Era

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SEJA UM REBELDE LÚCIDO


Estamos a viver numa era de escravatura política organizacional , um sistema onde poucos decidem por muitos, como bem alertou Noam Chomsky.


A democracia tem sido reduzida a um teatro, onde o povo assiste de longe às decisões que afectam o seu destino, sem poder real de intervenção. Em vez de servir o cidadão, as estruturas políticas servem-se a si mesmas, alimentando a obediência e sufocando o pensamento crítico.


Enquanto a voz do povo continuar silenciada por conveniências partidárias e interesses pessoais, não haverá verdadeira liberdade. É tempo de romper as correntes da submissão e devolver ao cidadão o poder que lhe pertence por direito.


➡️ Pensar diferente é o primeiro passo para libertar Angola.

Desastre eminente
paixão proibida


E teve o que quis
Desejou e realizou
Mas o medo era maior que a satisfação
sucumbi e aceitou qualquer migalha
Era o que tinha e foi tudo que teve
Se decidiu em segundos
Não esperava nada além
E foi tudo de uma vez
E foi de mais, não houve trégua
Não ousou intervalos
Não pensou muito no perigo
Só sentiu, sentiu sentir
Sem trégua para decidir
Sem ar para respirar
Sem segunda chance
Tudo de uma vez
E um pouco de tudo
Sem permissão
Tomou o que quis
e não aguentou
Não teve força para desistir
Misericórdia dessa alma
Que lutou contra e a favor
Que desejou não desejar
mas desejou sonhar
pelo desejo clandestino
E quis não querer, mas quis de todo coração ter
E depois se arrependeu
No mesmo instante que acabou
Desejava não mais ter
Mas já tinha amostra para sempre
Era inevitável sentir
Como sentimento explodido
Foi libertado e estava liberado
Para morrer por dentro
Para nunca ser exposto
Foi tudo que tinha e foi à toa
Não valeu de nada e nunca valerá
Deve voltar para o casulo
Mas o fluído foi liberado
A lagarta virou borboleta
Não volta a ser o que era
Foi corrompida para sempre
Um sentimento além do tempo
Que não era sentimento, era falha
Era o próprio casulo
Que agora não mais imaculado
É corrompido e atingido
Como uma flecha que passa pela carne
Passageiro do tempo, desembarcou
Sentiu de mais a flor da pele
Queria mais, e era tudo que queria
Não teve escolha
Uma vida encubada e liberada em segundos
O pavor da perda foi maior que a frustração conhecida
Se tornou só memórias avassaladoras
De uma sentimento sem meio só fim
Onde por anos não conseguiu se livrar
E ficou adormecido como vulcão
E no momento da erupção se apagou
Não sobrou nada
Totalmente dês corrompido
Como se não houvesse depois
Como se não houvesse futuro
O sentimento passou como água sobre a ponte
A tempestade foi acalmada
E só deixou rastro de dor crescente
Dor da perda absoluta
Dor da causa injusta
Dor do amor se transformando em poema
Completamente e absolutamente desejado
Previsto e decidido para sempre
Agora só sente vazio
que para sempre existirá
Mas que fazia parte do processo
Era aceitável até esse ponto
Mas corrompeu até os ossos
Não restou um minuto do antes
E foi agudo
Genuíno
Insaciável
Estava feito
Consumado
Resolvido
Desmaculado
Des rescentido
Des desejado
Foi tudo por ego
Foi tudo em vão
E a alma chorou
E a água não lavou
E o joelho se dobrou
E a carne descansou
E o sentimento adormeceu
Mesmo querendo acordar
Não sobreviveu ao desejo de mais
Que nunca teria e sabia
Amostra única e intensa
De um futuro inexistente
De um pecado carnal
Cometendo a falha da criação
Do esboço da perfeição à negação da mesma
Em segundos se tornou tormenta
Imperfeição da sociedade
Punição do conhecimento
Não cabia mais nada além do que sentiu
E deixou de sentir até se esquecer
Depois desapaixonou
Assim como começou terminou
E não queria assim
Queria completo e completamente
Mas por culpa da prisão
Se acorrentou no próprio ego em vão


No dia seguinte questionou
Pra que tanto e porque menos
E se só tinha aquele momento
Porque não aproveitou totalmente
Precisou passar para perceber
Que o segundos voaram
Como águia faminta
E o desejo se acalmou
Mas deixou saudade do primeiro contato
Do primeiro toque genuíno
Do primeiro rastro de arrepio
E a tempestade de tremedeira
Da adrenalina produzida na veia
Veio a tona
E foi de mais
Não suportou
Se culpou
Se arrependeu
Se tocou da realidade
Da intimidade
Da vontade
Do adeus inevitável
Do pra sempre do medo
Do fim descomplicado
Do começo antepassado pelo agora
Do tempo administrado
Da penumbra do sonho ao lembrar
Do pesadelo do sentimento ressentido
E no mesmo segundo que acabou
Queria relembrar
Como ler seu livro favorito pela primeira vez
Mas só descobrir que é o favorito quando ler
Queria esquecer para sentir de novo o novo
E não mais ter
E não mais conseguir coragem
E querer esquecer a verdade trágica do querer
Do medo entre o coração e a realidade


E ela sentiu novamente a todo tempo
Em seus devaneiros
Desde o primeiro toque até o final
Se lembra do gosto, do gole a seco
Do paladar de adrenalina quente
Da saliva sugada
Do paladar desconhecido e agradável
Do exagero de sabor humano
Do rastro de catástrofe deixado
Só em fechar o olho sente
E não quer abrir
Quer lembrar e esquecer a todo tempo
Só pede a Deus uma cura
Antes de morrer com o medo
Que a vida vala a pena depois
Que não seja desperdiçada nem trocada
Como poema rabiscado
Querendo ser reescrito após amassado
O desejo foi libertado e volta a sufocar
Bem pior que antes
Agora era questão de tempo
Para a memória invadir de tocaia
De cada palavra e suor voltarem ao lugar
Como se adiantasse
Na entropia humana
O sentimento misturou com medo
A desordem do caos foi absorvida
E veio a tona
Desejada
Polida
Catastroficamente planejada
E ao mesmo tempo a calmaria
Da perfeição humana em fazer sentir
E sentir muito
E não querer mais nada
Além do momento
E a pobre alma pede a Deus
Um minuto de paz após
Que seu coração rasgado
Estilhaçado
Se regenere
Como a pele queimada
Que a ferida aberta se feche
Não devia ter machucado
Porque não havia lança
Nem arma
Só a carne delirante
Carne com carne
Como paleolíticos ancestrais
Como lobos famintos
Sensíveis ao cheiro de sangue
Sensíveis a qualquer movimento da presa
Num único desejo de devorar se devorou
Se isso não for suficiente
Reza a todo momento
Que o fim eminente
Rasteje como anfíbio
Demore a chegar
Ou nunca chegue ao destino
Que cada moldura de visão
Seja deixada coberta para sempre
Assim como a neve sobre o Terra
Acalanta com a proteção
Completamente transparente
Mas com fervor de avalanche
Que ela seja feliz sem
Sem e sempre
Para dominar todo o seu ser
Só gastou uma piscada
Não foi nada mas foi tudo
E foi o bastante
Se sentiu arrebatada
Agora cabe ao coração esquecer
Tarefa mais difícil
No tortura do querer
Se desfez a ânsia do medo
E subiu a franqueza do querer
Ansia por mais e não ter
E jamais vai esquecer
Dos momentos que sentiu
Seu coração bater
Ainda mais naquela hora
Saltando pela boca
Abraçando suas veias
Como se sua vida dependesse totalmente
Do momento que viveu
E depois só restou o fim
Mas ainda que não reste nada
Que o sentimento adormeça finamente
Que no dia da morte
Tenha amostra do que viveu
E será totalmente livre
Para dizer em voz alta o que sentiu
Discrepando as palavras pelo ar
Faltando ar para viver
Não mais em sua realidade
O total se desfez
E ficou tudo bem

“Há decisões que não matam o corpo — mas sepultam quem você era.”

“Heróis não pedem perdão por fazer o que era preciso.”

Alá

Alá não tem nada a ver com o Deus verdadeiro! Alá vem do paganismo antes do Islamismo! Era um Deus entre outros falsos Deuses! Não tem nada do Deus da Bíblia! Não tem nada a ver com Judaísmo ou cristianismo. Alá era como os deuses da mitologia grega e Romana! Enfim é mais um Deus falso!

Ah, se eu pudesse voltar no tempo,
onde correr descalça na rua
era movimento de alegria,
e o barro do barraco
era anticorpos para o meu corpo.


Onde as moedas achadas no chão
eram sintonia de muita sorte,
e o banho no rio
era o banho mais alegre de se tomar,
onde o final da tarde
trazia a ansiedade doce
para a próxima manhã chegar.


Tempo em que as pessoas mais velhas
eram leais e respeitosas
com nós, crianças,
tempo em que meu olhar
transmitia a mais pura inocência,
e meu sorriso era o mais belo,
o mais verdadeiro.


Hoje, todos esses momentos
são apenas lembranças
de um passado que nunca mais voltará,
um eco suave no peito,
um suspiro preso na alma,
um tempo que ficou guardado
onde a menina descalça ainda corre,
mesmo que só dentro de mim.

Quando disseram que era impossível, eu silenciei as dúvidas, escutei a minha fé e segui adiante. E foi nesse passo de coragem que Deus abriu caminhos onde antes só havia portas fechadas.

A vida me ensinou a deixar o passado lá...
Quando eu era jovem, algumas pessoas me admiravam porque eu tinha cabelos grandes, hoje descobri que há muitas pessoas que gostam de mim e estou careca ....
O momento lindo ou triste de nossa vida, somos nós que fazemos.....

Por que insistiu tanto pra ficar se realmente não era isso que queria ?
Por que me quer aqui se não entendi o que eu significo ?
Por que escolhe causar dores em mim que você não suportaria ?
Por que me disse pra ficar quando já tinha escolhido ir ?
Por que ?

A projeção que virou espelho


Achei que te via,
mas o reflexo era meu.


Tuas palavras vinham de fora,
mas quem as moldava por dentro
era o que eu queria ouvir.


Todas as vezes que olhava o pôr do sol no horizonte,
na verdade, era uma projeção de nós dois
iluminando meu inconsciente.


Uma foto sua e se abria um álbum em minha frente,
histórias criadas e até roteiros feitos...


Projetei um enredo,
acreditei no roteiro que escrevi sozinho,
e, quando o silêncio chegou,
percebi que o eco não era ausência tua —
era excesso meu.


Criado por um, mas pertencente em silêncio a dois.
Nesse excesso, criei um mundo todo só nosso —
mas apenas eu tinha acesso.


Hoje olho com carinho todo esse sentimento.
Não acabou, na verdade, é apenas o primeiro dia
fora do nosso mundo encantado.


O que doeu não foi perder alguém,
foi perder o personagem que inventei.


Descobrir que o amor idealizado
tem o brilho exato do pôr do sol:
belo, mas breve,
e feito de despedida.


Observando tudo que criei e senti ao longo desse tempo,
me vejo como um belo arquiteto,
porém, um péssimo projetista —
criei estruturas lindas, dignas de um conto de fadas.


Hoje vejo de fora o “nosso mundo perfeito”,
sem saber o que você acharia dele de verdade.


Hoje entendo:
a decepção é só a luz acendendo no cinema,
mostrando que o filme era projeção.


E no escuro que fica depois,
a vida me convida a assistir de novo —
dessa vez, com os olhos abertos.


Das cenas que eu mais gosto são os créditos.
Pois mesmo sendo o único colaborador físico dessa criação,
todas as cores e formas são méritos seus.


Lhe agradeço por fazer tanto por mim.


Nunca haverá mágoas em um mundo onde nunca existiram
dois corações batendo acelerados
por compartilharem o mesmo sentimento.

Houve um momento em que me senti tão mal que pensei estar à beira da morte, mas a realidade era ainda pior: eu estava finalmente aprendendo o que realmente significa viver.⁠

"Quando você diminui certas pessoas na sua vida, percebe que não era dependente — só estava preso a hábitos."

Eu não era
O que você procurava,
Mas fui muito mais
Do que você merecia.

Mas de um céu com luar e estrelado
A escuridão é o que vai sobrar
Do que era tão inocente
Tão diferente pensar.

Me extirparam o filósofo romântico de mim

Ainda ontem, menino, eu era porreta.

Questionava tudo!

Arremessava pedra contra o infinito, certo de que acertaria o impossível.

Apaixonava-me por qualquer menina que cruzasse meu olhar.

Tocava a campainha e voava, sem jamais olhar para trás.

Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,

chorava o desprezo do dia,

perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.

Hoje, me cobro por não ser (e por não poder mais ser) aquele menino que outrora fui.

Como se tivessem extraído de mim

o filósofo romântico que acreditava no eterno,

na poesia ingênua das pequenas coisas

e na possibilidade de mudar o mundo com um gesto.

Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!

E era sempre, um pouco antes da “boca da noite” e de frente com a "garganta", na sombra da "cabeça" do Padre, que eu via o Sol "tinhoso" beijando a "costa" da Trindade.
Ô saudade!

Me perguntaram se ela era só minha amiga.
Eu disse que sim.
Depois me perguntaram se ela era a minha vida.
Eu disse que não…
Mas se um dia ela precisar que eu dê a minha vida por ela, pode ter certeza: eu dou.
Porque algumas pessoas não são apenas parte da nossa vida,são o motivo de ela ter sentido.
E às vezes, o que sentimos vai além do simples "amor" …
é algo que simplesmente não precisa de explicação.
Isso te faz lembrar de alguém?

“Era só uma foto — mas nela estava tudo o que eu precisava pra aguentar o resto do mundo.”

Nunca te disse que meu amor por você era mais do que ti falava,você sempre foi tudo o que eu nunca quis deixar de ter.