Época

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Não se esconde a verdade no Brasil em época de eleição; é que ela ainda está em negociação.

Natal é linda época de luz,
de fé, renascimento e alegria,
é o aniversário de Jesus
e no céu brilha mais a estrela guia


Feliz Natal a todos, com saúde e paz !

Venho de uma época diferente.
Demasiadamente distante daquilo que o mundo se tornou.

Onde as coisas eram um tanto menos fragmentadas.

Não no sentido literal.

Mas há algo em minha essência
que nunca pertenceu completamente a este tempo.

E talvez seja por isso
que eu tenha buscado refúgio
nas ruínas silenciosas do passado.

Onde ainda havia silêncio na contemplação.
Nas marcas deixadas pelo tempo sobre as páginas.
E em diálogos que existiam apenas para serem sentidos.

Às vezes sinto
como se estivéssemos nos afastando
daquilo que nos torna humanos.

Não pela tecnologia.
Nem pela globalização.

Mas pela incapacidade
de manter vínculos reais.

E enquanto o mundo corre desesperadamente
em direção ao excesso e à distração,
minha alma ainda anseia
por profundidade.

De forma silenciosa.
Quase hermética.

Talvez seja por isso
que eu admire tanto aquilo que resiste ao tempo.

As palavras escritas à mão.
Os sentimentos que permanecem em silêncio.
E as raras pessoas
que ainda sabem sentir
em um mundo anestesiado por estímulos.

Porque no fim,
como escreveu Shakespeare,
“somos feitos da mesma matéria dos sonhos”.

E talvez o maior erro deste tempo
tenha sido transformar sonhos em consumo,
e almas em vitrines.

PERFUME DE AMIZADE
(A diferença entre marcar uma época e permanecer na alma.)

Amizade é como deixar uma flor num livro velho; se o perfume permanece, é porque deixou sua essência. Caso contrário, é apenas um marcador do tempo.

Lu Lena / 2026

Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”

As coisas podiam ser mais fáceis naquela época, mas é o Eterno que me fortalece hoje.

"NA ÉPOCA FESTIVA É QUE SE ADQUIRE VÍCIOS: A MOLA PROPULSORA DO VÍCIO É A ALEGRIA OU A TRISTEZA. CONTROLAR É O MELHOR REMÉDIO: Vício é um hábito compulsivo e repetitivo de buscar prazer ou alívio em uma substância (álcool, fumo, drogas) ou comportamento (jogos, compras, celular), tornando-se incontrolável e prejudicial, mesmo com consciência dos riscos, alterando o cérebro e a vida do indivíduo, que passa a negligenciar outras áreas e relações. O vício é hoje reconhecido como uma doença crônica do cérebro, não uma falha de caráter, envolvendo alterações neuro químicas e a perda de controle sobre o uso, levando à dependência e ao sofrimento. POR ISSO, LEVE EM CONSIDERAÇÃO ESTAS PALAVRAS E VIVA MAIS E MELHOR. VOCÊ É CRIATURA ÚNICA NO UNIVERSO DE 7 BILHÕES DE PESSOAS" Ademar de Borba

⁠Um dia fizeram a pergunta: quando você erra o que você faz, na época foi dito que perdoaria a si mesmo, seguiria em frente e não é mentira essa afirmação, porém sempre lembraremos do que fizemos, sentiremos o incômodo, e isso que impulsiona nossa mudança. A mundança só acontece quando se enxerga quem se é, enxerga o que não se é, reflete no que pode ser feito e anda num novo caminho, para o alcance de uma mudança de atitude mesmo o passado desferindo varios golpes na sua face.

O CARRETEIRO NOEL (Versão mais curta)

Dizem que na época de Natal, um caminhoneiro diferente viaja pela estrada, sua carreta toda vermelha com luzes brilhantes, deixa um rastro de magia pela madrugada.

Um carreteiro com barbas longas e esbranquiçadas, alguém que é esperado pela garotada.

Certo dia na estrada eu estava, era antevéspera de Natal, para casa com meu caminhão eu voltava.

Mas um imprevisto me deixou preocupado, um barulho, era o um pneu que acabava de ser estourado, em um lugar deserto e afastado, para trocar o pneu eu não estava preparado.

De repente uma carreta para, um senhor camarada, ele me ajudou com a troca do pneu como se fosse mágica, parecia ter vindo do céu, perguntei o seu nome e ele me disse, Noel.

Se despediu com um sorriso de graça, enquanto saia com sua carreta avermelhada, e no lameiro com as letras brilhantes a mensagem que eu esperava, “Feliz Natal Estradeiro da Madrugada”.

Com luzes brilhantes, sua carreta cortava o céu, ele transportava uma carga de alegrias e seu nome era Noel.

Jean Carlos de Andrade – (Autor do Livro “Vida de Caminhoneiro”)

Não tem nada tão bipolar quanto a ducha! Certa época é tão quente que me faz ferver, noutra é fria que arrepia!

Saudades da época que eu não valia nada
Essas hora eu tava mais feliz

Curioso. Vivemos em uma época onde o normal se tornou ridículo, e o ridículo se tornou normal.

"Só damos conta de que foi uma boa época quando ela já passou."

EXALTAÇÃO À BOA MALANDRAGEM


Autor: Pezão da Timba


Naquela época de roda de terreiro
Quando o samba era só coração
Boemia andando de braço dado
Com a última condução
Malandro engomado na beca
Chapéu jogado de lado
Flor na lapela
Sorriso aberto
Respeito na cara
Passado pesado


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem
Que driblou tanta repressão
Transformando cada dor em coragem
Cada lágrima em canção


[Verso 2]
Vinham dizendo que era vadiagem
Querendo calar o salão
Mas na calçada
Na porta do bar
Nascia outro refrão
Mesmo cercado pela intolerância
O povo afinava a voz
E o pandeiro marcando a distância
Entre o que era deles e o que era de nós


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem

*EXALTAÇÃO À BOA MALANDRAGGEM


Autir: Pezão da Timba



*Naquela época de roda de terreiro/*
*Quando o samba era só coração/*
*Boemia andando de braço dado/*
*Com a última condução/*
*Malandro engomado na beca/*
*Chapéu jogado de lado/*
*Flor na lapela, sorriso aberto/*
*Respeito na cara, passado pesado/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu/*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina, seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem/*
*Cada lágrima em canção/*


*Vinham dizendo que era vadiagem/*
*Querendo calar o salão/*
*Mas na calçada/*
*Na porta do bar, nascia outro refrão/*
*Mesmo cercado pela intolerância/*
*O povo afinava a voz/*
*E o pandeiro marcando a distância/*
*Entre o que era deles e o que era de nós/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu...*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina, seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem/*
*Cada lágrima em canção/*


*Hoje eu balanço nesse mesmo passo/*
*Carrego o legado na palma da mão/*
*Cada virada é um velho abraço/*
*De quem lutou pra existir esse chão/*
*Se hoje o samba desfila na avenida/*
*É porque muita gente ficou pra trás/*
*Deixando escrita na própria vida/*
*Essa nobre malandragem que a história refaz/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu/*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem_*
*Cada lágrima em canção/*

Quem sente falta da Ariana da época da depressão não sente falta dela, sente falta da versão que sofria em silêncio.

A melhor fase da minha vida, até hoje, foram os anos 90.


Foi uma época de descobertas, desafios e transformações. Eu estava deixando a adolescência para trás e aprendendo a me tornar adulto. Como todo jovem, passei por mudanças de comportamento, dúvidas e conflitos, mas encontrei meu caminho e construí minha própria identidade.


Presenciei importantes movimentos de inclusão social, que ajudaram a abrir portas para muitas pessoas e contribuíram para a construção de uma sociedade mais consciente. Também acompanhei o nascimento de uma nova era tecnológica, uma revolução que transformou o mundo para sempre.


Mesmo em meio às dificuldades econômicas que o país enfrentava, realizei um dos meus primeiros grandes sonhos: aos 19 anos, em 1999, comprei minha primeira moto, uma CG 125. Para muitos era apenas uma motocicleta; para mim, representava independência, conquista e a certeza de que o esforço vale a pena.


Nunca fui apaixonado por futebol, mas tive o privilégio de assistir a uma geração que marcou a história do esporte brasileiro. Nunca fui militante político, mas sempre tive consciência da importância das políticas sociais, porque vivi na pele o impacto positivo que elas podem ter na vida das pessoas.


Mas se existe algo que definiu minha trajetória, foi a música. O rock não foi apenas um gênero musical que ouvi durante a juventude. Foi uma filosofia, uma identidade, uma forma de enxergar o mundo. Transformei a música em um estilo de vida, e ela continua sendo parte de quem eu sou.


A vida segue, os tempos mudam e cada geração tem sua própria história para contar. Por isso, viva intensamente a sua época. Aproveite as oportunidades, construa memórias e faça sua história. Mas nunca deixe de valorizar aquilo que realmente contribuiu para o seu crescimento, porque são essas experiências que moldam quem nos tornamos.


Os anos passam. As lembranças ficam. E algumas épocas jamais saem do coração.


#licaodevida #politica #futebol #rock

Caso não saiba muito sobre a inflação, lembre-se, 30 moedas de prata em uma época distante compraram a vida de Jesus.

⁠Uma época feliz é completamente impossível, porque as pessoas querem desejá-la, mas não tê-la, e todo indivíduo, em seus dias felizes, chega quase a implorar por inquietude e miséria.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada.