Epoca de Cora Carolina
O REGRESSO
E o regresso ficou para esse tempo
Onde o desalento mora
E a tristeza chora.
Não há canto algum
Que faz rir a alma
Nem rimas de poesias
Nessa calma.
Tudo cessou!
A maresia
Até o mar chorou
E a poesia entristeceu
Junto ao céu
Que apesar de ser seu
Aguardava para outro dia
Dia qualquer!
Não tão breve nem tão logo
Mas como a vida se atreve?
A poesia entristeceu!
Muitos Não São Capazes de Enxergar Como as Alitudes de Seus Amigos Podem levá-los a Grandes Problemas.
Alguém de ti me roubou
Eras talvez o teu único diamante
Não sabias e nem te fizesse caso
Era eu o pó de pequeno brilhante
Como estilhaço de estrelas perdido
No firmamento sem identificação.
As pessoas achavam que domar um cavalo tirava a determinação dele. Dominá-lo o fazia acreditar que a única forma de sobreviver é obedecendo.
Aprendi desde cedo. "Cuidado lá fora." É o que a minha mãe dizia. "Cuidado lá fora, garoto." Não sei o que esperam que sejamos como adultos se temos que ter cuidado a porra da vida toda.
Dizem que da vida nada se leva, pois quem partiu nada levou, contudo, se a vida insiste, não desiste, agarre o que ficou.
Em dois mil e vinte e um, sorrir lembrando do Mussum, dançar ao som do Olodum, viajar para Cancun ou Cafarnaum, tomar um rum ou um suco de jerimum, comer um atum, rezar para Ogum, ouvir um mutum e se houver um zumzum, sem problema algum, como um cidadão comum, celebrar a vida e a liberdade, soltando um pum.
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