Epígrafes Religião
A diferença de um ateu para um crente, é que nós ateus não precisamos de uma divindade para dar sentido em nossas vidas,e religião não define caráter de ninguém,mais vale um ateu verdadeiro,do que um crente falso.
"Fé". Essa palavra, tão simples e profunda, carrega consigo a crença em algo maior, a confiança de que há um propósito para nossa existência. A fé nos guia, nos sustenta nos momentos difíceis e nos inspira a viver com esperança e amor. É a luz que ilumina nosso caminho, mesmo quando tudo parece obscuro. 🙏
Passamos por didáticas religiosas que criam um filtro com narrativas que nos fazem passar por momentos de doutrinação e medo de irmos para algum lugar, desde o início fizeram isso como um meio de alienação para que não buscamos a verdadeira energia astral, o Universo.
A Circularidade Deísta:
Um deus, ou vários deles nas religiões politeístas, possuem para si orações, rituais, enfim, práticas religiosas que são benéficas aos adeptos, mas, como pelo menos um deles poderá ser verdadeiro se as práticas religiosas das outras religiões são também benéficas a esses adeptos? Descarta-se a possibilidade de existitem todos esses deuses ao mesmo tempo, e, não seria o caso deles serem invenções das mentes humanas?
A vida de um homem não é um enigma, apenas reescrita várias vezes por outros que nada tem a ver com ele.
O Estado pode ser um regulador para o bem da vida em sociedade, mas nunca um limitador de vida pessoal;
Autoestima e seu oposto, são ilusões da dialética para discursar ajuda aos indivíduos fracassados. O que existe de verdade, é viver bem e não saber viver o que se é, ou o que se tem.
O preço de uma vida é outra vida, de centenas de vidas outras centenas de vidas, milhares de vidas custarão outras milhares de vidas, só o perdão cessa este ciclo.
Nada nesse mundo se torna tão trágico como a ignorância do pensamento atrelada à uma concepção religiosa!
Será talvez afirmado que a falta de sentido do Imutável ou de apreciação de valores ou funções estáticas evidencia uma falta correspondente de inteligência metafísica; isto é verdade para a maioria – de uma forma que é necessariamente relativa – mas não exclui de forma alguma a presença da metafísica e da contemplatividade, de modo que seria um erro concluir que o Ocidente não possui nada a este respeito e tem tudo a aprender com o Oriente. É verdade que seria do maior interesse da elite ocidental inspirar-se na doutrina vedântica e assimilar completamente a noção-chave de Māyā in divinis, embora esta noção possa ser encontrada em alguém como Meister Eckhart e, sem dúvida, também em outros de forma mais ou menos incidental; mas, em última análise, a intelectualidade não depende inteiramente desta noção, como é provado pelo Tomismo e pelo Vedānta Vishnuita. Grosso modo, o Ocidente possui tudo o que é essencial, mas não quer ouvir falar disso, e nisso consiste o seu drama e o seu absurdo.
Quanto ao rito eucarístico, parece admissível a seguinte especificação: o pão parece significar que “Deus entra em nós” e o vinho que “nós entramos em Deus”; presença da graça, por um lado, e extinção unitiva, por outro. Deus é o sujeito absoluto e perfeito, que ou entra no sujeito contingente e imperfeito, ou então o assimila, libertando-o dos grilhões da subjetividade objetivada, subjetividade exteriorizada e, portanto, paradoxalmente múltipla. Pode-se dizer também que o pão se refere mais particularmente à Salvação e o vinho à união, o que evoca a antiga distinção entre Pequenos Mistérios e Grandes Mistérios.
Natal significa esclarecimento e luz espiritual de Deus, reconciliação e paz com Deus pela graça, e Deus assumindo uma natureza humana. [...] O Natal lhe mostra um Deus diferente do deus de qualquer outra fé. Você já foi traído? Já se sentiu solitário? Já passou necessidade? Já enfrentou a morte? Jesus também! [...] O cristianismo afirma que Deus esteve em todos os lugares pelos quais você passou; ele está na escuridão em que você se encontra agora, e mais. Por isso, você pode confiar nele. Pode depender dele, pois ele sabe e tem o poder de confortar, fortalecer e conduzi-lo a um lugar seguro.
As três irmãs sempre andam juntas, de mãos dadas, fazendo estragos por onde passam, são elas: a religiosidade, o julgamento e o moralismo, todas de uma mesma família.
Nós não iremos mais adoecer fingindo ser quem não somos. Nossa liberdade é inegociável. Nossos valores pessoais transcendem qualquer imposição religiosa.
Os caminhos que nos levam até Deus são vários, mas Ele é apenas um. Por isso, não seja intolerante com a religião do seu irmão. Embora o caminho dele seja diferente, o destino é o mesmo que você escolheu.
