Epoca de Cora Carolina
TIPOS DE AMOR
Amor doce, amor fundo,
Amor do tamanho do mundo
Amor profundo.
Amor que aumenta a cada segundo.
Amor gostoso
Amor perigoso
Amor que só você é eu conhecemos
Amor de alma
Amor que intimamente acalma
Amor das estações
Amor vibrante de emoções;
Amor que diz,
Amor que cala,
Amor que vira o mundo e nunca acaba
Amor inimigo do tempo
que só o pensamento afaga
Amor do dia
Amor da noite
Amor que insiste, não desiste e persiste...
Amor sem conceito,
Amor sem preceitos
Amor sem preconceito.
Amor que implora:
Te quero agora!
Sois, amor, o que te alimenta
E não tenho outra razão para existir
Completa-me, preencha-me
Seja o que ninguém jamais será
Faça o que ninguém jamais fará
Sejas amor, para sempre
ETERNO!
A dor física do amor.
Nenhuma palavra que eu diga poderá expressar o quanto me dói. Nada que eu faça poderá fazer com que o tempo volte. As conversas com Deus, por mais frequentes que tenham sido, não acalmam meu coração. A presença dos amigos ou de quem diz ser, não preenchem nem um pouco do vazio que a sua ausência me trouxe. As promessas feitas, de um dia para o outro, não significam mais nada além de lembranças que me fazem chorar. Eis que descubro que a dor de amor é física. A solidão se faz presente mesmo quando não estou sozinha. A melhor companhia é a minha cama, que me escuta chorar baixinho e não insiste em dizer que vai ficar tudo bem. E ao mesmo tempo que não te quero, me auto saboto para não me deixar te esquecer. A rotina é outra, a vida me força a mudar de hábitos, mas insisto em passar pelos mesmos lugares. Espero ansiosa pelo tempo, porque dizem que é ele que cura tudo.
Não é preciso estar sempre certo, nem no controle de tudo. Ser feliz é mais importante. Relaxe e as coisas fluem naturalmente.
Só por você eu dei até o que eu não tive
Há tantos que vivem sem viver um grande amor
Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre
Me prenda em seus braços
É o que eu te peço.
Rosa
Para me amar é só começar, para manter-me em teu canteiro é só regar. Estarei sempre bela rosa lá; até o dia em que não estarei mais. As lágrimas em rosas murchas servem apenas para virar arte, tocam a alma mas não reavivam a lenta morte.
Seca estarei aos poucos se teus ventos não me sacudirem, seca estarei se teu sol e tua chuva em mim não mais tocarem. Admirar é fácil, prender também, mas por pouco tempo, pois meus espinhos te ferirão e minhas pétalas uma a uma cairão por entre teus dedos.
Cultive o amor como cultivas uma rosa. É preciso paixão e maestria, paciência e ousadia. A rotina morna mata lentamente e minhas queixas virarão prosa.
Ame-me com a fúria de um mar em dia de tempestade, morda minhas costas como um leão faminto e me leve ao parque para sentar ao teu lado na grama. Serei tua cúmplice de banheiro, companhia de cozinha, parceira de aventuras e tua amante na cama; a Deusa, a bruxa a mucama.
Esteja atento aos sinais, meu bem... Sinta meu corpo, meu beijo, decifre meu olhar. Estarei sempre exalando para ser cheirada, sempre rubra para ser notada, sacudirei cabelos e pétalas, dançarei ao som do vento para que me queiras, usarei a melhor seda para te celebrar.
Ame-me como sou, ame o melhor e o pior de mim, eu sei quem sou e não minto; porque mentir para si mesma é como a rosa querer acreditar que não tem espinhos.
"Sou dona do mundo como podes ver... Dona das minhas vontades... E isso é tudo. Me arrisco num precipício de oportunidades... Não arriscar, para mim, é não viver".
Ei você ai que suportou ser: Enganado, esquecido, magoado, ignorado e sozinho. Eu te admiro, porque sei como dói.
Não se identifique com o sofrimento.
Não o alimente.
Logo ele morre por falta de atenção e desaparece.
"A vida tira as folhas secas para as novas virem a nascer...
Espera e aguarda o novo,
caminhar para trás é retroceder”.
Não tenho medo de amar, nem de confiar ou querer o melhor.
A gente merece aquilo que a gente vibra.
A vida se entrega a quem se solta, e o amor se entrega também,
e as coisas boas chegam.
Eu não procuro me entender, procuro cuidar das minhas vontades. Deu vontade de ir embora, eu vou. Se der vontade de voltar, eu volto.
Luxúria.
Meus olhos ardem. É a fuligem do pecar, atacando minhas vistas, pupilas dilatadas. Eu adoraria aprender a parar de me deixar induzir pelos encantos da carne. Algo dentro de mim pesa feito rocha, arde. Queima por dentro e por fora; gélido.
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