era a um ano atrás não é a mesma de meses atrás e a pessoa de meses atrás não é mesma que sou hoje, pois estou em constante evolução, mudanças ocorrem na vida de todos, assim como na escola você vive passando de série, na escola da vida também é assim, só que na escola você gasta um ano pra passar e na vida você pode gastar um ano vários anos ou até mesmo um dia.
Verdade!
Era fogo, era chama.
Ali subia, aquecia e tornava lava vulcânica,
Incendiava a alma e aquecia o coração.
Era luz, era brilho;
Iluminava o dia, feito sol de primavera.
Batia claro e quente e fogo.
Era cor, era vida.
Pele pálida, raios de esplendor
Pelos cerrados, cabelos negros esvoaçados.
Era água, era mar;
Matava a sede e inundava por dentro
Era úmido, era frio, era profundo.
Era ar, era vento;
Sopro de alma que alivia a dor
Calmaria e agitação, turbilhão de sentimento.
Era Terra, era solo
Ancorava ali um anseio insano
Era firme, intenso e eterno!
Era sonho, devaneio;
Molhava no mar, queimava no fogo.
Sem cor, sem brilho, sem ar...
Tornava terra e ali seu epitáfio que jaz dizia:
Vaidade, sonhos enfim...!
"Amei-te tanto, com tanta dedicação que dói quando lembro. Era feliz por nós dois e esse foi o erro! Hoje, até conseguiria rir de tudo se não doesse, mas dói e o riso fica guardado num ponto qualquer das vontades do tempo..."
Prosa Poética: “O caipira João”
Thaís Falleiros 21-06-2013
Era uma vez um caipira, bem caipira sô
Humilde e tímido
Mas como diria minha avó, bem afeiçoado
Era Bicho-do-mato. Neguinho calado
Mas de um coração que não cabia no peito
Peito esse que nunca ficava gelado
Graças ao coração
Até que um dia o menino envergonhado
Viu-se por uma rapariga muito da metida
Apaixonado.
Ah, a paixão e suas armadilhas!
É perigosa e inimiga numero um da razão.
O menino que sempre gostara de flores
Tirou uma, a mais bonita, do jardim,
Colocou-a num vazo de barro
Pequeno e nada vistoso
Estufou os pulmões e foi lá declarar
O amor que já não cabia no coração.
A moça muito da arrogante
Menina da cidade, estudada e viajada
Achou uma indignação.
Moço pobre me dando uma rosa inda em botão?
E num vazo, de barro, sujo e manchado?
Não podia não.
O moço ficou com as maças do rosto vermelhas
Como essas que vem lá das bandas da Argentina
Lugar longe e frio, onde todo mundo fala enrolado.
E a moça achou engraçado.
Desembestou a rir, até chorar. Não parava mais.
Ah, isso não se faz não moça. O Destino há de me vingar.
O moço foi-se embora com o vazo na mão.
Entrou na sua caminhonete velha que era na verdade de seu avô.
E foi embora para o sítio, lá no meio do mato, com as vacas e os cavalos.
Pois lá ninguém ria de suas fuças. Era seu lugar no mundo.
A moça, poxa, não fez por mal não. Apesar da sua estica
Do seu porte de moça rica, bem vestida e de joias na mão
Ela também havia de ter um coração.
E não é que no meio da noite a danada da inconsciência
Vinha lhe trazer em sonho, o moço caipira, bonitão?
E no dia, cada rosto parecia que era o tal João.
O tempo passou e essa doença não passou não
Nem na moça, nem no João
E a doença era nada mais nada menos, que paixão!
A moça muito da atirada, percebeu logo a sensação
Não perdeu tempo e foi no mato atrás de seu amado
Pedir-lhe desculpas e lhe dar uma explicação.
Mas no meio do caminho, quase chegando no portão
A moça que vinha em seu carro importado
Teve um piripaque e adivinha quem apareceu?
O Jão!
Estava sujo de terra, com cheiro de esterco de porco
Mas não teve tempo de pensar nessas besteiras
Pegou-a no colo com muito cuidado
Levou-a para a sala que estava desarrumada
E lhe fez respiração
Boca-a boca é claro, e a família toda viu
E todo mundo ficou calado.
A moça acordou já no meio da respiração
Que nessas alturas já era na verdade
Só o boca-a-boca. E a paixão virou amor
E o amor virou um casal
A Maria e o João Junior, o Juninho
Que ficou caipira igual ao pai
E ela ficou dondoca igual à mãe.
Mas não faz mal
Tudo terminou como tinha que ser
A moça rica com o homem pobre
Que lhe tratou como rainha do sertão.
Graças ao destino, que vingou o moço
E lhe emprestou a sua mão.
