Época

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Experimentei uma época em que as residências possuíam muros baixos, de cerca de 1 metro, e costumávamos deixar as janelas abertas durante a noite, enquanto as pessoas trocavam saudações mesmo sem se conhecerem. Hoje, mesmo com muros de 3 metros e cercas elétricas, ainda enfrentamos o problema de invasões. Que tipo de maldade afetou a sociedade? Essa é a dúvida!

De todos os Grupos Judaicos existentes na época do Cristo Nazareno, os Fariseus eram os piores de todos eles, eram os que mais levavam a repreensão de Cristo.

O principal alimento espiritual de nossa época são as selfies, assim como o dos antigos hebreus foi o maná no deserto.

Na Judeia, na época de Cristo, o “sobrenome” não era como hoje.

Geralmente, indicava de quem a pessoa era filho ou onde vivia.

Jesus era “Yeshua bar Yoseph” (Jesus, filho de José), “Yeshua Natzara” (Jesus de Nazaré).

Algo curioso é que Barrabás vem de “Bar Abba”... ou “filho do pai”, e alguns historiadores dizem que ele era “xará” de Jesus (“Yeshua bar Abba”).

A Divindade está até mesmo nos detalhes... o povo escolheu libertar uma pessoa que, literalmente, se chamava “jesus, filho de um homem”, para condenar “Jesus, filho de Deus”.

A aridez dessa contemporaneidade

Vivemos uma época em que a inteligência,
a criatividade e o talento perdem espaço
para a estultícia, a esterilidade e o hebetismo.
O mais inquietante é que essas últimas parecem ser não apenas toleradas, mas premiadas e aplaudidas...

Estamos atravessando um tempo estranho,
um tempo em que a ignorância veste gala,
a mediocridade desfila confiante, e o talento é silenciado.
A estultícia virou espetáculo,
a esterilidade virou mérito
e o hebetismo, agora, é aplaudido de pé...

Há dias em que sinto que a inteligência
anda cansada,
que a criatividade se recolhe,
e que o talento se torna um sussurro
no meio do alarido...
Enquanto isso, a estultícia dança,
a esterilidade sorri para as câmeras,
e o hebetismo colhe aplausos...
✍©️@MiriamDaCosta

Que paz esteja presente em sua vida, não apenas nesta época de festas natalinas, mas que ela possa ser sua missão de vida, para esse novo ano que vem surgindo no horizonte!"

"Triste época em que a conta bancária é mais vigiada do que a própria conduta."

Vivemos em uma época marcada pela ansiedade e pelo imediatismo, em que muitas pessoas já não sabem lidar com desafios ou encontrar soluções para seus problemas.

PORQUE O CARNAVAL AINDA É UMA BOA ÉPOCA PARA SER FELIZ

Nascer carioca é nascer com a vontade de curtir carnaval incutida na alma. Não é vontade que dá depois que te influenciam. E muito pelo contrário, no início da vida as pessoas te podam, te limitam e te fazem acreditar que carnaval é tudo aquilo que você pode acompanhar pela televisão. Não é.
Nos meus primeiros anos, lembro de “curtir”o carnaval no interior do Rio de Janeiro, onde meus avós paternos moram. Minha mãe, toda zelosa que é, colocava em mim uma fantasia diferente em cada dia de “folia”, e me enfeitava toda, pra quê? Admirem-se! Para enfeitar a sala de estar! Porque dali, meu amor, eu praticamente nem saía. Era um tédio, assumo.
Só concordo que foi uma experiência proveitosa no sentido de conhecer o carnaval do ponto de vista da Sapucaí, tipo ativista de sofá. Aqueles carros alegóricos esplendorosos, luxuosíssimos; toda a purpurina do mundo presente num mesmo evento, plumas e paetês para esbanjar, e musas com corpos que toda brasileira merecia ter, mas nem sempre tem (inclusive eu). Eu assistia pela televisão, e também já assisti pessoalmente.
Posso dizer que carnaval não se resume em assistir, mas em participar e sentir. Não adianta o carnaval estar passando, e você não passar por ele. Aí se tornaria época comum, cheia de afazeres inadiáveis e preocupações estarrecedoras. É depois do carnaval que o ano realmente começa. Então use esses dias para recarregar as forças e energia boa que o resto do ano tende a sugar.
É época de acordar e ir levando o dia sem ter hora para dormir de novo. É nem dormir, mas cochilar só enquanto o celular está carregando. É não perder tempo escovando o cabelo, porque você vai pingar de suor embaixo do sol. É esquecer de almoçar e descobrir que só tomar um milk-shake na rua não te tira a fome. É aprender os seus limites como um todo: de álcool, de andar a pé, de segurar o xixi, de fazer amizade na fila do banheiro químico, de sentar na areia porque não consegue mais ficar em pé, de ser feliz em um metrô lotado voltando pra casa depois de um dia feliz e mega cansativo. É anotar um contato na agenda e depois não saber de quem era. É depois ligar pro número pensando que vai desencalhar, e descobrir que é só o telefone da pizzaria que você queria saber se entregava no meio do bloco. É aprender que colegas distantes podem ser amigos de carnavais e se divertirem muito juntos. É ter limites de conduta, mas não ter limites para ser feliz. Sim, isso é plenamente possível! Lembrando que tudo, absolutamente TUDO, consegue ser romântico dependendo do ponto de vista.

Não se esconde a verdade no Brasil em época de eleição; é que ela ainda está em negociação.

Felizmente, na época em que vivemos, possuir o verdadeiro caráter muitas vezes significa tornar-se um fora da lei. Essa ideia é instigante, porque nos leva a refletir sobre o real sentido de ter caráter. O caráter autêntico não está limitado às regras escritas ou às normas impostas, mas à coerência interior de cada ser humano. Obedecer pode ser fácil, mas sustentar princípios inegociáveis diante da injustiça é o que revela a essência do caráter verdadeiro.

Natal é linda época de luz,
de fé, renascimento e alegria,
é o aniversário de Jesus
e no céu brilha mais a estrela guia


Feliz Natal a todos, com saúde e paz !

Venho de uma época diferente.
Demasiadamente distante daquilo que o mundo se tornou.

Onde as coisas eram um tanto menos fragmentadas.

Não no sentido literal.

Mas há algo em minha essência
que nunca pertenceu completamente a este tempo.

E talvez seja por isso
que eu tenha buscado refúgio
nas ruínas silenciosas do passado.

Onde ainda havia silêncio na contemplação.
Nas marcas deixadas pelo tempo sobre as páginas.
E em diálogos que existiam apenas para serem sentidos.

Às vezes sinto
como se estivéssemos nos afastando
daquilo que nos torna humanos.

Não pela tecnologia.
Nem pela globalização.

Mas pela incapacidade
de manter vínculos reais.

E enquanto o mundo corre desesperadamente
em direção ao excesso e à distração,
minha alma ainda anseia
por profundidade.

De forma silenciosa.
Quase hermética.

Talvez seja por isso
que eu admire tanto aquilo que resiste ao tempo.

As palavras escritas à mão.
Os sentimentos que permanecem em silêncio.
E as raras pessoas
que ainda sabem sentir
em um mundo anestesiado por estímulos.

Porque no fim,
como escreveu Shakespeare,
“somos feitos da mesma matéria dos sonhos”.

E talvez o maior erro deste tempo
tenha sido transformar sonhos em consumo,
e almas em vitrines.

PERFUME DE AMIZADE
(A diferença entre marcar uma época e permanecer na alma.)

Amizade é como deixar uma flor num livro velho; se o perfume permanece, é porque deixou sua essência. Caso contrário, é apenas um marcador do tempo.

Lu Lena / 2026

Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”

As coisas podiam ser mais fáceis naquela época, mas é o Eterno que me fortalece hoje.

Na época de Jesus tínhamos escribas, fariseus e saduceus, e hoje em dia, temos os Teólogos, que mataram a Palavra e trouxeram o mundanismo e materialismo para dentro das igrejas.

"NA ÉPOCA FESTIVA É QUE SE ADQUIRE VÍCIOS: A MOLA PROPULSORA DO VÍCIO É A ALEGRIA OU A TRISTEZA. CONTROLAR É O MELHOR REMÉDIO: Vício é um hábito compulsivo e repetitivo de buscar prazer ou alívio em uma substância (álcool, fumo, drogas) ou comportamento (jogos, compras, celular), tornando-se incontrolável e prejudicial, mesmo com consciência dos riscos, alterando o cérebro e a vida do indivíduo, que passa a negligenciar outras áreas e relações. O vício é hoje reconhecido como uma doença crônica do cérebro, não uma falha de caráter, envolvendo alterações neuro químicas e a perda de controle sobre o uso, levando à dependência e ao sofrimento. POR ISSO, LEVE EM CONSIDERAÇÃO ESTAS PALAVRAS E VIVA MAIS E MELHOR. VOCÊ É CRIATURA ÚNICA NO UNIVERSO DE 7 BILHÕES DE PESSOAS" Ademar de Borba

⁠Um dia fizeram a pergunta: quando você erra o que você faz, na época foi dito que perdoaria a si mesmo, seguiria em frente e não é mentira essa afirmação, porém sempre lembraremos do que fizemos, sentiremos o incômodo, e isso que impulsiona nossa mudança. A mundança só acontece quando se enxerga quem se é, enxerga o que não se é, reflete no que pode ser feito e anda num novo caminho, para o alcance de uma mudança de atitude mesmo o passado desferindo varios golpes na sua face.

O CARRETEIRO NOEL (Versão mais curta)

Dizem que na época de Natal, um caminhoneiro diferente viaja pela estrada, sua carreta toda vermelha com luzes brilhantes, deixa um rastro de magia pela madrugada.

Um carreteiro com barbas longas e esbranquiçadas, alguém que é esperado pela garotada.

Certo dia na estrada eu estava, era antevéspera de Natal, para casa com meu caminhão eu voltava.

Mas um imprevisto me deixou preocupado, um barulho, era o um pneu que acabava de ser estourado, em um lugar deserto e afastado, para trocar o pneu eu não estava preparado.

De repente uma carreta para, um senhor camarada, ele me ajudou com a troca do pneu como se fosse mágica, parecia ter vindo do céu, perguntei o seu nome e ele me disse, Noel.

Se despediu com um sorriso de graça, enquanto saia com sua carreta avermelhada, e no lameiro com as letras brilhantes a mensagem que eu esperava, “Feliz Natal Estradeiro da Madrugada”.

Com luzes brilhantes, sua carreta cortava o céu, ele transportava uma carga de alegrias e seu nome era Noel.

Jean Carlos de Andrade – (Autor do Livro “Vida de Caminhoneiro”)