Era

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⁠Já colhi soja,
quando menino
antes da mecanização
era meio tosco;
ai de quem largasse
um dos pés descalços
sobre o toco
recém-cortado
doía
e não era
pouco.
Soja vira óleo
e você usa
vira ração
e seus bois
engordam
vira margarina
eu nem gosto
vira dinheiro,
mas é para poucos.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Não existem erros, apenas escolhas. E você escolheu o que era certo para você. E isso importa. Muito.

From (série)
1ª temporada, episódio 4.
Inserida por pensador

⁠Mudar não é traição com quem você era. É fidelidade com quem você pode se tornar.

Inserida por matheusdesouza

⁠RODEAR
Era uma vez um mundo onde muitas relações eram vazias. Lá, o amor era promessa, que escapava entre os dias.
Ele falava com gestos discretos e sorriso envergonhado. Por trás daqueles olhos verdes, um novo universo me era revelado.
Há quem diga que se apaixonar à primeira vista é mito Mas naquela situação, meu coração já estava encantado e perdido.
Declarava ideias como se desenhasse o que eu imaginava viver. Cada riso expontâneo era o que eu buscava, mesmo sem saber.
Quem diria que, no vazio daquele dia eu me embebedaria de bons pensamentos. Alguém leve, tímido e lindo despertou meus sentimentos.

Inserida por siqueirahoje

⁠Semana 1: O Aviso da Festa
Dia 1
Era uma tarde comum na escola quando os avisos da festa de fim de ano foram espalhados pelos corredores. Todos comentavam sobre o evento. Para Olivia, no entanto, isso só significava mais um dia de tentativas de passar despercebida, especialmente com Clara sempre atenta para provocá-la.

Raika, por outro lado, estava distante da agitação. Ela não ligava para festas escolares, muito menos para o entusiasmo da sua irmã Clara. Quando chegou em casa, a primeira coisa que ouviu foi a risada estridente de Clara ao telefone, falando sobre seus planos para a festa.

— Vai ser épico! E, claro, a Olivia vai estar lá, então já sabe, né? — Clara disse, maliciosa.

Raika não gostava da maneira como Clara falava de Olivia, mas até então, sempre evitava se envolver. No entanto, algo naquela conversa a fez parar e pensar.

Dia 2
Na escola, os preparativos para a festa tomavam conta. Clara e suas amigas passavam os intervalos planejando tudo: o que vestir, a música e, claro, como tornar a noite desconfortável para Olivia. Enquanto isso, Olivia tentava apenas sobreviver mais um dia sem chamar atenção, mas já sentia a tensão aumentar.

Raika notou o clima. Observava Clara e suas amigas rindo entre si e, ao longe, via Olivia sozinha, como sempre. “Isso precisa mudar”, pensou Raika.

Dia 3
Raika decidiu que, se Clara pretendia transformar a festa em um inferno para Olivia, ela faria exatamente o oposto. Mas não seria do jeito convencional. Ela não era de intervir diretamente, mas tinha um plano.

Durante a aula, Raika se aproximou de Alice e Sam. Ela sabia que seus amigos estariam dispostos a ajudar, mesmo que sem entender exatamente o que ela tinha em mente.

— Temos que dar um toque especial à festa — disse Raika, sorrindo de lado. — Vai ser inesquecível, acredite.

Alice, curiosa, quis saber mais detalhes, mas Raika apenas piscou. Ela preferia manter o mistério, pelo menos por enquanto.

Semana 2: Os Preparativos
Dia 5
Com a festa se aproximando, Olivia começou a se sentir mais ansiosa. Sabia que Clara e suas amigas não iam deixar a noite passar sem fazer algum tipo de brincadeira cruel. Mas, desta vez, algo diferente estava acontecendo. Raika, a irmã caótica de Clara, parecia estar mais envolvida do que nunca, e Olivia não conseguia entender por quê.

Naquele mesmo dia, Raika finalmente decidiu confrontar Clara.

— Qual é a sua, Clara? — perguntou Raika, de forma casual, enquanto estavam em casa. — Por que você sempre pega no pé da Olivia?

Clara deu de ombros. — Ela é esquisita. Você não entende.

Raika estreitou os olhos, mas não insistiu. Ela sabia que Clara não mudaria tão facilmente, então ela teria que encontrar outra forma de resolver isso.

Dia 6
Raika se reuniu com Sam e Alice no intervalo para discutir o plano.

— O DJ da festa é amigo meu — disse Raika. — Eu vou trocar a playlist dele por algo que faça todo mundo dançar de verdade. E tenho mais algumas surpresas.

Alice, sempre preocupada com as regras, perguntou:
— E os professores? O que eles vão fazer?

Raika apenas sorriu. — Eles não vão conseguir controlar tudo.

Enquanto isso, Clara continuava seus preparativos, completamente alheia ao fato de que sua irmã estava prestes a estragar seus planos.

Semana 3: A Tensão Cresce
Dia 10
Olivia, cada vez mais ansiosa, começou a pensar em não ir à festa. Mas algo dentro dela a fez decidir que, pela primeira vez, tentaria se divertir. Talvez fosse porque notou que Raika, mesmo sem ser amigável, não parecia ter o mesmo desprezo por ela que Clara. Talvez, pela primeira vez, Olivia sentisse que tinha uma chance de passar uma noite sem ser alvo de piadas.

Dia 12
Enquanto os últimos preparativos da festa eram organizados, Raika observava Clara se gabando de como seria a "rainha" da noite. Raika, porém, mal podia esperar para ver a expressão de Clara quando seus planos fossem interrompidos.

Raika também começou a falar mais com Olivia nos corredores, algo que Clara notou, mas não se incomodou. Para ela, Raika era apenas "esquisita" demais para ser uma ameaça.

Dia 13
Raika, como sempre, chegou em casa tarde, mas encontrou Clara em um estado incomum: ela estava chateada. Ao que parecia, as amigas de Clara estavam começando a se afastar, por medo de que o comportamento dela fosse longe demais durante a festa.

— Você tá agindo como uma babaca — Raika disse sem rodeios.

Clara gritou de volta, irritada. — Você não entende nada, Raika!

Mas, por dentro, Raika sabia que a confiança de Clara estava começando a vacilar.

Semana 4: A Noite da Festa
Dia 15: O Grande Dia
A festa finalmente chegou. O ginásio estava brilhante, cheio de luzes e decorações, mas Olivia ainda estava nervosa. Ao entrar, viu Clara no centro de um grupo, rindo e já planejando algo para humilhá-la. No entanto, algo diferente estava no ar.

Raika chegou de moto, atrasada como sempre. Ela entrou no ginásio com um sorriso de quem sabia que estava prestes a causar uma grande confusão.

— Tá preparada? — Raika disse a Olivia, se aproximando dela no fundo do salão.

Olivia, confusa, apenas assentiu. Não sabia o que esperar, mas algo lhe dizia que Raika tinha um plano.

O Caos Começa

De repente, a música mudou. As luzes piscavam ao som de uma batida frenética, e todos começaram a dançar descontroladamente. Raika correu para o DJ e trocou a playlist por uma versão sua, cheia de batidas eletrônicas e músicas que animaram a todos.

Clara, no meio da pista, olhou furiosa para Raika, que apenas deu de ombros e continuou a festa. A ideia de humilhar Olivia começou a perder força enquanto os alunos se divertiam com o caos que Raika criou.

Raika se aproximou de Clara, que estava prestes a explodir.

— Relaxa, irmãzinha. Hoje não é dia pra drama.

Clara saiu, frustrada, enquanto Olivia, pela primeira vez, se sentia à vontade em um ambiente social. Raika puxou Olivia para o centro da pista, e juntas elas participaram da batalha de dança improvisada, deixando Clara para trás, indignada.

Dia 16: O Dia Seguinte
A festa terminou de forma caótica e memorável. No dia seguinte, todos comentavam como Raika tinha transformado o evento em algo completamente inesperado. Clara, porém, estava amargurada com o que havia acontecido.

Olivia, por outro lado, foi para a escola com um sentimento novo: pela primeira vez, ela não se sentia tão sozinha. Raika, apesar de toda sua loucura, parecia entender Olivia de um jeito que Clara nunca entenderia.

Inserida por yuta

⁠Era um sonho, tão lindo, tão doce,
Onde o amor florescia sem fim,
Caminhávamos juntos, de mãos dadas,
Sob o céu, sob estrelas sem fim.

Nos teus olhos, eu via o futuro,
Um mundo de luz, sem dor, sem pesar,
Mas era um sonho, ilusão passageira,
Que ao acordar, só me fez lamentar.

O vento soprava promessas vazias,
O tempo brincava de nos enganar,
Pois o amor que senti nos teus braços
Nunca existiu, não podia durar.

Era belo enquanto dormia,
No silêncio onde a alma se perde,
Mas a vida, cruel, me acordou,
E no vazio do dia, ela arde.

Agora caminho sozinho,
Na estrada que a realidade construiu,
O amor era sonho, um suspiro distante,
Que nunca viveu, nunca existiu.

Inserida por TpyTplay

⁠Solidão

A solidão me abraçou
Mas não era para ela estar aqui
Ela me causa dor
E me faz desistir

Infelizmente eu aprendi
Que eu devo tomar cuidado
Pois as pessoas vão me omitir
E fingir estarem ao meu lado

O que mais me preocupa
É isso me mudar novamente
Pode não ser minha culpa
Mas é o que perturba minha mente

Quando estou sozinho
Me pergunto se faço falta
Quando chamam para tal grupinho
Minha felicidade ressalta

Inserida por AntonioMarco

⁠Vivi o mundo como uma injustiça porque eu não tinha escolhido ser o que era.

Édouard Louis
Mudar: método. São Paulo: Todavia, 2024.
Inserida por pensador

⁠Eu era prisioneiro de mim mesmo. À noite, sonhava em mudar, em me tornar outra pessoa, e talvez tenha sido nesses primeiros anos de vida que a ideia da mudança se tornou tão importante para mim.

Édouard Louis
Mudar: método. São Paulo: Todavia, 2024.
Inserida por pensador

⁠Desde que nasci tinha tentado fingir que era alguém que eu não era, e por causa disso, graças a tudo isso, o teatro foi uma obviedade, não exatamente uma vocação artística, mas simplesmente a continuidade da minha vida.

Édouard Louis
Mudar: método. São Paulo: Todavia, 2024.
Inserida por pensador

⁠Não quero provar, só achei que era óbvio

Inserida por Omnie

⁠O que era necessário para construir a sociedade ideal, pensavam eles, eram bons princípios e cidadãos virtuosos. Com homens honrados, qualquer utopia podia ser realizada.

Ludwig von Mises
Ação humana. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010.
Inserida por GeladoAncap

⁠A necessidade que as mulheres têm por um espelho leva-me acreditar que Narciso, na verdade, era Narcisa.

Inserida por JEZIELXAVIER

⁠Houve um tempo
onde os risos leves
eram fáceis de conquistar

e na infância doce, amar
era um verbo fácil de conjugar.

Ana Paula ⁠🩷

Inserida por n4paula

⁠O amor só foi possível de acontecer porque ele me via não como quem eu era, mas como a pessoa que eu me tornaria.

Philippe Besson
Mentiras que contamos. São Paulo: Astral Cultural, 2024.
Inserida por pensador

"⁠Quando você estiver prestes a morrer, lembre-se de quem você foi. Se você não era ninguém, então lembre-se de quem você NÃO foi."

Inserida por amatsumikaboshi0018

⁠Você em mim

Tudo que eu queria era acabar com essa briga,
silenciar essa mágoa, abrir mão da intriga.
Desculpar e te abraçar sem demora,
te beijar, como se tudo fosse só agora.

Tudo que eu queria era um momento só nosso,
perder-me em você, sem pensar no que é certo ou no que posso.
Sentir teu cheiro bom, tão perto de mim,
tão quente, tão firme, me envolvendo enfim.

Tudo que eu queria era te ver entregue,
de olhos fechados, enquanto o desejo segue.
Te ver babando de prazer ao me sentir,
te tocar, te fazer sorrir.

Tudo que eu queria era te ter aqui,
sem passado ou futuro, só o agora pra existir.
Eu queria te sentir, sem medo, sem fim.
Tudo que eu queria... era você em mim.

Inserida por samia_lourena

⁠Na era da 'terapia fast-food', de soluções superficiais, não é irônico que muitos "terapeutas" nem saibam o que é individuação, o verdadeiro coração do autoconhecimento? Parece que, na pressa de consertar, esquecem de individuar.

Inserida por evermondo

⁠Cais
Era uma tristeza genuína
de quem é triste.
A solidão
sua fuga
um cais vazio
sombra cobria-lhe
o corpo e o casario
nas trevas
fechado em mágoas
dizem que delirava
era triste
imotivado
não queria ser alegre.

Inserida por MoacirLuisAraldi

"Era verdade aquilo que disseram: o amor é cego, não se vê as consequências e nem se pensa nos próprios atos. É como se o resto do mundo desaparecesse e só sobrasse nós dois. Mas agora aqui estou eu, completamente cega e sem ninguém para me guiar."

Inserida por emymoura