Era
Amizade que termina por causa de política era amizade mesmo?
Por Dudu Cunha – DC
Estamos vivendo momento de intolerância no mundo atual, aonde opiniões divergentes se leva ao fim da amizade, destrói relações, incapacita o diálogo de nível adulto, promovendo a sensação de estarmos vivendo a “ignorância intelectual e emocional”.
Quando nos deparamos com a amizade que termina por causa de política, me pergunto se era amizade mesmo? E logo condicionamos nossos pensamentos na sinceridade caracterizada do respeito mútuo, porém não e bem assim que acontece, infelizmente ao contrário.
No mundo político, ao qual vivencio a 19 anos, puder fazer muitos amigos, e pessoas da melhor qualidade, mas também obtive muitos adversários e inimigos por não saberem separar opinião de decisões. E na maioria das vezes o que ocasiona essas separações são as vaidades, inveja e falta de estrutura emocional.
“O que aprendo nestes anos que o dono da verdade é DEUS, e que amizade não é feita de momentos e interesses pessoais.”
Fato é que somos todos dias testados por esses que se dizem amigos, mas que na verdade nunca foram tal adjetivo, o oposto que sempre estiveram pegando carona no trem, mas que ao estragar, logo nos abandonam.
Amizade me faz lembrar a música Canção da América do cantor Milton Nascimento que diz assim: “Amigo é coisa para se guardar no lado esquerdo do peito, mesmo que o tempo e a distância digam "não".
Acredito fielmente no ser humano, faço meu melhor para estar sempre a disposição, estar para alegria e também para a tristeza, pois creio que a amizade e feita para nunca ter data de termino.
“Olhar as estrelas era o modo que ele achou para se sentir livre, assim como as estrelas ele possui um brilho único que um dia se extinguirá mas até que esse dia chegue, o brilho dele não sucumbirá a escuridão que rodeia o mundo”.
Vivemos uma era que nada é suficiente para ninguém.Então o homem/mulher deve sempre ter mais ênfase,desempenho e sabedoria para viver forte no sistema
"Sinta a brisa no seu rosto, feche os olhos...pronto só assim você se lembra de como era sua vida com as pessoas que você mas amou e que agora não está entre nós!"
Eu Sempre pensei que as pessoas fossem preconceituosas, quando, na verdade, eu era preconceituoso contra mim mesmo.
Era uma vez um velho e seu nariz
que sempre advertia: “Se você me diz
que o meu nariz é comprido,
é porque vive iludido!”,
O velho orgulhoso com seu nariz.
Havia uma velha dama de Praga,
Cuja linguagem era de todo vaga,
Quando lhe diziam: “São toucas, essas que vês?”, ela respondia, “Talvez”
Essa oracular dama de Praga.
O médico disse que era estresse. Sempre é. Estresse. Aquele tremor no olho, e quatro horas de sono a menos que o recomendado. E a ansiedade, era estresse também? Você precisa relaxar, ele disse, e a palavra soou leve, como fumaça de incenso. Listou uma série de atividades que poderiam me deixar mole como sua fala enquanto receitava alopatia, pra garantir. A ideia de precisar relaxar me deixava ligeiramente histérica. Quem é que relaxa — e como? — nesses tempos?
Seu sorriso
era como o nascer sol
que todos os dias
eu admirava
sentando com os pés na areia
sentindo no rosto
a brisa suave da praia.
E no caminho, onde só havia deserto e todos achavam que era improvável...
Quando ninguém mais acreditava, o milagre brotou.
No meio daquela estrada, da semente desprezada brotou e nasceu uma solitária flor.
Deus escolhe fracos, desprezíveis e loucos para confundir fortes, respeitáveis e sãos.
Viagem ao seu interior
Era como tentar não pegar no sono, mesmo estando com sono incontrolável, tinha choro compulsivo, uma parte de mim combatia a deliciosa entrega do autoconhecimento, outra parte de mim derramava lágrimas da descoberta da dor na alma.
A vida é um retrato perfeito do nosso estado de espírito parida no próprio tempo. As histórias de família que tenho para contar tem uma ligação física e hoje entendo o porquê do caminhar sozinha é uma ótima maneira de entrar em contato com a gente mesma.
A desordem gera relacionamentos doentios e é preciso estar preparada para tudo que vem. Nas minhas experiências amorosas, pude perceber que sempre achava que era o último cara legal que restou no mundo e nisso aceitava abusos.
Muitas experiências jamais cheguei a ter, mas aprendia bastante com tudo que via ao meu redor. Comecei a desvendar os significados dos olhares e é impressionante como as pessoas te olham de cima a baixo sem disfarçar.
Desabafei minha própria vulnerabilidade pelas redes sociais, a gente é o que é e o que transparece ser. Eu me sentia bonita e notada até ter minha autoestima minada por julgamentos.
É difícil me separar de tudo que alimenta a minha mente. Enfim, voltando a história, providenciei uma lista longa e detalhada de todos os motivos pelos quais eu precisava me conhecer e me fortalecer.
Busquei a dúvida, o questionamento sobre Deus, a sabedoria, não entendia as surpresas da vida. Nada se pode pedir para quem conhece nossa necessidade antes de nós mesmos e foi assim que fortaleci minha fé.
Eu não sabia me relacionar comigo mesma, não me amava, não comia nem menos, nem de vagar, meu lado físico e astral estavam em decadência, estava vivendo acima das minhas possibilidades, queria ser o que não me pertencia.
É um instinto de sobrevivência, uma maneira de ser aceita. Sempre fui ativa e facilmente impaciente, por poucos segundos, senti pena das pessoas que minaram meu coração e minha boa vontade. Comecei a confundir raiva e agressividade por paixão e amor, um desejo de salvar quem me maltratava.
A palavra cravada no meu coração se chamava sacrifício, gostava mais dos outros que de mim, gostava mais do inútil que do útil. Nada com o que eu pudesse lidar sem me machucar.
Vinte anos do mesmo amigo e mesmo assunto, eu não tinha evoluído e isso me fez sofrer. Gostaria de fazer uma viagem sem escala, rumo ao domínio pleno da mente e do espírito.
É o olho que tudo vê
Eu olho e só vejo views
No olho do vendaval
O povo a ver navios
Na era da fake news
Matrix destrói o Neo
Bem-vindos ao Brasil
