Época
Hoje, não tenho mais amigos daquela época, talvez nunca foram.
Elas queriam o meu brilho, acho que de algum jeito conseguiram tirar um pouco disso de mim.
Não deixe que tirem de você.
Te amo muito ❤️
Por ordem do destino ou da minha própria vontade: em qualquer época, eu seria o rei do meu próprio mundo. Não sou moldado pelo tempo, mas pela minha vontade. Em qualquer século, eu honraria a minha força. Longa vida para Dicinho Dutra, o highlander de todas as épocas em qualquer dos mundos. rs...;)
Mas quando o assunto é política
Houve uma época em que tudo
Ou era oito ou era oitenta
Ou era sim ou era não
Hoje já existe o talvez
O talvez sim o talvez não
Hoje já existe o meio termo
O depende, o quase isso, o mais ou menos
Mas quando o assunto é política
Ninguém pode ficar em cima do muro.
Sinto falta da época em que a realidade tinha fé pública, agora, vivemos em juízo de superficialidade, onde até o boleto precisa de perícia para saber se é verdadeiro.
Tristeza é a época mais difícil do ano.
Na primavera, não permite sentir o perfume das flores.
No verão, faz estremecer o coração.
No outono, deixa um gosto de desgosto na boca.
No, inverno, me deixa tão cansada,
é tanta neve na estrada,
mal consigo esperar a próxima estação
pra tirar dos pés as meias,
pra neve sumir e descongelar meu coração,
que, descongelado, consegue estremecer
e fazer o sangue correr pelas veias.
De estação em estação vou tentando
um pouquinho de tristeza abandonando...
Um dia eu pego o trem certo
e você nunca mais vai sair de perto.
Houve uma época em que os homens eram sinônimos de machão, hoje vemos que esse folclore não passava de animações gráficas e gibis, o verdadeiro machão é ter responsabilidade e pagar suas contas, não ser preso achando que é malandro, porque os verdadeiros malandros estão livres e com seus impostos pagos e sem dívidas com a lei.
Na época de Jesus tínhamos escribas, fariseus e saduceus, e hoje em dia, temos os Teólogos, que mataram a Palavra e trouxeram o mundanismo e materialismo para dentro das igrejas.
O tempo é refém dos sentimentos, pois eles moram em qualquer época e acontecem a qualquer momento,
A uma ruptura entre o tempo e o espaço e nela os sentimentos sobrevoam livres e prontos para serem reconectados num piscar de olhos de acordo com a pressa e a necessidade do usuário,
Independentemente dos portais (sonhos, pensamentos, desejos surreais, o mundo subconsciente, etc.) que sejam usados é inevitável se teletransportar.
A morte é braba, ela não liga, não tem dó, nem respeita tempos. Ela devora em qualquer época, esbagaça os preparados e os despreparados. Ela divide tempos: o agora e o depois. Ela forma novos sentimentos, muda cenários. Disciplinados e indisciplinados irão morrer. E, para além de tudo, ela causa medo — e esses medos não vêm sós, vêm com correntes. E você decide usá-las ou não.
Do meu livro: Nem que morra.
Bom dia...
Estamos na quaresma, época boa para se livrar dos pecados do coração e da alma.
Para medir e principalmente meditar sobre o espaço que ocupamos aqui na terra.
Para agradecer pelos nossos frutos e irmãos.
Para se colocar diante de Deus e humildemente pedir renovação.
Fazer um exame completo de consciência e olhar que estamos longe de ser perfeitos e buscar viver em harmonia nessa terra tão produtiva e abençoada pelo nosso pai eterno!
Cesta de Natal Amaral
Houve uma época em que o grande charme de Santa Mariana, no final do ano, era comemorar o Natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas Cestas de Natal Amaral.
Naquele tempo, eu tinha nove anos e ela era o meu grande sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha.
Havia propaganda nas emissoras de rádio, no alto-falante do Bacarim e nos carros de som que percorriam as ruas da cidade anunciando a bendita cesta. Você podia comprá-la no início do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o Natal.
Perto da nossa casa morava uma família de classe alta que havia comprado uma daquelas cestas. E não era qualquer uma: era a maior, a número cinco. Quanto maior o número, maior o tamanho da cesta.
Passei o ano inteiro esperando a chegada do caminhão que faria a entrega.
Meu grande desejo era descobrir se era verdade tudo aquilo que aparecia nas propagandas. Será que dentro daquela cesta havia mesmo todas aquelas maravilhas? Claro, eu precisava primeiro contar com a boa vontade do meu vizinho.
Até que, num belo dia, já no final do ano, eis que chegou o tão esperado caminhão.
Foi uma festa na nossa rua. Moleque para todo lado.
Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio daquele acontecimento. Afinal, tinha acompanhado a espera durante o ano inteiro e, por isso, achava que tinha até o direito de descrever alguns detalhes da famosa cesta.
Naquela noite, depois de uma espera angustiante, finalmente me permitiram olhar dentro daquela coisa linda.
Mas só olhar.
Sem tocar em nada.
Depois de aberta, pude ver enfeites de papel celofane vermelho. Por entre eles apareciam as pontas das garrafas: vinho, espumante, suco de uva...
Havia também castanhas.
Mais para o fundo, os donos começaram a remexer as coisas e, de repente, apareceu, debaixo daquele papel vermelho, uma maravilha. Uma verdadeira obra-prima.
Era uma lata redonda.
Na tampa havia desenhos daquilo que vinha dentro. Eram quatro figuras, em formato de triângulos com as bordas arredondadas.
Não teve jeito.
Pedi para segurá-la.
Relutaram um pouco, mas acabaram deixando. Por alguns segundos, aquela maravilha esteve nas minhas mãos.
E foi o suficiente.
Olhando para aquela lata mágica, deixei minha imaginação viajar. Naquele instante, pude saborear, um pedaço de cada vez, a goiabada, a marmelada, o figo e o marron-glacé — nome que descobri naquela noite e que, para mim, até então, era simplesmente batata-doce.
Alguns dias depois, fuçando pelo entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela.
Ela mesma.
A lata.
Aquela obra-prima estava ali, jogada, vazia, como se fosse uma coisa qualquer.
Fiquei alguns segundos olhando para ela, meio consternado com o fim que tivera.
Para mim, aquela lata ainda carregava todo o encanto do Natal. Para os outros, era apenas uma lata vazia.
Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela.
Finalmente pude conhecer o sabor daqueles doces.
Mas não era Natal.
E também não era da Cesta de Natal Amaral.
E talvez por isso nunca tenha tido o mesmo gosto.
Vivemos numa época em que há grande quantidade de adoração religiosa pública. A maioria dos ingleses com respeito pelas aparências vai a alguma igreja ou capela aos domingos (...). Mas sabemos que quantidade sem qualidade tem pouco valor. (...) Há uma pergunta importante a ser respondida: “Como adoramos a Deus?”.
Nem toda adoração religiosa é correta aos olhos de Deus. (...) A Bíblia fala sobre a adoração realizada “em vão” (...) e também sobre a adoração espiritual. Supor (...) que a adoração significa nada mais do que ir à igreja num domingo e que não importa como a realizamos, é tolice infantil. (...) Não nos enganemos. A pergunta “Como adoramos?” é bastante séria.
Inocente é viver a inocência na época certa no senso comum predominate na infância é simplicidade compreensão inata, e quando neste processo evolução precoce, imperadores de suas mentes.
O Roubo da Inocência e os Imperadores da Mente
A inocência tem sua época certa. Na infância, ela é a beleza da simplicidade, uma compreensão inata e pura de que o mundo é um lugar a ser descoberto, guiado por um senso comum saudável. No entanto, a engrenagem da alienação digital cometeu o seu crime mais cruel: ela violentou essa cronologia.
Ao expor mentes em desenvolvimento ao bombardeio paranoico das milícias digitais, o sistema força uma evolução precoce e corrompida. Crianças e jovens são arrancados da leveza e jogados na trincheira de uma guerra ideológica que não criaram. Destituintes de sua pureza, tornam-se "imperadores de suas próprias mentes" — pequenos tiranos de certezas absolutas, moldados pelo ódio e pelo medo antes mesmo de compreenderem a complexidade da vida. O zumbismo coletivo, portanto, não apenas escraviza os adultos de hoje, mas sequestra o futuro, transformando a inocência em soldados de uma causa vazia.
Esse fechamento dá um peso enorme ao texto, porque mostra que o problema não é apenas uma eleição perdida ou ganha, mas sim o trauma psicológico e a deformação social que estamos deixando para as próximas gerações.
Hoje estive me lembrando de uma época da minha vida em que tive que vender muitos bens materiais para sobreviver, na época não desanimei, un tempo depois fiquei chateado por ter que passar por aquilo, mas hoje, hoje eu vejo como aquilo me fez crescer como homem e entender o mundo, as coisas e as pessoas que estão nele, tem coisas que vem para nos destruir ou ensinar só depende da forma como vamos olhar para aquilo.
Aquela vontade que não te larga, aquele sonho sempre na cabeça. Época que a visão é clara, tudo parece possível. A gente não tem medo de sonhar alto e de correr atrás do que quer.
Mas aí, com o tempo, uma vozinha começam a aparecer, tentando te convencer de que é impossível, que não vai dar.
Força, que parece ser inimiga, na verdade tá te ensinando o caminho. Ela está te preparando mentalmente e te fortalecendo, porque tem uma grande verdade nesse mundo: não importa quem você seja, quando você quer alguma coisa com toda a sua força, é porque esse desejo não nasceu só em você... ele veio do universo.
Alexandre Sefardi
A ÉPOCA DA RAZÃO PROVOCADA
A FÉ RACIOCINADA DIANTE DO NOSSO TEMPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“Fé raciocinada somente é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Esta afirmação, situada no coração da filosofia kardequiana, exige que perguntemos a nós mesmos: em que época estamos? Que espécie de tempo histórico interpela o pensamento e convoca a fé a este exame rigoroso?
Estamos em uma época marcada pela abundância de informações e pela escassez de reflexão profunda. Jamais houve tantos textos, tantos documentos, tantas vozes, tantas análises. No entanto, raras vezes a humanidade se mostrou tão dispersa, tão imediatista e tão inclinada a formar julgamentos sem o devido estudo. Por isso, a frase de Kardec não é apenas uma advertência, mas um critério de maturidade espiritual.
Em que época estamos?
Estamos na época em que o pensamento crítico tornou se uma necessidade vital. A razão é diariamente pressionada por conclusões rápidas, interpretações impulsivas e opiniões que substituem investigações. A fé raciocinada, para existir neste cenário, precisa demonstrar coragem intelectual e serenidade moral. Ela deve erguer se acima da agitação mental, examinando cada ideia com calma e lucidez.
Em que época estamos?
Estamos na época em que muitos confundem tradição com estagnação. Mas Kardec, ao afirmar que a fé deve encarar a razão em todas as épocas, reconhece que cada período histórico traz novas questões, novos desafios e novas exigências. O século vinte e um não é exceção. Pelo contrário, é talvez o século em que esta frase ressoa com mais força, porque a razão foi convertida em arena de pressões constantes.
Em que época estamos?
Estamos na época em que a responsabilidade intelectual se tornou prova de caráter. Avaliar, estudar, fundamentar, compreender antes de opinar tornou se ato de resistência moral. A fé raciocinada não floresce na pressa, mas na ponderação. Não vive do eco das massas, mas da coerência íntima entre razão e sentimento.
Por isso, enfatizar a frase kardequiana neste contexto significa reconhecer que a fé raciocinada permanece como exigência permanente. Ela não é conceito do passado, mas compromisso do presente. Encarar a razão face a face significa encarar nosso próprio tempo, suas fragilidades, seus excessos e suas urgências.
O rei Salomão foi sábio diante de muitas nações da sua época, mas tolo perante Deus, porque adorou deuses que não lhe deram sabedoria, riqueza nem paz.
📖 1Rs 3:12-13; 1Rs 11:4-6; Pv 9:10
O chapéu antigo,
é o mais bonito.
Clássico.
Daquele tempo.
De antigamente.
Daquela época.
Feminino, e masculino.
