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Epoca de Cora Carolina

Cerca de 112194 frases e pensamentos: Epoca de Cora Carolina

Cala boca coração!!

- Ah, se eu dissesse e ele escutasse!
-Cala boca coração, ele não pode ouvir!
Não o deixe perceber, que entre tu e ele,
Está a minha razão de viver...
Não deixes que ele perceba...
Tamanho é o carinho que sinto
Tampouco demonstre a saudade
Que fazem lágrimas rolar em dias nublados
Os quais escondem o azul do céu
Que por vezes me hipnotiza
Recordando aquele olhar...
Aquele sorriso e tamanha alegria...
Aquele homem, por vezes menino.
Aquele alguém que parece estar perto
Mas que se faz tão distante...
-Ah, se eu gritasse e ele escutasse...
... Talvez fosse diferente...
...o sonho, realidade!
-Não! Aquieta coração!
Se ele te recusa,
Cais das asas da ilusão!
-Ah, mas e se ele me aceita?
Teus lábios voltarão a sorrir
Teus olhos a brilhar
Teus dias não mais terão tons de cinza...
Vamos não custa tentar!
Talvez seja ele o alguém por quem sempre procurei
E não apenas mais uma ilusão
Vinda da traição do que apenas teus olhos buscavam!
-Talvez esteja certo, coração!
Mas e se ele me despreza?
-Ah, se te desprezar...
Não sofras com isso...
...apenas tenha orgulho de ti...
Pois apesar de tudo,
Pela primeira vez, neste dia seguistes teus sentimentos
E não tua insensata razão!

Hoje não quero me retocar.

Hoje não quero me retocar, vou nesses traços secos borrados, marcas, odor na minha pele e o frio pelando meu corpo. Deixo que as águas invadam meu rosto, cortantes e que tire de mim meu ar de desgosto. Meu rosto se desfez em contraluz, virou pó. Não sei se é pra ficar exultante, mas enfim cansei dos meus desencontros, do meu descaminho, caí do berço e entreguei os pontos. Arranquei um nó engasgado no pescoço. Irresponsavelmente escrevi e nada entendi. Desatinei.

Carne.

Corpo, calor, suspiros. Lábios, falas, fomes. Desejo, desejo, desejo. Pele, suor, carne. Dentes, unhas, bocas. Desejo, desejo, desejo. Mãos, braços, pernas. Infinitos, pés, encontros. Desejo, desejo, desejo. Segredo, perfume, chão. Ato, olhares, tato, vontade. Desejo, desejo e desejo. Era só o que ela sabia proferir...

Alguns cigarros a menos, algumas fome a mais.

Abandonei meus maiores vícios, quanta saudade. Acho que esse conto termina por aqui. Estou a escrever poemas livres e brancos, sem rima, sem métrica, vendo fotos antigas da época que ainda nos completávamos e que juntos estávamos nas imaginações mais delirantes. Indubitavelmente, irreversivelmente, inconfundivelmente ele. Eu ainda o amo, é como ter que explicar o inexplicável. Eu o amo e ponto. É fato, é carne, é gesto, é fome. Para esquecê-lo precisava de um gesto mais ríspido para que eu pudesse detestá-lo ou temê-lo, mas não queria. Após abandonar o cigarro, abrir mão de Pedro, desistir de mim, Hellen, morri.
Pego o telefone e ele nem sequer me liga para me avisar de uma improvável volta, então eu ligo. Ele desliga. Eu ligo, ele desliga. Eu ligo, ele desliga. Eu ligo...
- Alô?!
- Oi... -... Um suspiro...
- Ainda te amo.
- Também. - Lágrima de alegria corre involuntariamente sobre meu rosto. Viver tudo de novo?... Acendi outro cigarro.

Tonificar.

Amo-te no vazio,
No sigilo do sem fim.
Invisível, árduo, absorvente.

Amo-te mais tarde.
Hoje, morrendo de saudades.

Amo-te no odiar,
No olhar, no sentir, no tocar.

Amo-te agora, subentendido.
Amo-te no mortificar,
Mas odeio-te no amar.

Enrubescer-se.

Despertei enjoada, nada queria, nem ao menos o gosto que pode ter tocar-se um corpo masculino por nada, só por afeto. O aperto na boca do estômago. Perdi a esperteza, confiei nos versos de amor de um comprador qualquer. Seria assim ter homem depois de lidado a chama qye arde, desgasta e cessa? Saudade dos dedos que tramavam meus fios de cabelo, conhecendo a suavidade, restaurando aos poucos o saber do carinho que já havia perdido. Que bom seria encostar-me e dormir, dormir, quiçá sonhar, quem sabe. Sinto-me agoniada; cegueira. Quero respirar e deixar no ar um eco. Sem teatros, quero sentir fomes de amores, de desejos, de calores, encarnados, novamente.

Não vou viver, como alguém
Que só espera um novo amor
Há outras coisas
No caminho a onde eu vou...

As vezes ando só
Trocando passos
Com a solidão
Momentos que são meus
E que não abro mão...

Já sei olhar o rio
Por onde a vida passa
Sem me precipitar
E nem perder a hora
Escuto no silêncio
Que há em mim e basta
Outro tempo começou
Prá mim agora...

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...

É!
Mas tenho ainda
Muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz
E que ainda não cumpri
Palavras me aguardam
O tempo exato prá falar
Coisas minhas, talvez
Você nem queira ouvir...

Já sei olhar o rio
Pr'onde a vida passa
Sem me precipitar
E nem perder a hora
Escuto no silêncio
Que há em mim e basta
Outro tempo começou
Prá mim agora....

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
(Se acender!)
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
(Se acender!) (Se acender!)
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você...

"Tudo tem que ser contruído na delicadeza, na vontade de se fazer crescer uma relação, porque amores são sempre amáveis. Não sei onde esta estrada me levará, me agonia esse abraço fraco para não sufocar. Falta encantamento e vontade de se fazer presente. Não estou brava, estou expondo meu sincero pensar. Parece existir somente carinho e carinho amigos podem dar, namorados se amam, se desejam. Analise e seja sincero com você e comigo. Se eu estiver errada me corrige porque esse é meu modo de pensar."

Às vezes, é mais fácil arrancar as melhores páginas do livro, com os melhores capítulos, guardá-las num baú, transformar em cinzas o que restar e escrever um novo, do que apenas virar a página. Afinal, qualquer vento bagunça todas as páginas já lidas, viradas e rasgadas...

Quando fores me dizer adeus
Não precisa olhar em meus olhos
Não preocupe-se com meu silêncio
Feche a porta
E também não diga nada
Não tentes me abraçar
Apenas vá
Assim como chegou
De leve
Tão mansinho
Que nem senti(rei)tão forte impacto.

Você disse que não acredita que eu goste de você, porque você não consegue sentir. Ora, meu bem, deixa de ser bobo. Tu não podes sentir as coisas nas quais não acredita.

E você me abandonou por eu ter feito as coisas que você disse que faria por mim, caso eu estivesse no seu lugar.

Ah, se você soubesse o quão boba eu fico em saber que, às vezes, um sorriso tolo teu, nem que por alguns instantes, é da minha autoria.

As incertezas as vezes é tudo o que existe...
e não se pode ter certeza de tudo...
acredite, ninguém seria feliz se soubéssemos de tudo...

Desconhecido

Sei que não te conheço,
Nem você a mim.
Algumas pessoas até arriscam,
Dizem coisas para melhor entendê-lo.
NÃO sei...
Se um dia talvez...
Tomasse coragem e falasse com você...
Até quem sabe viria a compreender,
Quem és de verdade.
E só então neste momento
Poderia dizer:
O quanto te quero
E se te espero...
É por que...
Não sei dizer...
Quem sabe com o tempo
Hei de compreender.

Quando estiver pronto para amar

O dia em que você
Estiver realmente
A procura de alguém para amar
Pode vir atrás de mim
Mas enquanto pensar em assim
Deixe-me viver a sua espera
Por que não suporto mais sofrer tais desilusões ao seu lado
Só espero que quando você
Estiver pronto para amar
E descobrir que gosta realmente de mim
Não seja tarde demais
Por que apesar de te amar hoje
Não me entregarei à solidão
Enquanto você não me descobre
Procuro quem preencha meu coração.

'A melhor maneira de valorizar uma amizade é saber que amanhã poderás perdê-la.'

'Não se pode ter tudo.... onde você guardaria?'

Eu talvez não seja perfeita, talvez não seja digna em seus olhos, mas eu tenho sido sempre verdadeira.

Ando prestando atenção nas coisas que gosto mais, nos pequenos pedaços de mim que estão aqui, mas que teimam em visitar outros lugares através de fotos, através de sonhos. De qualquer forma, há partes do mundo que me encantam e que sempre farão muita parte do que sou, mesmo que nunca as tenha visitado.