Época

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PERFUME DE AMIZADE
(A diferença entre marcar uma época e permanecer na alma.)

Amizade é como deixar uma flor num livro velho; se o perfume permanece, é porque deixou sua essência. Caso contrário, é apenas um marcador do tempo.

Lu Lena / 2026

Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”

"NA ÉPOCA FESTIVA É QUE SE ADQUIRE VÍCIOS: A MOLA PROPULSORA DO VÍCIO É A ALEGRIA OU A TRISTEZA. CONTROLAR É O MELHOR REMÉDIO: Vício é um hábito compulsivo e repetitivo de buscar prazer ou alívio em uma substância (álcool, fumo, drogas) ou comportamento (jogos, compras, celular), tornando-se incontrolável e prejudicial, mesmo com consciência dos riscos, alterando o cérebro e a vida do indivíduo, que passa a negligenciar outras áreas e relações. O vício é hoje reconhecido como uma doença crônica do cérebro, não uma falha de caráter, envolvendo alterações neuro químicas e a perda de controle sobre o uso, levando à dependência e ao sofrimento. POR ISSO, LEVE EM CONSIDERAÇÃO ESTAS PALAVRAS E VIVA MAIS E MELHOR. VOCÊ É CRIATURA ÚNICA NO UNIVERSO DE 7 BILHÕES DE PESSOAS" Ademar de Borba

⁠Um dia fizeram a pergunta: quando você erra o que você faz, na época foi dito que perdoaria a si mesmo, seguiria em frente e não é mentira essa afirmação, porém sempre lembraremos do que fizemos, sentiremos o incômodo, e isso que impulsiona nossa mudança. A mundança só acontece quando se enxerga quem se é, enxerga o que não se é, reflete no que pode ser feito e anda num novo caminho, para o alcance de uma mudança de atitude mesmo o passado desferindo varios golpes na sua face.

O CARRETEIRO NOEL (Versão mais curta)

Dizem que na época de Natal, um caminhoneiro diferente viaja pela estrada, sua carreta toda vermelha com luzes brilhantes, deixa um rastro de magia pela madrugada.

Um carreteiro com barbas longas e esbranquiçadas, alguém que é esperado pela garotada.

Certo dia na estrada eu estava, era antevéspera de Natal, para casa com meu caminhão eu voltava.

Mas um imprevisto me deixou preocupado, um barulho, era o um pneu que acabava de ser estourado, em um lugar deserto e afastado, para trocar o pneu eu não estava preparado.

De repente uma carreta para, um senhor camarada, ele me ajudou com a troca do pneu como se fosse mágica, parecia ter vindo do céu, perguntei o seu nome e ele me disse, Noel.

Se despediu com um sorriso de graça, enquanto saia com sua carreta avermelhada, e no lameiro com as letras brilhantes a mensagem que eu esperava, “Feliz Natal Estradeiro da Madrugada”.

Com luzes brilhantes, sua carreta cortava o céu, ele transportava uma carga de alegrias e seu nome era Noel.

Jean Carlos de Andrade – (Autor do Livro “Vida de Caminhoneiro”)

Não tem nada tão bipolar quanto a ducha! Certa época é tão quente que me faz ferver, noutra é fria que arrepia!

Saudades da época que eu não valia nada
Essas hora eu tava mais feliz

Curioso. Vivemos em uma época onde o normal se tornou ridículo, e o ridículo se tornou normal.

"Só damos conta de que foi uma boa época quando ela já passou."

EXALTAÇÃO À BOA MALANDRAGEM


Autor: Pezão da Timba


Naquela época de roda de terreiro
Quando o samba era só coração
Boemia andando de braço dado
Com a última condução
Malandro engomado na beca
Chapéu jogado de lado
Flor na lapela
Sorriso aberto
Respeito na cara
Passado pesado


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem
Que driblou tanta repressão
Transformando cada dor em coragem
Cada lágrima em canção


[Verso 2]
Vinham dizendo que era vadiagem
Querendo calar o salão
Mas na calçada
Na porta do bar
Nascia outro refrão
Mesmo cercado pela intolerância
O povo afinava a voz
E o pandeiro marcando a distância
Entre o que era deles e o que era de nós


[Chorus]
Exaltavam a boa malandragem
Que apanhou
Mas não caiu
Que fez do botequim sua passagem
E da esquina
Seu Brasil
Exaltavam a boa malandragem

*EXALTAÇÃO À BOA MALANDRAGGEM


Autir: Pezão da Timba



*Naquela época de roda de terreiro/*
*Quando o samba era só coração/*
*Boemia andando de braço dado/*
*Com a última condução/*
*Malandro engomado na beca/*
*Chapéu jogado de lado/*
*Flor na lapela, sorriso aberto/*
*Respeito na cara, passado pesado/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu/*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina, seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem/*
*Cada lágrima em canção/*


*Vinham dizendo que era vadiagem/*
*Querendo calar o salão/*
*Mas na calçada/*
*Na porta do bar, nascia outro refrão/*
*Mesmo cercado pela intolerância/*
*O povo afinava a voz/*
*E o pandeiro marcando a distância/*
*Entre o que era deles e o que era de nós/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu...*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina, seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem/*
*Cada lágrima em canção/*


*Hoje eu balanço nesse mesmo passo/*
*Carrego o legado na palma da mão/*
*Cada virada é um velho abraço/*
*De quem lutou pra existir esse chão/*
*Se hoje o samba desfila na avenida/*
*É porque muita gente ficou pra trás/*
*Deixando escrita na própria vida/*
*Essa nobre malandragem que a história refaz/*


*[Refrão]*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que apanhou, mas não caiu/*
*Que fez do botequim sua passagem/*
*E da esquina seu Brasil/*
*Exaltavam a boa malandragem/*
*Que driblou tanta repressão/*
*Transformando cada dor em coragem_*
*Cada lágrima em canção/*

Quem sente falta da Ariana da época da depressão não sente falta dela, sente falta da versão que sofria em silêncio.

A melhor fase da minha vida, até hoje, foram os anos 90.


Foi uma época de descobertas, desafios e transformações. Eu estava deixando a adolescência para trás e aprendendo a me tornar adulto. Como todo jovem, passei por mudanças de comportamento, dúvidas e conflitos, mas encontrei meu caminho e construí minha própria identidade.


Presenciei importantes movimentos de inclusão social, que ajudaram a abrir portas para muitas pessoas e contribuíram para a construção de uma sociedade mais consciente. Também acompanhei o nascimento de uma nova era tecnológica, uma revolução que transformou o mundo para sempre.


Mesmo em meio às dificuldades econômicas que o país enfrentava, realizei um dos meus primeiros grandes sonhos: aos 19 anos, em 1999, comprei minha primeira moto, uma CG 125. Para muitos era apenas uma motocicleta; para mim, representava independência, conquista e a certeza de que o esforço vale a pena.


Nunca fui apaixonado por futebol, mas tive o privilégio de assistir a uma geração que marcou a história do esporte brasileiro. Nunca fui militante político, mas sempre tive consciência da importância das políticas sociais, porque vivi na pele o impacto positivo que elas podem ter na vida das pessoas.


Mas se existe algo que definiu minha trajetória, foi a música. O rock não foi apenas um gênero musical que ouvi durante a juventude. Foi uma filosofia, uma identidade, uma forma de enxergar o mundo. Transformei a música em um estilo de vida, e ela continua sendo parte de quem eu sou.


A vida segue, os tempos mudam e cada geração tem sua própria história para contar. Por isso, viva intensamente a sua época. Aproveite as oportunidades, construa memórias e faça sua história. Mas nunca deixe de valorizar aquilo que realmente contribuiu para o seu crescimento, porque são essas experiências que moldam quem nos tornamos.


Os anos passam. As lembranças ficam. E algumas épocas jamais saem do coração.


#licaodevida #politica #futebol #rock

Caso não saiba muito sobre a inflação, lembre-se, 30 moedas de prata em uma época distante compraram a vida de Jesus.

⁠Uma época feliz é completamente impossível, porque as pessoas querem desejá-la, mas não tê-la, e todo indivíduo, em seus dias felizes, chega quase a implorar por inquietude e miséria.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada.

Vivemos em uma época que nos ensina a correr, como se a velocidade fosse sinônimo de sucesso. Mas a vida raramente floresce na pressa. Há decisões que precisam de silêncio, relações que precisam de presença e sonhos que amadurecem no tempo certo. Nem tudo o que demora é atraso. Muitas vezes, é apenas a vida preparando aquilo que ainda não estamos prontos para receber. Aprender a respeitar o próprio tempo também é uma forma de sabedoria.

Pepita de Oliveira

Nem toda resposta chega quando queremos

Vivemos em uma época que valoriza respostas rápidas. Queremos entender imediatamente por que algo aconteceu, por que uma pessoa foi embora, por que um plano não deu certo.

Mas algumas respostas amadurecem junto conosco.
Há acontecimentos que só fazem sentido quando olhamos para eles anos depois. Não porque mudaram, mas porque nós mudamos.
O tempo não esclarece tudo. O que esclarece é a experiência que acumulamos enquanto o tempo passa.
Talvez a pergunta nunca tenha sido “Por que isso aconteceu comigo?”, mas “O que essa experiência despertou em mim que eu ainda não conhecia?”

Nem toda dúvida precisa ser resolvida hoje. Algumas apenas precisam ser vividas.

Pepita de Oliveira

A pressa também nos engana

Vivemos em uma época em que tudo parece precisar acontecer rápido.

Respostas rápidas.
Resultados rápidos.
Relacionamentos rápidos.
Mudanças rápidas.
Criamos a ilusão de que o tempo é um obstáculo, quando, muitas vezes, ele é justamente o que permite que a vida amadureça.

Há sementes que não florescem antes da estação certa.
Há dores que não desaparecem porque decidimos esquecê-las.
Há pessoas que só entendem a própria história depois de muitos capítulos vividos.
A ansiedade nos faz acreditar que estar parado é o mesmo que não estar evoluindo.

Mas nem todo silêncio é vazio.
Nem toda pausa é perda de tempo.
Existe crescimento que acontece longe dos olhos, exatamente como as raízes de uma árvore.
Enquanto ninguém percebe, elas se aprofundam.
E é justamente isso que permitirá que a árvore permaneça firme quando o vento chegar.
Talvez a vida não esteja atrasada.
Talvez ela apenas esteja respeitando o ritmo necessário para que aquilo que hoje parece demora, amanhã possa ser chamado de maturidade.

Pepita de Oliveira

Nossa amizade é assim, como o vento frio do inverno, tem época que está forte, em outras aparece mais fraquinho, trazendo só lembranças da estação gostosa, e por mais que outras três estações passem, esse vento leve passa por elas para manter a pureza e o equilíbrio da natureza e quando o inverno novamente volta, o vento fica cada vez mais forte, se renovando a cada três estações. Por mais que novas amizades surjam, outros rumos tomemos, sempre que nos encontramos é aquele abraço que daremos, porque verdadeiras amizades vão muito além do que presença física, e é nesse vento leve que mando em minhas orações o teu nome. Nesse mesmo vento te mando mil beijos e mil abraços para que nunca se sinta só ou com frio.
Te adoro😊❣