Epígrafe Monografia Direito

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“A liberdade é o direito de conduzir a própria vida sem transformar a liberdade alheia em preço da nossa.”

“A maior vitória do Direito não é punir quem destruiu uma vida, mas construir uma sociedade na qual destruir uma vida nunca seja fácil.”

“O Direito nasceu quando a humanidade compreendeu que nenhuma vida deveria depender exclusivamente da misericórdia de outra.”

“A dignidade é o ponto em que o Direito reconhece que uma vida vale mais do que qualquer cálculo de conveniência.”

“O Direito não pode devolver todas as vidas feridas pela injustiça, mas pode impedir que a injustiça continue sendo uma herança.”

“O Direito existe para que a força não decida o destino da vida, e a vida não precise pedir licença ao poder para ser digna.”

“O Direito pode organizar a sociedade, mas somente a justiça pode impedir que a organização destrua a vida.”

“No fim, talvez todo o Direito possa ser reduzido a uma pergunta: o que estamos dispostos a fazer para que uma vida humana não seja tratada como descartável?”

O Direito protege a dignidade porque nenhuma pessoa deveria precisar provar seu valor para merecer proteção.

O algoritmo pode reconhecer padrões em milhões de pessoas; somente o Direito pode insistir que nenhuma delas seja reduzida ao padrão que a descreve.

O direito à desconexão não é o direito de desaparecer; é o direito de continuar sendo alguém quando deixamos de aparecer.

Na era da hiperconexão, proteger a intimidade é proteger o direito de não ser permanentemente observado pela própria sociedade.

O Direito não deve perguntar apenas quem controla os dados, mas quem controla a narrativa que os dados constroem sobre uma pessoa.

O Direito será chamado a proteger não apenas nossos dados, mas o direito de não sermos definidos por eles.

O Direito do futuro terá de defender uma verdade antiga: nenhuma tecnologia será suficientemente humana se não souber respeitar a solidão humana.

Uma lei injusta pode vestir a toga da legalidade, mas nunca adquire a dignidade do Direito.

O Direito existe para limitar o poder precisamente quando o poder acredita não precisar de limites.

Um Estado de Direito não se mede pela quantidade de leis que possui, mas pela quantidade de poder que consegue conter.

A pior derrota do Direito não é a destruição dos tribunais, mas sua permanência sem independência.

A primeira vítima de um Direito subordinado ao poder não é a liberdade: é a confiança na própria ideia de justiça.