Era

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⁠A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere

Inserida por julianokimura

⁠Pequenas contrariedades geram reações desproporcionais. Estamos na era do descontrole emocional.

Augusto Cury
O homem mais inteligente da história. Rio de Janeiro: Sextante, 2016.
Inserida por Cleisonsc17

⁠"O medo dos términos era tão grande que passou a evitar os recomeços... ou...
O medo dos recomeços era tão grande que ela suportou tudo, para evitar os términos morreu sufocada com tudo que calou, frustrada com todas as histórias que não experimentou e infeliz por não se permitir ser aquilo que nasceu para ser."

Inserida por MiriamMorata

⁠eu estava usando um anel de ouro e prata que minha mãe me deu quando eu era criança
no mesmo dia que meu namorado partiu meus lábios
no mesmo dia em que eu iria pro seu chá de bebê
então, uma vida começa, uma se desfaz
eu chorei na frente do guarda roupa segurando minhas roupas com etiquetas
o meu pai não sabe, mas tem sido sempre assim comigo
sem tempo para mudanças, sem tempo para diversão
um amor começa, um se desfaz
agora estou me afundando na frente do meu guardo roupa com minha camisa de linho branca
porque você partiu muito mais do que meus lábios
segurando meu rosto com as mãos
pele quente, sangue vivo
tem sido sempre assim, estou me segurando com minhas roupas

Inserida por ryanbentes

⁠A Bonequinha de Porcelana
Houve um período em que ela era perfeita, intocável, sem riscos em sua porcelana rara.

Subitamente, a Bonequinha de Porcelana já não era mais tão bela e rara, resumia-se a apenas mais uma boneca danificada.

Diante de brincadeiras bruscas, gritos, mágoas, mentiras e falta de cautela, a Bonequinha foi se arruinando.

Aquela que antes era uma Bonequinha de Porcelana, rara e intocável, agora não passava de uma boneca danificada e abandonada.

A Bonequinha de Porcelana que antes era desejada e admirada foi descartada.

Em um canto qualquer, ela ainda espera ser admirada e amada novamente.

Inserida por ThaisLLoureiro

⁠Inverdade


“Não seja tola”
Essa era a frase mais sensata que eu poderia desacreditar
“Você sabe como termina”
“Não precisa se arriscar”
No fundo, eu sabia
Era como quando você está tentando acordar da sua própria realidade…
Você grita e ignora
Se recusa a ouvir a própria voz, mas continua a se deliciar com as migalhas que sussurra aos ouvidos
Tão pouco que nem se quantifica
Afundando na areia movediça das suas escolhas
É algo que eu não posso aceitar
Então, me grite, me rasgue e me morda
Só não me deixe continuar acreditando…

Inserida por Darklee

⁠Era época de verão, onde o outono partilhava as rosas de março,
O outono e o inverno?
São comumente associados a uma época de melancolia
Era época de verão, com o fim do verão,
Hoje é o dia de dar oi ao outono,
Essa é uma ótima estação para a primavera,
Aproveitar o dia sem sentir o corpo cansado. Apreciando as rosas
Colhidas por outono no verão de março."

Inserida por Lefralpgeminiano1

Em mim, habitam versões; sempre soube que não era a única habitante.

A mente, que comanda o cabo de guerra entre viver e morrer, precisa de versões do meu ser.

Distintas, algumas suplicam para viver e renascer, enquanto outras se dopam com a intenção de partir e perecer.

Não sou a única pessoa nessa mente caótica, mas sei que sou única em cada uma das versões que se manifestam em mim.

Inserida por ThaisLLoureiro

⁠Ndo'ai era querida, prestigiada e segura para se chamar de lar. Era como uma águia que faz seu ninho de difícil acesso aos predadores para defender seus filhotes.

Inserida por Xeds

⁠Amar não é amor
Quando eu era menina, nunca me esquecerei, nunca me esquecerei do assombroso Dia das Almas. Os pensamentos invasivos, as noites silenciosas, vidas e passados revisitados.
Sinto falta de Pedro.../Sinto falta de Átila, de Breno, Rui, Célio, Guto.../?... Todos no mesmo dia... Uma queda só, um abismo só...
Deus sabe o que faz. Venha e observe: não há sequer uma estrela visível, mas elas estão lá. Algumas aparecem pouco, raramente, estão distantes, porém, são os pontos luminosos pelos quais meus olhos procuram, e, quando os encontram, a luminosidade que emitem os confundem. Uma desgraça perturbadora. É quando surge aquele desconforto aterrorizante, dezenas, centenas de outros pontos flutuam furtivos, persistentes, visíveis mesmo a pálpebras cerradas.
Parecem ameaçadores, deveria evitá-los.
A fuga nunca foi uma opção, mas sou induzida pelo desconforto a recuar para algum lugar escuro, desorientada, tateando objetos; eu sei o que vem depois e nunca os procurei por inocência, ou instinto científico.
Por que o faz?
Há uma acne em sua testa.
['*'].
Pontos brilhantes desaparecem; fazem isso com pouca sutilidade e aparente desdém.
.
.
.
.
...
É quando me sinto desgraçada, obscurecida por uma sombra densa, pesada. Também é quando meus pensamentos oscilam, se confundem entre calafrios. Sinta! Meus batimentos cardíacos diminuem, aumentam - ofegantes e agonizantes. Quando eu não mais respirar... Quando será?
Estou frágil, preciso repousar, ela está chegando, ela e as náuseas.
Por que as procura?
A quem?
As estrelas arrogantes. Atente às modestas.
Estou condicionada à dor das belezas mortais.
Não morrerá por isso. Morrerá?
Morreremos: eu e você.
<>
E Tábata? Tábata sobreviverá ao milho, às minhocas, às pedras? Gostaria de perpetuar a vida de minha querida Tábata. Ela me presenteia com ovos saudáveis. Tudo parece rotineiro em sua vida. É uma criatura dócil, oportuna, sempre discreta e humilde.
Tábata morrerá.
Quando?
Quando sua fome superar seu amor.
Eu nunca a comerei.
Há muitas fomes neste mundo. Seria demasiado inoportuno falar sobre esse mal natural enquanto nosso tempo nos reduz à distância.
Gosto do cheiro de sua voz, da aflição pulsante em meus tímpanos, de sua respiração egoista.
Nossos sentidos flutuam, divergem...
Isso, talvez, preserve a acidez de uma saudade inevitável.
=÷=
=
Você viu a beleza da queda?
Sim, estou emocionada. Como descrever a morte cadente?
.?.
Preciso ver Paula, mandar um beijo para Lúcia. Elas estão atrás da lua.
Da lua? Não a vejo desde ontem.
Os dias têm sido nublados. Você sabe: nem sempre sol, nem sempre chuva, frio, calor...
Mas sempre, e sempre, haverá alguma sombra onde pisar.
Sim. E borboletas a voar
Será o casulo uma alternativa inviável?
\\
Uma visão sinistra de eternidade.

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

⁠Por diversos momentos me vi no papel de fraca, porque era difícil entender e ter respostas, “O que eu estou fazendo aqui?”. Hoje tudo faz e sempre fez sentido, ninguém foge do seu destino. E o meu destino está justamente nesta ação universal. Que não é só material e física, ela representa muitas vidas que estão em conexão com esta descoberta...

Inserida por elianaoliveira

Um menino chamado João. Ele era curioso e adorava explorar a natureza ao redor de sua casa. Certo dia, enquanto caminhava pelo bosque, encontrou uma carteira perdida no chão. Ao abrir, viu que estava cheia de dinheiro e documentos de alguém chamado Sr. Miguel.

João sabia que com aquele dinheiro poderia comprar muitos brinquedos, mas, ao mesmo tempo, lembrou-se de uma lição que sua avó sempre lhe ensinava: Faça o que é certo, mesmo que ninguém esteja olhando.Então, ele decidiu procurar o Sr. Miguel para devolver a carteira.
Depois de muito perguntar aos vizinhos, encontrou o Sr. Miguel, um senhor de idade que morava sozinho e estava muito preocupado com a perda da carteira. Quando João entregou a carteira, o senhor Miguel ficou emocionado e agradecido. Ele disse: Você é um menino muito honesto, João. Agradeço muito, porque esse dinheiro é para comprar os remédios de que preciso.

João sentiu uma alegria profunda em seu coração. Ele aprendeu que fazer o bem e agir com honestidade é uma escolha que traz felicidade, não só para quem recebe a boa ação, mas também para quem a pratica.E assim, João voltou para casa feliz, sabendo que, naquele dia, ele fez a diferença na vida de alguém, mostrando que a ética é sobre fazer o certo, mesmo quando é mais difícil.

06/09/2024

Inserida por Pensador78h

⁠Naquele momento, eu sentia o vento nos meus cabelos, via um belíssimo pôr do sol, e o quanto era abençoada, mas não me sentia desperta o suficiente.
Nós passamos tanto tempo embriagados de estímulos externos, que quando só há a paz a se apreciar, achamos que não tem graça.
Em que momento nos perdemos?

Inserida por DeboraLRMarques

⁠Já não sou quem eu era,nem sei se voltarei a ser quem fui,mas uma coisa é certa: permaneço fiel aos meus princípios,caráter e valores, isto mostra os valores de minhas origens."

Inserida por GeovaneSantos

⁠Causaram confusão na floresta e conseguiram capturar o leão, que era o único a rugir, enquanto os verdadeiros culpados apenas permaneciam escondidos, observando.

Inserida por EisabethFey

⁠O idoso não parecia tão inofensivo e domesticado quanto pintavam, mas era bravo, com uma pitada de perigo e demonstrava a sua indignação…

— Um café de verdade é intenso e servido bem quente; ninguém se interessa por algo comum, artificial ou frio.

Quantas estrelas tem no céu?

Naquela segunda-feira, alguém recebeu uma estrelinha da Michelin☆

Inserida por EisabethFey

Soube que era saudade

⁠Soube que era saudade
quando houve perdão sem ter ocorrido pecado.
Quando notei que a lua desrespeitou o dia.
Quando as asas antecederam o pássaro.
Quando o beijo chegou antes dos lábios.
Quando preparei duas porções para jantar só.
Soube que era saudade
quando o tempo se desfez em instantes,
e as palavras, antes certas, calaram-se.
Quando a distância virou ponte invisível
e o silêncio, companheiro do meu sentir.
Quando esperei por cartas que jamais foram escritas,
e o vento, em sua dança, trouxe teu perfume ausente.
Quando me vi falando contigo em pensamentos,
enquanto o mundo ao redor continuava em sua pressa.
Quando houve dicotomia, e minha alma se viu sem corpo.
Quando meu corpo sentiu o que meus olhos não enxergaram.
Quando fechei os olhos para enganar a mente.
Quando vi tua foto, e a memória quis se encarnar.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Quando entendi
que o que me machucava e me adoecia muito era esperar da pessoa o que ela não tem para dar,muito coisa mudou em mim.
Ter paz vem muito de você parar de querer mudar o outro. Só mudamos a nós mesmos e olhe lá."

Inserida por GeovaneSantos

⁠Mar da tristeza

Porque eu
Eu sei que era demasiado bom
Bom para ser verdade
As piadas, as brincadeiras
As caras que fazia
Demonstravam um amor inexplicável e eu
Estupidamente apaixonada
Não vi que aquilo não era
E não será real
Real uma palavra pequena e inexistente

Os olhares
Aqueles olhares que me derretiam
Ficaram vazios
Vazios como o céu
Famintos pela beleza exterior
Pela beleza que menos importa
Por um corpo que amor não tem
Que só vê dinheiro e fama
A minha felicidade desapareceu
Como um mar a bater na areia
A minha felicidade
Está no topo do monte evareste
Sem ti
Não há motivo para a ir procurar
Porque um dia
Um dia qualquer
Ele vai perceber que se perdeu
Que procurou no lugar errado
Mas foi em vão
Já é tarde de mais
Já será nada

Inserida por Itsapoet

⁠Era uma vez o medo ele era apaixonado pela coragem, mas havia um grande inimigo chamado você que os impediam de ficar juntos um dia você mesmo com medo teve coragem e foi uma lua de mel linda e você descobriu que se o medo se juntar com a coragem nasce o Sucesso!
E você nunca mais deixou que o medo ficasse sozinho sem a coragem

Inserida por JanainaPando