Era

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⁠foi encantador te conhecer, foi bom ter tido você. Até achei que era você, não foi por um erro meu e sei lá Deus sabe o que faz. Me sentia em paz com seu abraço, me sentia nas nuvens com teu beijo e amava suas histórias de tanto faz, então mais uma vez agradeço, amei ter amado você, mas agora um adeus darei, para tudo que tivemos eu sempre guardarei. Quem sabe em outra vida a gente dê certo.

⁠Sabe, quando eu era criança, acreditava em tantas coisas mágicas: Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, contos de fadas... Tudo parecia possível, tudo era cheio de encanto. Mas aí a gente cresce, e a vida começa a nos dizer que é besteira acreditar nessas coisas, que precisamos ser mais “pé no chão”. Só que, honestamente? Eu não consigo ser assim.
Eu ainda acredito em clichês. Ainda me pego sonhando com finais felizes, ainda choro em filmes românticos, ainda acho lindo quando vejo um pedido de casamento. E, às vezes, isso me faz sentir meio bobo, como se o mundo dissesse que eu deveria ser mais duro, mais cético. Mas por que eu deveria? O que há de errado em querer enxergar a beleza e o amor nas pequenas coisas?
A vida já é cheia de momentos difíceis, de dores e decepções. Então, se acreditar no amor, nos finais felizes, ou até mesmo em um pouco de magia torna tudo mais leve, por que eu abriria mão disso? Talvez seja isso que ainda mantém viva aquela criança dentro de mim, aquela que nunca deixou de sonhar. A magia não está lá fora, está dentro de nós, e eu ainda escolho mantê-la viva.

E assim, sob o peso do julgamento humano, a inocência se corrompeu; o que era puro tornou-se abismo.
Nas chamas do desprezo, o homem forjou seus próprios monstros, e chamou-os de demônios.

Escrevia com a urgência de quem sabia que o tempo era curto, e que a vida, apesar de absurda, era tudo o que tinha.

Era você no dia em que os meus olhos encontraram os seus, e é você todos os dias depois daquele. Sempre será sobre você...

O peixe que não seguia o cardume:
peixoto era um dos vários peixes que compunham um dos vários cardumes de um dos vários mares, peixoto, assim como os outro peixes, apenas seguia sem rumo, sem esperança, eles não tinham nem sequer uma imaginação do motivo pela qual eles nadavam, em mais um dos dias em que peixoto e os outros peixes nadavam sem rumo, peixoto viu um brilho, atrás de si mesmo, algo que parecia precioso, mas estava fugindo de peixoto, parecia estar em direção contrária ao cardume, peixoto então decidiu fazer algo, ele pela primeira vez, nadou em direção contrária ao seu próprio cardume, foi rapidamente em busca daquilo que viu, mas não sabia o que era, peixoto entrou em um dúvida, ele podia continuar, sem saber pelo o que procurava, sem saber quando ia achar, ou se sequer iria achar aquilo. Ou, peixoto podia voltar ao cardume, antes de se perder e nunca mais achar seu cardume, peixoto poderia perder aquilo que viu uma vez, e nunca mais achar, mas também podia se perder do cardume, e ficar isolado daquilo que já conhecia, quanto mais peixoto nadava, mais perto ele sentia que estava daquilo, mas mais longe ele sentia que ia estar do cardume, peixoto pensava e pensava, mas nunca chegou a uma conclusão da resposta de seu pensamento.
isso não é sobre peixes, é sobre você, sobre mim e sobre nós

⁠Sofri uma pane e deixei de saber quem eu eu era. Na verdade não sofri nada naquelas horas. Sofri mesmo foi depois que reconquistei a consciência. Virou um misto de prazer e sofrer - tristeza por ter perdido e alegria por ter reconquistado. Sobrou gratidão.

"A Jaula e o Espelho"

Eu era o problema que me fizeram crer,
Até que um dia me ousei conhecer.
As grades eram minhas, a chave também,
Quem as construiu, as pode desfazer.

A sombra que temia, agora é minha luz,
O caos que vivia, hoje é minha cruz.
Não sigo rebanhos, não busco lugar,
Sou meu próprio norte, meu próprio mar.

Calei mil vozes, carreguei mil dores,
Transformei em força todos os ardores.
Quisram que duvidasse, que baixasse a face,
Mas ergui meu espelho no mesmo espaço.

Não peço licença para ser quem sou,
Nem troco minha essência por nenhum vou.
Deus na minha estrada, eu no meu caminho,
Plantando verdades no mesmo carrinho.

Quem tentar invadir, encontrará fronteiras,
Não há mais feridas, nem velhas trincheiras.
Sou terra renascida, sou fênix de cinzas,
Escrevo minha história com letras mais linhas.

E se ainda me julgam, se ainda não veem,
Seguro meu silêncio — ele tudo saneia.
Pois aprendi na guerra, sangrando calado,
Que o trono mais alto é o que foi conquistado.

E parecia que eu estava a milhas de distância de todos,
pois a única coisa que eu ouvia era a mim mesma
E minha mente turbulenta
Mas agora está tudo tão calmo
e me preocupo se voltará,
mas enquanto isso, quero curtir o bem estar

⁠Hj percebi que seguir seus passos não era pra mim, pois vc me ensinou a seguir com minhas próprias pernas e fazer minhas escolhas e seguir de cabeça erguida para o que der e vier, mesmo que machuque os outros, pois se lá na frente der frutos o resto poderá ser resolvido com o tempo e com sinceridade.

⁠Pelo que eu entendia, o amor era uma ideia extrema. Uma palavra que parecia forçar algo indefinível na prisão das letras. Mas essa palavra era usada com muita facilidade, com muita frequência.

⁠Mesmo que meu cérebro estivesse uma bagunça, o que mantinha minha alma inteira era o calor daquelas mãos segurando as minhas...

⁠AS CINCO LIBERDADES
1. A LIBERDADE de ver e ouvir o que está aqui em vez do que deveria ser, era ou será.
2. A LIBERDADE de dizer o que se sente e pensa, ao invés do que se deve.
3. A LIBERDADE de sentir o que se sente, ao invés do que se deveria.
4. A LIBERDADE de pedir o que quiser, ao invés de ficar sempre esperando a permissão.
5. A LIBERDADE de correr riscos em seu próprio benefício, ao invés de escolher ficar apenas "seguro" e não balançar o barco.
Virginia Satir

⁠Soldado Troiano.


Destruí o heroi de dentro de mim.
Como ele não era tão bom como eu pensava.
Mergulhei nas profundezas dos mares.
Descobri tesouros valiosos tão escondidos.
Troquei as roupas,
Experimentei várias,
Tirei-me do trono ilusório,
E acertei o alvo.
Com determinação,
Vesti minha própria armadura.
Desenrolei o poema umedecido.
Joguei pelos ares em busca de uma calorosa secagem.
Pois o sol era fraco e não me ajudava.
Quando cheguei em terra firme,
A beira da praia,
Lá estava o papel seco com as letras retorcidas.
Peguei um punhado de areia,
E joguei em minha própria face.
Meu senso estético me fez destruir o tal comandante.
Bloqueei minhas feridas,
E fui em busca de levantar o meu Palácio.
Artista ?
Não !
Só me tranformei em um teimoso Soldado Troiano que faz questão de se redimir.....



Autor : Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Ela, como muitos, sempre pensara que o significado da matemática não era derivado do universo, mas, em vez disso, impunha algum sentido ao universo.

O universo físico era uma língua com uma gramática perfeitamente ambígua. Todo fenômeno físico era uma expressão que podia ser analisada de duas maneiras completamente diferentes, uma causal e a outra teleológica, ambas válidas, nenhuma delas desqualificada, não importava a quantidade de contexto disponível.

Pensei em desistir quando vi que não era mais você ao meu lado, o meu refúgio de problemas que está na minha mente, quando vi que realmente eu e você não existia mais o "para sempre" se tornou um "finalmente", o "eu te amo" de tornou num "fica bem" e teu carinho foi "tchau e Boa sorte", indas e vindas que nos fazem amadurecer e crescer sem um ao outro. Mas se era amor por que desistimos assim? Por que você se foi assim? Se era amor por que não aproveitamos? Por que a gente fez desse jeito? Se o amor já existia e nos unia? Dúvidas e perguntas que nos traz arrependimento.

Acho que muito antes de virar amor, já era, tenho quase certeza disso. Passou a ser de verdade a partir do primeiro encontro, do primeiro olhar, daquela primeira aceitação de que existia um corpo ali, e que ele estava olhando pra mim. Não transformou-se em amor no momento que nos falamos, ou, quando aquela euforia toda começou a tomar conta do corpo e da alma, "amadureceu o amor" no instante em que a presença dela se tornou viva aos olhos, porque amor, isso já existia a cada vez que o coração sentia falta de algo e eu não sabia o que era. Aquela falta que nos faz comer sem ver, beber sem sede alguma, pela simples necessidade de cobrir algo no estômago que pensava ser fome, mas não, eram apenas as borboletas de "Quintana" e de tantos outros poetas batendo asas por dentro. Uma pessoa quando chega na vida da outra e aquilo tudo se transforma num amor denso, talvez não saiba, e nem quem a receba saiba disso, mas ela já vive ali há muito tempo, no tempo de espera, naquele tempo em que olhamos pro céu e pensamos que em algum lugar do mundo alguém também espera por nós, pois todos nós desenhamos outra pessoa ao nosso lado, até chegar o momento certo do desenho se tornar real. Eu já a desenhava em contornos, já era amor antes de ser, eu já a amava muito, antes de existir na frente dos meus olhos, e só por isso, por pensar dessa forma, já me sinto completo, como se a felicidade de todo amor contido fosse um fato vivo, muito antes de se tornar real.
Ricardo F.

O que era necessário era reconhecer claramente o que devia ser reconhecido, expulsar, enfim, as sombras inúteis, tomar as medidas que convinham.

O amor que se transformou em ódio, não era amor, era apenas um sentimento egoísta e possessivo.