Era

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"O que são gotas de chuva, para quem já esteve no fundo do poço?
Era pintura, meu sentimento por ti, e o seu, mal era um esboço.
E volto eu, mais uma vez, com minhas palavras, um louco.
Que por ti, já fez de tudo e além do tudo, o mais um pouco.
No teu abraço até encontrei refúgio, mas não encontrei socorro.
Abram-se as cortinas da minha solidão, palmas para ele, meu coração, 'O Tolo'.
A peça que, me prega peça, o tempo todo.
Repito tudo isso, com amarguras, de novo.
As lagrimas da chuva, lavam as águas do meu rosto.
Eu fecho os olhos e é só você que ouço.
Me implorando mais um abraço, um beijo, um consolo.
E nessa corte, eu é quem sou o bobo.
Por crer que, à mim, voltaria com gosto.
Graças à ti, já não existe nem brasa, onde era fogo.
Já abri mão de nós, já não caio no seu jogo.
Espero que seja o fim, do nosso ciclo vicioso.
Rogo à Deus, para que, nunca mais me venha a sede, das águas do seu poço..."

Inserida por wikney

"Eu era tempestade, você veio, sou calmaria.
E hoje? Sou tempestade.
Eu era frio, você veio, sou calor.
E hoje? Sou frio.
Eu era tristeza, você veio, sou felicidade.
E hoje? Sou tristeza.
Eu era escuridão, você veio, sou luz.
E hoje? Sou escuridão.
Eu era solidão, você veio, minha companhia.
E hoje? Sou solidão.
Eu era algo sem rima, você veio, sou poesia.
E hoje? Não tenho mais rima.
A saudade é minha sina.
Ah, aquela menina.
Você veio, você se foi.
Hoje só me resta na memória as lembranças do que eu era antes de nós dois..."

Inserida por wikney

"E eu ainda lembro o que o seu olhar me jurou.
Cada gota de lagrima, eu sabia, era um oceano de amor.
Provei o doce do teu beijo e o coração acelerou.
Minha vida, que era fria, no teu abraço, encontrou calor.
Minh'alma, que nunca fora completa, no palpitar do teu coração, se completou.
Mas quem diria, que seus olhos, fossem um par traidor.
Destruiram-me o coração, quando covarde, me abandonou.
Aquele tal oceano? Secou, transformou-se em um poço de dor.
O beijo que fora-me doce, minhas esperanças, envenenou.
Minha vida, perdera a cor.
Minh'alma, que estava completa, novamente se despedaçou.
Agora, aos poucos, esqueço-me o que é o amor.
Mas infelizmente, ainda me lembro, o que seu olhar me jurou..."

Inserida por wikney

⁠"Eu quase não reconheci o homem, que não se abrigava, daquela chuva ferrenha de Inverno.
Era o fim de tarde, de uma quarta feira, e só pude reconhecê-lo, por conta do terno.
Fitava, estarrecido, um pedaço de papel, que se desfazia em suas mãos, pela força da chuva, já era ilegível, é certo.
Mas aquele papel, parecia o contrato o qual, vendera a alma para o próprio diabo, parecia aprisioná-lo, entre os purgatórios do próprio inferno.
Consegui executar alguns lanços, para me abrigar da chuva, hoje me pego sempre lembrando.
Consegui ver bem, mesmo na forte chuva, era ele, o velho do casebre, estava chorando.
Chorava, chorava, chorava, a forte chuva, parecia uma única gota, perto do seu pranto.
Era apenas um copo; naquela face, eu vira, transbordava um oceano.
Passou-se alguns anos, mas descobri o que dizia a carta, o porquê, o mais frio dos homens, eu vira chorando.
A carta era da algoz, que o abandonará naquele mesmo dia, naquele mesmo canto.
Naquela mesma esquina, onde o ipê, que florescera junto com o amor dos dois, se desfazia, a cada rajada de vento, a cada relâmpago.
Ele fora um solitário apaixonado por 10 anos, estavam juntos, a outros tantos.
Aquele dia, era dia de algo, era um dia especial, para ambos.
Quando ele guardou, o charco de carta que lera, deixara a enxurrada levar o buquê de rosas e girassóis, o que me causou espanto.
Antes de atravessar a rua, olhara para o céu, pela última vez, pelo o que eu soube; abaixara a cabeça, me olhou rápido, meio de canto.
Tentei alcançá-lo, mas o ódio dá certa pressa a nós homens e repudia qualquer ser que respira, que tenta ir ao seu socorro, amenizar-lhe o pranto.
O meu amigo morrera naquela esquina, fuzilado por palavras em um pedaço de papel, sozinho, encharcado, agonizando.
O homem que me olhara, ao atravessar aquela rua, naquele fim de tarde chuvoso, não era meu amigo, era um estranho.
De terno, engravatado, de luto, os olhos transbordando.
Eu não reconheci, quem naquela chuva, não se abrigaria, não o reconheci; mas reconheci o olhar, acabara de nascer ali, um insano..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador - O Estranho na Chuva

Inserida por wikney

⁠"Amava, quando era a minha boca, a tapar seus gritos.
Adorava os sussurros descuidados, ao pé do ouvido.
Me perco na lembrança, da dança de nossos corpos, onde com um único olhar, nossas almas se completavam e se ouvia até o pulsar dos corações, e os seus suspiros.
Eu e você, nós; meu eterno vício.
Sou viciado no gosto do beijo, no aveludar da pele e dos cabelos, cada fio.
Minhas palavras são súplicas, a quem me dera só suplício.
Não te apago da mente e mesmo que o fizesse; me apegaria a cada resquício.
Você fora o meu presente vindo dos céus, que do meu eu, jamais deveria ter partido.
Doeu-me na alma, torturado, vê-la indo.
Quando em seu abraço, foram as poucas vezes, que pude me aproximar do divino.
O castanho dos olhos, o desenho da boca, o negror dos cabelos, o conjunto da obra, dos desenhos do Pai, você é o mais lindo.
Saudades de quando me iluminava a vida, com seu sorriso.
Hoje, acordei atônito, na madrugada, pareceu-me ter te ouvido.
Não te olvido.
Hoje, pela madrugada, só lhe restou, em silêncio clamar por meu nome, pois infelizmente, não tens minha boca, para tapar seus gritos..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Deus, livrai-me da hipocrisia, livrai-me dos injustos julgamentos.
Eu, que era o amor da vida dela, hoje, tornei-me o livramento.
Pai, ilumine-a, em suas orações, ela pede por algo bom em sua vida, mas eu já fui e só ela não tá vendo.
Perdoe-a Pai, ela merece sim o castigo, mas rogo para que sobre os céus, amenize no coração, daquela que amo, o sofrimento.
Me pego em risas, recordando; tentando fazer-me errado, perdeu-se em seus próprios argumentos.
Sobrou-me o meu sofrimento e o dela, julgamento.
Nem o próprio Deus julgara-me tanto, como ela o fizera, naquela triste momento.
Agradeço ao Logos, estou limpo, aqui dentro.
Pois, somente o Deus sabe, o que eu fiz para ser o amor da vida dela; a parva, fez-me, o livramento..." - EDSON, Wikney

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⁠"Já não existimos, como namorados.
O nosso 12 de Junho, que era inundado de alegria, pelas lágrimas de tristeza, fora levado.
É triste, saber que o doce da minha existência, deixara-me apenas, da solidão, o amargo.
Me deixou apenas as lembranças, do doce do beijo, do aveludar da pele e do negror do cabelo, sobre mim, espalhado.
De peito acelerado.
Coração despedaçado .
Olhos marejados.
Só mais um solitário.
Revoltado.
Com a felicidade alheia, extremamente incomodado.
Torcendo, para que todo casal, dê errado.
Talvez, perder-lhe, tenha sido castigo, dos meus incontáveis pecados.
Exagero divino, punição demasiada, pra quem amou e não foi amado.
12 de Junho, é quando sou mais torturado.
Porque, pro desalento de minh'alma, já não existimos, como namorados..."

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⁠"Sobre a sua beleza; eu nunca tive dúvidas, sempre soube o quão linda você era; mas só percebi a letalidade dela, quando você se foi e tudo ao meu redor, que eu achava belo, perdera a cor..." - EDSON, Wikney - Reflexões

Inserida por wikney

⁠"Lembro-me, como se fosse ontem, o dia em que morri.
Era uma tarde quente de Outubro, sentado em um vasto gramado, olhando ao longe, de repente, eu te vi.
Lembro-me bem, daquele tal Campori.
Se eu soubesse, eu teria me enterrado ali.
Mas ali, ali mesmo, foi onde morri.
Foi o momento exato, onde nossos olhares se entrelaçam, e minh'alma, que eu lutava para pertencer a Cristo, passou a pertencer a ti.
Não sei porquê te olhei, não sei porquê sorri.
Mas foi ali.
Em segundos, vislumbrei cada detalhe do seu corpo, e por milésimos, fantasiei uma vida com ti.
Falei com os amigos que estavam ali.
Riram de mim, eu também riria; fazer o que? A piado do amor é assim.
Minha alma, apaixonada por você, abdicou-se de mim
Hoje, meu corpo, sem alma e sem ela, perambula por aí.
Sem vida, sem um motivo pra sorrir.
Recordando sempre e desejando que a cada batida, do morto coração, me leve para o dia, em que eu morri..." - EDSON, Wikney - Memorias de Um Pescador - O Dia Em Que eu Morri

Inserida por wikney

⁠Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...

Inserida por wikney

⁠Azar no jogo, no jogo do amor.
Eu achava que era má sorte, mas hoje agradeço ao acaso, nosso eterno senhor.
Ainda bem que o carro enguiçou.
O ônibus não passou.
Preso em uma cobertura qualquer, ainda bem que a chuva aumentou.
Obrigado, acaso, ainda bem que meu celular descarregou.
Se tivesse tudo dado certo, tudo teria dado errado; parvo fui, parvo sou.
Eu teria conseguido te dizer algo perturbador.
Teria me declarado, teria dito que o que sinto é paixão, talvez amor.
Ainda bem que na floricultura, já tinha acabado até o último buquê, até a última flor.
Se tudo tivesse dado certo, eu teria descoberto que no seu jogo eu sou só mais um jogador.
Falar-me-ia você que ama, mas não eu, o que me causaria tremenda dor.
Antes de tudo, retirei-me do seu tabuleiro, saí derrotado, perdedor.
A paixão é carta que derrota qualquer conquistador.
Mas sou grato aos céus, por ter bastante sorte no acaso, e azar no jogo, no jogo do amor…

Inserida por wikney

⁠O cheiro da noite só me causa dor.
Me lembra teu perfume, relembro o seu ardor.
Era intensidade de alma, intensidade de corpo, intensidade de amor.
Eu sei o que sou.
Posso ser louco, demônio, sua divindade, herege, pecador.
Olho o céu, quando chuva, sou gris; quando Sol, sem cor.
O peito, que um dia fora só paixão, hoje parece-me, ser só rancor.
Lembro-me que cada toque, cada beijo, trazia à sua face, aquele belo rubor.
Ébrio de paixão, o meu ser era só furor.
És a mais bela das flores, mulher, hoje eu invejo cada beija-flor.
Fui escravo de um coração, o qual acreditei ser o senhor.
Nem do império, que fantasio contigo, posso ser o imperador.
Só me restaram as vazias palavras, acabou-se meu pundonor.
Das minhas falácias, eu mesmo sou o trovador.
Vislumbro o horizonte e vejo o Sol se pôr.
Ali eu sei que vai se iniciar o meu torpor.
Pois quando a noite vem, o cheiro dela só me causa dor…

Inserida por wikney

⁠Infelizmente, ela confundiu calor com torpor.
Achou que era cacimba o que era só ofurô.
Talvez ela seja louca, pois confundira paixão com amor.
Confundiu desejo de carne com desejo de alma; realista com sonhador.
Confundira, também, prazer com dor.
Confundira quem lhe fora fiel com traidor.
Ela pensou que eu seria um todo gris, mas, em sua vida, eu fora a única cor.
Eu sou só lembranças, onde a amnésia se instaurou.
Confundiu comédia com horror.
Até mesmo para as suas feridas confundiu-me com doutor.
Médico da alma, de lágrimas, um curador.
Eu, mudo em meus devaneios, silencioso em minhas mazelas e pensamentos, confundiu-me com orador.
Escravo do que sinto por ela, gritou aos quatro ventos que eu era um tirano, rei daquele sentimento, sanguinário imperador.
Como Pôncio, lavei minhas mãos do sangue do julgo de meu inquisidor.
Não fui eu quem matara nosso amor.
Infelizmente, novamente ela confundira, que tristeza; não ouvira meu clamor.
Ela confundiu meu calor, com dela, o torpor…

Inserida por wikney

⁠Era uma vez um homem que um dia fora luz, mas hoje é um todo de trevas, por amar até a sombra de alguém.
Era uma vez um homem que sempre via aquela doce face no rosto de outrem.
Era uma vez um homem que por ela daria a própria alma, e se tivesse mais de uma, daria mais de cem.
Era uma vez um homem que amava, mas não sabia a quem.
Era uma vez um homem que não sabia como fechar as feridas que têm.
Era uma vez um homem que, por amar demais, já não distinguia o que lhe fazia mal ou bem.
Era uma vez um homem que descobriu que, para se ter felicidade no amor, é só amando ninguém...

Inserida por wikney

⁠"O que não me mata, me faz mais forte.
O seu amor, me destruiu, saí mais fraco, era melhor ter encontrado a morte.
Achei em ti minha joia rara, uma paixão de novela, mas pergunto: pr'onde foi minha a sorte?
Azar no jogo, azar no amor, azar na vida, azar na sorte.
Azar na morte.
Azar meu, ter lhe beijado, ter entregado meu peito, à lâmina de sua faca, ainda hoje, sangra-me o corte.
Quem secará a lágrima que em meu olho escorre?
Amanhã eu paro, mas hoje, eu vou te esquecer, vê pra mim, só mais uma dose.
Me faz fraco, o que me fazia forte.
Que meu pranto, se misture com as águas da chuva e ninguém me note.
Sua ausência não me matou, é verdade, mas estou fraco como nunca, longe de estar forte..."

Inserida por wikney

Por um momento esqueci quem eu era, me deixei levar pelas armadilhas da vida, meus pés tremeram, meus olhos se escureceram e minha boca secou. Secou por sede de justiça, por medo das pessoas, por saber que mesmo fazendo sempre o bem, pessoas estão e estarão sempre dispostas a te derrubar, fazer o que se são humanas e erram!!!
Me igualei a pessoas que não se colocam no lugar das outras, após ser ferida, feri!!!
Se ganhei algo com isso? sinceramente acho que não, mas só Deus é que sabe o fim que terá isso, mas de uma coisa eu tenho certeza, de tanto cair, aprendi a me levantar mais forte e mais rápido!!!
Aprendi que se falam, deixa falarem, se julgam, deixa julgarem, se fingem ser amigas, deixa que finjam, pois o que me salva não é o que os outros pensam ou falam e sim Deus que sabe e conhece todos os envolvidos!!!
Agradeço ao Pai Celestial por esse dom maravilhoso que é ver as coisas antes delas acontecerem, mais ao mesmo tempo não tenho o dom de me afastar de coisas que me farão mal. Eu sempre acredito que as coisas e pessoas podem mudar, pq eu sou a testemunha viva de que as decepções não matam, que todos podem sim fazer uma história diferente e que mesmo que te machuquem o corpo, com o tempo ele sara, as palavras ditas são mais dolorosas, mas são a verdade e sendo verdade, não podem mudar. Queira bem, quem te quer bem, queira bem até quem quer o teu mal, pois nessa vida tudo tem um preço e fatalmente o troco!!! Deus é justo e Ele conhece as intenções de cada um!!!
Às vezes me pergunto pq Deus deixa as pessoas te machucarem, te usarem, te fazer de palhaça e Ele me responde quase que instantâneo: Dou a eles o livre-arbítrio e o que eles fazem é de responsabilidade exclusiva deles e serão cobrados por isso!!!
Ninguém é perfeito, mas o arrependimento já é um bom começo pra começar a mudar de atitude!!!

Inserida por claudiahomem

⁠Meu amor por você vai além dos limites da razão...
Eu nunca tive escolha, ou era amar você te tendo ao meu lado ou não.
Talvez seu amor não teve a imensidão do meu, porque nunca mais amei ninguém depois de você querido amor meu.
Meu amor sobrevive das nossas boas lembranças, porque, você nunca permitiu que eu tivesse esperança.
Eu te amei desde a primeira vez em que te vi, e ainda hoje te amo assim....

Inserida por fluxia_ignis

⁠‿✿ Era uma vez, em algum lugar do passado, uma mulher chamada Leonete, que vivia constantemente assustada. Ela tinha medo de errar por se importar com o que os outros iriam pensar. Por isso, não conseguia se expressar e era um ser estranho que sentia de um jeito, mas agia de outro.

Em seus pensamentos, ela era feliz e livre como uma criança, mas vivia sem esperança. Era calada e sem alegria, e em tudo o que fazia, havia honestidade e lealdade, mas ela não entendia o porquê de tantos conflitos, por que ela era um ser tão esquisito. Por mais que se esforçasse, a angústia e a insatisfação, misturadas com medo e solidão, eram sentimentos que ela não conseguia explicar.

Como muitas mulheres, ela teve vários relacionamentos e até casamentos, porém, não conseguia manter ninguém ao seu lado, pois ainda não sabia verdadeiramente amar. Ela não se sentia uma mulher de verdade, com habilidades e encantos. Tudo o que ela pensava em fazer em seus sonhos, ficava apenas no pensamento, pois acreditava que a sexualidade era pecado e que para Deus isso não era aprovado, e ela jamais desobedecia.

Em seus sonhos, ela amava com ternura, ousava fazer loucuras, dançava com leveza e, em sua natureza, a vida tinha beleza. No entanto, na vida real, ela chorava pelos cantos pela insatisfação de não poder viver a alegria que havia em seu ser de fantasias.

Um dia, ela conheceu um rapaz diferente de todos que haviam passado por sua vida, parecia coisa de novela. Ele a tratava com carinho e, aos poucos, foi abrindo seu coração para sentir a emoção do verdadeiro amor. Ela aprendeu muitas coisas que a vida ainda não havia lhe apresentado, novidades de um mundo sobrenatural que trouxeram esperança para o seu caminhar. Naquele tempo, para ambos, não havia entendimento, mas ao longo de cinco anos, ele a preparou com muito amor para o seu despertar.

Apesar de já pensar um pouco diferente por conta do convívio com seu Romeu, tudo o que ela temia aconteceu. Ela nem imaginava que agora estaria sozinha na sua jornada para não haver distração. Dali para frente, ela caminhou só, mas colocando em prática os ensinamentos que ele lhe deu. Determinada a descobrir as coisas de Deus, enfrentou com coragem e determinação.

Um dia, em estado de meditação, abriu-se à sua frente um portal trazendo um anjo para sua vida real. Era a sua fada madrinha que, girando a mágica varinha, mostrou a ela a mulher que vivia em seus sonhos. Leonete fixou-se no cristal e enxergou a cidade astral. Ela foi apresentada a outras fadas que lhe revelaram os segredos de sua ancestralidade e como trazer a mulher bem resolvida para a sua vida.

Ela voltou ao passado na companhia de almas em parceria para recordar o que havia de errado e, assim, poder consertar. Prestou atenção nas cenas importantes que ela não atuou com dedicação. Revisou tudo, aproveitando a oportunidade que a vida lhe concedeu, e desta vez aprendeu a lição. Com alegria, lançou energia de alta vibração a todos os irmãos de atuação. Com gratidão, despediu-se do passado e deixou tudo organizado.

Ela entendeu que, por mais que planejemos o nosso destino, ele vai tomar outro rumo, porque deixamos escrito lá no infinito antes de aqui descer. Que os conflitos fazem parte do roteiro da peça teatral da nossa existência real. O aprendizado é geral para todos os envolvidos. Que o filme da nossa vida não acaba, mas a maioria dos personagens termina o seu papel. E que podemos fazer uma nova peça teatral e até ser o personagem principal com um final feliz. Um faz de conta onde tudo pode acontecer. Um conto de fadas onde a princesa vai ser resgatada, ou podemos inverter a história e agora uma mulher bem resolvida que sabe dialogar vai recomeçar a história de uma peça inacabada, onde ela e seu companheiro de palco de muitas outras cenas na esfera terrena possam se reinventar.

O verdadeiro viver só acontece com autenticidade, uma das maiores virtudes da alma. Quando ouço alguém me chamar pelo nome de nascimento, imediatamente lembro dos piores momentos da minha antiga versão, e a lembrança traz recordação daquele passado onde eu vivia em conflitos na vida de um ser esquisito.

Fico muito feliz em olhar para frente, no presente, porque é aqui que eu vivo agora, e o passado não tem mais poder sobre mim! O despertar no mundo novo do meu renascer como Fluxia Ignis tem um jeito diferente de viver; a sabedoria nasce em mim a cada novo dia com tudo o que eu preciso saber.

Minha versão atual me permite viver com a parceria dos irmãos do astral que auxiliam a minha direção neste mundo de ilusão onde todos vivem perdidos na confusão.

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⁠Uma Mãe de Fé e Coragem

Quando eu era criança, o medo era um visitante constante em minha vida. Medo de meu pai beber e machucar minha mãe, a mulher corajosa que sempre me defendia quando ele queria me bater. Em meio a essas tempestades, minha mãe era meu porto seguro, a rocha firme que me protegia.

Ela me ensinou a acreditar que existia um Deus que cuidava de nós, mesmo quando tudo parecia desmoronar. Desde cedo, ela me guiou nas pequenas e grandes orações, mostrando-me a importância de manter a fé, mesmo nos momentos mais sombrios.

Minha mãe foi um exemplo brilhante de fé e confiança em Deus. Com sua força silenciosa e devoção inabalável, ela me mostrou o caminho espiritual que hoje sigo com gratidão. Foi através dela que encontrei a luz na escuridão, a esperança no desespero.

Seus ensinamentos e orações se tornaram um alicerce em minha vida. Ela me ensinou a enfrentar meus medos com coragem, a acreditar na bondade divina e a buscar sempre o caminho do bem. A cada passo que dou em minha jornada espiritual, levo comigo o exemplo de fé e amor que ela tão generosamente me ofereceu.

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⁠Fluxia e o Reino Encantado

Era uma vez, numa pequena comunidade chamada Porto Seguro, vivia uma bruxinha chamada Fluxia. Ela era conhecida por sua empatia e doçura, sempre ajudando os moradores com gentileza e amor. Fluxia adorava passar seus dias no jardim, onde cultivava flores de todas as espécies e conversava com as criaturinhas mágicas que viviam ali.

Num certo dia, enquanto cuidava de suas plantas, Fluxia notou algo diferente. Entre as flores, havia um brilho peculiar, como um raio de sol preso no meio das folhas. Curiosa, ela se aproximou e descobriu um portal mágico, escondido no meio de seu jardim. Sem hesitar, a a bruxinha atravessou o portal e se viu em um reino totalmente novo e encantado.

Este reino era cheio de felicidade e cores vibrantes. Fluxia estava cercada por criaturas mágicas que jamais havia visto antes: pequenos elfos, unicórnios reluzentes, e até pequenos dragões amistosos que soltavam faíscas brilhantes ao respirar. As árvores eram altas e suas folhas formavam melodias ao vento, enquanto rios de água cristalina dançavam pela paisagem.

Enquanto explorava, Fluxia encontrou um grupo de crianças, todas com sorrisos largos e olhos brilhantes de empolgação. Elas a receberam com alegria e a levaram até o coração do reino, onde uma grande fogueira estava acesa. Ao redor da fogueira, as Salamandras dançavam, iluminando a noite com suas chamas encantadoras.

Fluxia foi convidada a se juntar à dança e, com a leveza de uma criança, se entregou à magia do momento. Ela sentiu a energia dos quatro elementos - terra, água, fogo e ar - unindo-se para equilibrar seu ser, trazendo uma sensação de harmonia e paz.

Durante sua estada no reino encantado, Fluxia aprendeu valiosas lições sobre a importância da empatia, da felicidade e da união. Ela descobriu que, mesmo sendo uma pequena bruxinha, seu coração carregava a grandeza de um universo inteiro.

Ao voltar para casa, através do portal, ela trouxe consigo a magia e o amor que encontrou no reino, espalhando-os por sua vila. E, com ela, trouxe um segredo especial, um segredo mágico que ela prometeu revelar para as crianças e adolescentes em um momento especial, quando todos estivessem prontos para compreender a verdadeira essência da magia e da empatia.

E assim, com a magia da empatia, Fluxia continuou a viver suas aventuras entre os dois mundos que tanto amava, inspirando todos ao seu redor com sua bondade e alegria, enquanto guardava o segredo encantado para o momento perfeito.

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