Epígrafe Monografia Direito

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Quando a ciência anuncia um limite, o Direito não deveria perguntar quanto podemos ultrapassá-lo, mas como podemos respeitá-lo.

O Direito ambiental é, em última instância, uma disciplina sobre limites: limites ao poder, ao consumo, ao lucro e à capacidade humana de destruir.

A tragédia climática começa quando o Direito confunde a ausência de proibição com a existência de legitimidade.

Talvez a mais profunda função do Direito climático seja ensinar à humanidade que poder sem limite é apenas outra forma de vulnerabilidade.

Quem é direito não vota na direita!

O Direito do futuro será julgado menos por sua capacidade de punir o passado do que por sua capacidade de impedir danos irreversíveis.

A natureza não precisa de representação simbólica; precisa que o Direito reconheça sua indispensabilidade.

Ninguém tem o direito de julgar, sabotar ou tentar apagar a esperança de quem sabe exatamente quem ama.

Manipular escolhas sentimentais é tentar roubar o direito sagrado do outro de ser feliz.

"Mesmo estando noiva de outro, ela pode ter sentimentos por mim. Ninguém tem o direito de julgar essa escolha com tanto ódio."

É um erro terrível achar que se tem o direito de governar os sentimentos alheios e destruir a história de quem só quer ser feliz.

Ninguém tem o direito de roubar a paz de quem só quer viver o amor em que acredita e pelo qual tem esperança.

O direito de amar e de sonhar com alguém pertence exclusivamente a quem sente, e não a quem tenta manipular de fora.

Ninguém tem o direito de assinar o decreto do fim de um amor que só pertence a quem o sente.

O Direito que protege apenas o presente transforma o futuro em parte ausente.

A maior prova de que uma geração compreendeu o Direito será aquilo que ela deixou habitável para a seguinte.

Quando o Direito ignora o clima, a natureza transforma a omissão jurídica em consequência histórica.

O Direito ambiental não protege apenas árvores, rios e oceanos; protege a possibilidade de haver alguém amanhã para exercer direitos.

Quem se acha no direito de julgar a saúde mental e as ideias dos outros precisa entender que o julgamento de Deus não falha; muda a tua postura e aprende a ser irmão antes que a vida te ensine pela dor.

O Salvador não te deu o direito de condenar as ideias ou a sensibilidade de ninguém; Ele te deu o mandamento de amar o teu próximo como a ti mesmo.